Apostila Preparacao OBREIROS
Apostila Preparacao OBREIROS
Apostila Preparacao OBREIROS
Edificados sobre o fundamento dos apstolos e dos profetas, do qual Jesus Cristo a pedra principal (Efsios 2:20)
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Amado irmo em Cristo, Antes de subir aos cus Jesus nos deu um comando (Mateus 28:18-20). Ele nos ordenou a fazermos discpulos, introduzindo as pessoas no reino, tambm salientou a necessidade de ensin-los a guardar todas as coisas que Ele havia ordenado. Isto o Caminho, aprender e ensinar a viver conforme Jesus viveu. Este material foi compilado para fundamentar seus primeiros passos em direo ao alvo eclesistico, uma ferramenta da igreja para formao de obreiros fiis. Todo material que est aqui de suma importncia para os que almejam ao ministrio, pois diz respeito s bases da nossa f... NO QUE CREMOS! No nos preocupamos em aprofundar teologicamente os temas, a fim de deixar a essncia da Escritura bem clara e direta, para que todos possam compreender e guardar estas palavras no corao. A Igreja no necessita de um ensino acadmico intelectualizado, necessita de prtica crist. (1Co1:18-31;2:1-16) Deus nunca vai nos examinar com base em nosso conhecimento bblico, Ele vai nos perguntar como vivemos. A doutrina deve apontar sempre para a prtica da vida dos discpulos (Tt 2:1-15). Que esta compilao o ajude a estar preparado para toda boa obra. Deus o Abenoe, rica e poderosamente. Na Paz de Jesus Cristo! Pastor Pedro Noia
Lembra-lhes que se sujeitem aos que governam, s autoridades; sejam obedientes, estejam prontos para toda boa obra. Aconselhe que no falem mal de ningum, mas que sejam calmos e pacficos e tratem todos com educao. ( Tito 3:1-2 )
ORIENTAES:
1. Antes de ler esta apostila, procure ter um tempo de orao a ss com o Senhor. PeaO que o faa entender as verdades da Sua Palavra. 2. Marque em sua Bblia, com um Lpis ou caneta luminosa todos os textos aqui citados, isso o ajudar a encontr-los em ocasio oportuna. 3. Sempre que no compreender algum tpico, procure esclarecimento com os lderes da Igreja. 4. Lembre-se, a bblia no s mais um livro espiritual, ela a expresso viva da verdade e da vontade de Deus para nossas vidas. 5. com a ajuda do Esprito Santo de Deus, que vivifica a Palavra em nossos coraes, que podemos conhecer um pouco mais a cada dia, as virtudes do nosso Senhor.
SUMRIO
1 INTRODUO.........................................................................................................................................................................5 2- O OBREIRO E A CHAMADA PARA O MINISTRIO .........................................................................................................6 3 - O OBREIRO E AS SUAS ATIVIDADES...............................................................................................................................8 4 - O OBREIRO COMO LDER................................................................................................................................................ 11 5 OBREIRO E A TICA MINISTERIAL ............................................................................................................................... 12 6 - O OBREIRO E AS ATIVIDADES MINISTERIAIS............................................................................................................ 13 7 - O OBREIRO E O ESTATUTO DA COMUNIDADE BATISTA CRIST ....................................................................... 14
1 INTRODUO
Este ensinamento verdadeiro: se algum quer muito ser LDER na Igreja, est desejando um trabalho excelente. (I Timteo 3:1- NLH) Esta apostila de contedo simplificado visa proporcionar a todos que almejam ingressar na Comunidade Batista Crist como lderes, informaes bsicas que lhes possibilitem desempenhar atividades relacionadas ao Ministrio de modo que possam contribuir para o crescimento do Reino de Deus entre os homens, e para a edificao da Igreja o Corpo de Cristo (Ef 4.15,15). Na raiz da palavra OBREIRO, est a designao mxima da vida Crist, OBRA (do latin opera = trabalho). No Dicionrio Aurlio encontramos a traduo Aquele que colabora na realizao de uma idia, plano, campanha ou misso.
Desde que Deus criou o homem, ele tem demonstrado a n ecessidade de Seu povo ser conduzido por lderes (Gn 1.26-30). Apesar da fraqueza do homem e do fracasso de alguns, a verdade bblica sobre o propsito de Deus no pode ser anulada. A Igreja vista como um organismo composto de membros com funes (dons) e necessidades diversas, requer uma administrao criativa que possibilite a expresso destas funes, bem como a criao de mecanismos, onde cada necessidade daquele corpo de crentes possa ser suprida. Com isto, almas perdidas tero uma oportunidade vlida de conhecer o plano de salvao. A criao de departamentos e ou ministrios especficos na Igreja, voltadas para dar oportunidade a cada cristo de exercer um tipo eficiente de trabalho conforme seus talentos uma forma dinmica, bblica e comprovada, de funcionamento da Igreja, que, de fato, glorificam a Deus prioritariamente, e como conseqncia, suprem as necessidades do corpo. Ao mesmo tempo criam um senso sadio de realizao pessoal no servio sagrado, quanto vocao de cada crente diante de Deus. Melhor de tudo, que Deus grandemente glorificado atravs de um crescente nmero de almas salvas, acompanhadas e edificadas num discipulado srio e constante.
