Trabalho PH Com Rosas
Trabalho PH Com Rosas
Trabalho PH Com Rosas
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Índice
1. Objetivo geral........................................................................................................3
2. Introdução Teórica................................................................................................3
2.1. Ácido-base...................................................................................................................3
2.2Indicadores ácido-base..................................................................................................4
3. Planeamento e execução........................................................................................6
3.1. Materiais......................................................................................................................6
3.2. Planeamento e execução..............................................................................................7
4. Analise de resultados:..........................................................................................13
4.1. Escala de pH..............................................................................................................15
5. Conclusão............................................................................................................15
6. Apreciação global do trabalho..............................................................................16
7. Webgrafia e bibliografia......................................................................................16
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1. Objetivo geral
Para esta atividade foi-nos proposto utilizar um tipo de flores como indicador
ácido-base, no nosso caso utilizamos pétalas de rosas como indicador. Assim, sabendo o
pH das substâncias escolhidas para a atividade seria possível determinar uma escala de
pH com as diferentes tonalidades de cor que obtivemos após o contacto com o indicador
que fizemos.
2. Introdução Teórica
2.1. Ácido-base
Evolução Histórica
O termo ácido foi associado ao sabor azedo, enquanto a base foi associada a
materiais amargos e escorregadios ao tato.
Antoine Laurent Lavoisier (Séc. XVIII) supunha que todos os ácidos continham
oxigénio.
Humphrey Davy (Séc. XIX) demonstrou que existem substâncias ácidas sem oxigénio,
como, por exemplo, o HCl (aq). Assim surgiu a ideia de que o princípio acidificante
poderia ser atribuído ao hidrogénio.
Justus von Liebig (Séc. XIX) considerou que todos os ácidos deveriam ser
“compostos de hidrogénio em que este pode ser facilmente substituído por um metal”.
Svante August Arrhenius (Séc. XIX) admitiu a existência de iões em soluções aquosas (
teoria iónica) e propôs uma nova teoria:
O ácido é uma substância que contém hidrogénio e que, dissolvida em água, dá
origem a iões hidrogénio, H+ .
A base é uma substância que contém OH e que, dissolvida em água, se dissocia
produzindo iões hidróxido, OH-.
Reações ácido-base
Uma reação ácido-base é uma reação que ocorre entre um ácido e uma base e
segundo a teoria de Bronsted-Lowry explicam-se a partir da transferência de iões
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hidrogénio, entre substâncias. Para que um ácido possa ceder um ião hidrogénio, é
necessário que outra substância (uma base) aceite esse ião.
Escala de Sorensen
O pH, um conceito introduzido por Sorensen, fornece indicação sobre o maior
ou menor grau de acidez, ou de alcalinidade, de soluções aquosas, ou sobre a sua
neutralidade. Na escala de Sorensen, a 25ºC, o valor de pH de uma solução neutra é
7.Se o pH for menor do que 7 a solução será ácida e será básica se for maior do que 7.
2.2Indicadores ácido-base
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Os indicadores mais conhecidos são a Fenolftaleína que em meios ácidos fica
incolor e em meios básicos adquire a cor carmim, tendo a sua zona de viragem entre os
valores de pH 8,0 e 9,6, o Alaranjado de metilo que em meios muito ácidos adquire a
cor vermelho e tem a sua zona de viragem entre os valores de pH 3,1 e 4,6 tornando-se
num tom alaranjado e por último o Azul de bromotimol que em soluções ácidas tem a
cor amarelo e a sua zona de viragem é entre os valores de pH 6,0 e 7,6 tornando-se azul.
A determinação da cor é bastante subjetiva e por isto os indicadores ácido-base não são
aconselháveis para determinações precisas de um valor de pH.
Estes indicadores são bastante utilizados em titulações, técnicas que são utilizadas em
estudos quantitativos de reações de neutralização ácido-base.
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3. Planeamento e execução
3.1. Materiais
Pétalas de rosa;
Balão de fundo redondo;
Manta de aquecimento;
Gobelés necessários;
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3.2. Planeamento e execução
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4. Depois do balão arrefecer, utilizando papel de filtro, vareta de vidro e um
funil deve-se decantar a solução para um gobelé, filtrando-a.
Fig. 4- indicador
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5. Para cada tubo de uma solução, com a ajuda de pipetas de Pasteur colocar
cerca de 4 a 5 gotas da solução de rosas, servindo de indicador ácido-base.
-As seguintes imagens mostram a cor de cada amostra antes e depois de colocar o
pigmento indicador ácido-base.
Solução de limão:
Solução de vinagre:
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Solução de Shampoo:
Solução de leite:
Solução de sumo:
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Solução de água destilada:
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Solução de lixivia:
Fig. 6- armazenamento do
indicador
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4. Analise de resultados:
Solução estudada PH Cor aparente Registo
fotográfico
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Sumo 6,7 Salmão
Lixivia 13 Amarelo
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Hidróxido de 14 Amarelo torrado/
sódio castanho
5. Conclusão
Assim, concluímos que é de facto possível a realização de um indicador ácido-
base pelo extrato de pigmentos de flores, neste caso de uma rosa. Funcionando
igualmente bem quanto os indicadores tipo como a fenolftaleína etc. Podendo ser-nos
bastante útil a escala de cores acima apresentada para a realização de outras pesquisas
com outras substâncias de estudo onde o pH nos é desconhecido.
Com base na análise geral do trabalho é de frisar que como apenas soubemos da
existência de água destilada no laboratório após a realização do estudo com água da
torneira igualamos o seu pH a 7, embora pudesse não ser exatamente de pH 7, enquanto
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o correto é realizar a experiência com o tubo de água destilada onde o seu pH é
exatamente
7.
Em relação às amostras escolhidas para a experiência, deveriam ter sido mais
para podermos fazer uma escala de cores de pH mais detalhada e de ainda mais certezas.
Para esta experiência deveria ter sido calculado o ponto de viragem do indicador,
por uma titulação ácido-base, mas o tempo foi reduzido e seguimos para férias. Porém
temos em mente fazê-lo por forma de concluir o nosso estudo e aprendizagem nesta
experiência.
Contudo, foi uma atividade laboratorial que correu como previsto, sem
percalços. As cores de diferença dos pH foi notória e acabou por ser uma grande
aprendizagem para a disciplina.
7. Webgrafia e bibliografia
https://www.youtube.com/watch?v=vUhICv7dwyo – vídeo base da experiência.
http://farmaciaminhavida.blogspot.com/2013/03/obtencao-de-indicador-de-ph-
colorido.html
https://www.manualdaquimica.com/fisico-quimica/indicadores-acido-base.htm
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