2.3 - Qualificaes para a Chamada 2.3.1 - Novo Nascimento Jo 3.3; ICo 2.14-16 2.3.2 - Revestimento de poder Lc 24.47-49 3.2.3 - Andar com Deus At 3.12 2.3.5 - Educao At 7.22 2.3.4 - A Escola da experincia IICo 1.4,5 2.3.6 - Humildade ICo 1.27-29 2.3.7 - Conhecimento bblico Mt 2.7 2.4 - Exigncias para a chamada 2.4.1 - Qualificaes naturais: a) Coragem At 19.30 b) Diligncia Rm 12.8,11; ITm 1.15 c) Tato IITm 4.1,2; ITm 5.1,2 d) Discrio ITm 6.11 e) Cortesia IPe 3.8 f) Asseio Mt 5.37; Tg 5.12 g) Pontualidade Mt 5.37 h) Responsabilidade Jr 48.10 2.4.2 - Qualificaes espirituais: a) Amor Jo 15.12 b) F Hb 11.6 c) Santidade Is 52.11; Hb 12.14 d) Humildade Mt 11.29 e) Pacincia Tg 5.7 f) Esprito perdoador Lc 23.34 g) Distraes IITm 2.4 2.5 - O Obreiro e sua vida pessoal impossvel que um obreiro seja verdadeiramente espiritual em pblico e carnal na vida particular (Hb 4.13). 2.5.1 Quando casado a) Ter um lar padro ITm 3.4,5 b) Criar os filhos luz da Bblia Ef 6.6 c) Liderana e sujeio Ef 5.22-30
2.5.2 - Quando solteiro a) Cuidar das coisas do Senhor ICo 7.32 b) Ser exemplo dos fiis ITm 4.12 c) Fugir da prostituio IITm 2.22
k) Ser temperante;
3.2 - Caractersticas bsicas para o obreiro - O obreiro ser um auxiliar direto do Pastor local, subordinado a um lder delegado por este ltimo. Devero primar pelo fiel cumprimento das ordens emanadas pela liderana da Igreja, auxiliando, da melhor forma possvel o Pastor
local na conduo da obra de Deus. Os obreiros tero tambm, entre outras atribuies que lhe forem delegadas, as seguintes misses. 3.3 - Atribuies do obreiro:
a)
Chegar antes do incio do culto para verificar as condies e toda a estrutura de arrumao do templo (cadeiras, luzes, banheiros, ventiladores, som, arrumao do plpito, etc), tomando todas as providncias, dentro de sua esfera de atribuies, para que o trabalho seja iniciado no horrio previsto;
b)
Estar em condies de iniciar o culto, no impedimento do Pastor local, ou da pessoa por este designada; alm de realizar oraes, ou trazer uma reflexo acerca da Palavra de Deus, em ocasies especiais;
c)
Receber, de maneira Cortez e alegre, todos os irmos e visitantes que adentrarem ao local do culto;
d)
Impedir a entrada de animais, pessoas em visvel estado de embriaguez, pessoas que demonstrem a ntida inteno de desviar a ateno dos demais presentes, ou pessoas que demonstrem explicitamente o desejo de atrapalhar o bom andamento do culto;
e)
Coibir qualquer pessoa que venha causar transtorno na boa ordem do culto, procurando, se for o caso, retir-la da nave principal do templo, sempre da maneira mais polida e discreta possvel;
f)
Coibir pessoas, que estejam sem motivo justificado, do lado de fora do templo durante os cultos, de maneira cordial, porm, enrgica, principalmente quem se apresentar em conduta que desabone o testemunho como cristo;
g)
Nos momentos de orao, quer seja pelos que esto se convertendo, ou pelos membros da Igreja, devero dar a devida cobertura a quem est frente do trabalho, impondo as mos sobre o pblico alvo e conduzindo-os para o local que lhes for determinado;
h)
Devero, quando do trmino da reunio, fiscalizar e auxiliar a devida arrumao do templo, bem como a g uarda de qualquer material que deva ser recolhido, acionando os responsveis para tal;
i)
Auxiliar a administrao da Igreja no sentido de que haja a maior economia possvel quando aos gastos com gua, energia eltrica, telefone, bem como contribuir ativa e passivamente com a segurana do templo;
j)
Deve ser algum com maturidade espiritual, pronto a respeitar e acatar ordens da liderana superior.
k) l)
Deve fazer bom uso da comunicao de informaes; Deve se limitar a decidir dentro do poder e rea que lhe foram delegados, sem criar conflitos com outros departamentos ou com os propsitos explcitos da Igreja.
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e) restituir, quando prejudicar o colega no somente os bens materiais, mas, tambm, os morais e espirituais; f) perdoar ao colega ofensor, mesmo que lhe seja de direito exigir justificao daquele que o ofende (Mt 6.12).
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tambm para a eternidade, a todos os que aceitem e permaneam (at o fim) em Cristo Jesus como Senhor e Salvador. (Mc 13:13;J 15:2; Rm 6:18, 22-23; Ef 2:8-9; I Pe 1:4; Rm 8:21-23). PECADO: Ao errar o alvo e desobedecer a Deus, o homem passou sua gerao o pecado original, necessitando da salvao, adquirida mediante a graa e pela f no sacrifcio de Jesus Cristo, o nico caminho para religar o homem a Deus. (Rm 3:22-24,28; Ef 2:8-10; Hb 7:25;5:9; Jo 14:6). BATISMO: Cremos no batismo nas guas por imerso, em nome do Pai, do Filho e do Esprito Santo, como necessidade absoluta da publicao do seu novo nascimento pela f em Cristo e pelo poder atuante do Esprito Santo e da Palavra de Deus, para tornar o homem digno do reino dos cus. (Mt 28:19; Jo 3:3-8). CEIA DO SENHOR: Como um memorial da morte, ressurreio e segunda vinda de Cristo, a qual deve ser ministrada a todos aqueles que fazem parte do Corpo de Cristo, atravs da aceitao de Jesus Cristo como Senhor e Salvador e da comunho com a Igreja Local. Momento de reflexo, confisso e arrependimento particular de cada cristo. (I Co 11:23-30) DZIMO: a prtica Bblica de dar a Deus uma dcima parte dos ganhos. O dzimo e as ofertas so ordenanas do antigo pacto, contudo, debaixo da nova aliana, so uma expresso voluntria de adorao e submisso. Entregar o dzimo uma amostra da adorao, f e amor por Deus, o qual, a Fonte de salvao e Doador de todas as coisas boas e de todo o dom perfeito. (Lv 27:30; Mt 23:23; Hb 7:4-14; 1 Cor 9:1-14) VIDA CRIST: Cremos na necessidade e na possibilidade que temos de viver uma vida Santa a partir da Obra expiatria e redentora de Jesus no Calvrio, atravs do poder regenerador e Santificador do Esprito Santo, que nos capacita a viver como fiis testemunhas do poder de cristo, mediante a separao do mundo. Aos mais fracos na f, ateno especial, atravs da intercesso, exortao, e sobretudo ministrao da Palavra de Deus, nico instrumento capaz de curar o corpo, alma e o esprito do homem, mediante a confisso de pecados, arrependimento e da liberao do perdo a outrem. (II Co. 5:17, Tg 5:16; Hb 9:14; Gl 3:13-14; Jr 31:29-30; Ez 18:2; Rm 14:1-2; II Co 9:22; I Pe 1:15:16). FAMLIA: A famlia, criada por Deus para o bem do homem, a primeira instituio da sociedade. Sua base o casamento monogmico e duradouro, por toda a vida, s podendo ser desfeito pela morte ou pela infidelidade conjugal contnua. O propsito imediato da famlia glorificar a Deus e prover a satisfao das necessidades humanas de comunho, educao, companheirismo, segurana, preservao da espcie e bem assim o perfeito ajustamento da pessoa humana em todas as suas dimenses. (Gn 1.27; 2.18-25; Js 24.15; 1Rs 2.1-3; MI2.15; Me 10.7-9; 13.16; Ef 5.2233; 6.1-4; CI3.18-35; 1Tm 3.4-8; Hb 13.4; 1Pe 3.1-7) ETERNIDADE: Cremos na vida eterna para os salvos e o tormento eterno aps o juzo final para os que no creram em Deus. (Joo 11:25-26; Ap. 20:11-15). USOS E COSTUMES: Cremos que o costume varia segundo o povo, a raa, lngua, cultura e tempo, portanto, no deve ser confundido com doutrina bblica imutvel. Fazer da observncia de um costume condio para ser salvo tornar ineficiente a graa de Deus. No guardamos os sbados, as festas e no fazemos abstinncias de alimentos (exceto bebidas alcolicas) (Cl 2:20-23; Rm 14:610, I Tm 9-10; Mc 2:27; Jo 5:18; Cl 2:16-18). DONS: Cremos em todos os dons descritos nas Escrituras Sagradas e derramados pelo Esprito Santo sobre os Cristos, desde o perodo da Igreja Primitiva at os dias de hoje. Devem ser procurados, com zelo e utilizados para edificao, exortao e consolo da Igreja. (1 Co 14:1-33). Esta declarao tem apoio em textos expressos na Bblia Sagrada, e tudo o que foi omitido remetemos para os princpios e preceitos claramente expressos nas Escrituras.
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