BCT 2013 Comentada
BCT 2013 Comentada
BCT 2013 Comentada
COMANDO DA AERONUTICA
ESCOLA DE ESPECIALISTAS DE AERONUTICA
ATENO, CANDIDATOS!!!
AS QUESTES DE 01 A 25 REFEREM-SE
LNGUA PORTUGUESA
Poltica no. Eles querem ajudar.
Os jovens do sculo XXI continuam to idealistas e
dispostos a mudar o mundo quanto os dos anos 60. A diferena
que descobriram um caminho que no passa pela militncia
poltica: o do trabalho voluntrio. O enfoque diferente entre essa
gerao e a anterior tem algumas explicaes: o Brasil uma
democracia estvel praticamente desde que eles nasceram. A
viso ideolgica bipolar desabou junto com o Muro de Berlim
quando eram crianas. O que viram nos ltimos anos s
aumentou a desiluso com os partidos polticos. Por outro lado, a
opo pelo trabalho voluntrio faz notvel diferena num pas
com tantos contrastes sociais como o Brasil. (...)
Os jovens voluntrios so movidos por trs estmulos
bsicos. O primeiro a vontade de ajudar a resolver os problemas
e as desigualdades sociais do Brasil. O segundo o de se sentir
til e valorizado. Por fim, o desejo de fazer algo diferente no dia
a dia. Quando decidem ajudar, eles procuram principalmente os
projetos que envolvem crianas carentes (os preferidos de um em
cada trs voluntrios), os educacionais, como dar aula de reforo,
e os de meio ambiente. O caminho mais fcil para quem quer
comear a fazer algum trabalho voluntrio est muitas vezes na
prpria escola. Dezenas de colgios desenvolvem trabalhos
sociais como rotina e incluem projetos de voluntariado como
disciplina optativa no currculo escolar. Outras escolas,
principalmente as religiosas, mantm projetos vinculados a
igrejas e a parquias de comunidades carentes. possvel
tambm se inscrever em ONGs especializadas em encaminhar
voluntrios para entidades.
RESOLUO
Resposta: C
O texto aborda a relao entre os jovens do sculo XXI e o
trabalho social voluntrio realizado por eles. No primeiro
pargrafo, estabelece uma comparao entre os jovens da dcada
de 60 e os do sculo XXI com relao vontade de mudar o
mundo. Nessa comparao, deixa claro que estes, diferentemente
daqueles, procuram uma forma de ajudar com o trabalho
voluntrio, sem passar pelo caminho da poltica. Essa ideia est
resumida no ttulo do texto, composto por dois perodos. O
primeiro (Poltica no.) refere-se ideia de que os jovens no
esto vinculados a partidos ou militncias polticas quando o
assunto ajudar a melhorar o mundo. O segundo (Eles querem
ajudar.) afirma o seu desejo de fazer algo com relao a isso.
Dessa forma, apenas o que se afirma na alternativa C
responde questo, j que apenas ela abrange as ideias contidas
nos dois perodos do ttulo do texto, o que no se pode afirmar
quanto s demais alternativas.
Pgina 3
06 Leia:
a)
05 Leia:
RESOLUO
Resposta: A
O complemento nominal vem ligado por preposio a um
substantivo, a um adjetivo ou a um advrbio cujo sentido integra
ou limita, ou seja, o complemento nominal exigido pela
transitividade do nome a que se liga.
Os termos a seus princpios e com todos completam,
respectivamente, os adjetivos fiel e tolerante.
O termo dele objeto indireto do verbo precisar
(precisasse); na jovem, objeto indireto, que completa o sentido do
verbo confiar (confiavam); e de Ana adjunto adnominal.
Conforme item 1.2 do programa de matrias e pginas 153 e 154
do livro: CUNHA, Celso e CINTRA, Lindley. Nova Gramtica
do Portugus Contemporneo. 5. ed. Rio de Janeiro: Lexikon,
2008.
Pgina 4
RESOLUO
Resposta: B
Na voz ativa, o ser a que o verbo se refere o agente do
processo verbal. Em Vasco derrotou o Palmeiras., a forma
verbal derrotou est na voz ativa porque Vasco o agente do
processo verbal.
Na voz passiva, o ser a que o verbo se refere o paciente do
processo verbal. Em O Palmeiras foi derrotado pelo Vasco., a
construo verbal foi derrotado est na voz passiva porque o
Palmeiras o paciente da ao verbal. Chamamos voz passiva
analtica quando h locuo verbal formada pelo verbo ser mais o
particpio passado do verbo principal.
Conforme item 1.2 do programa de matrias e pgina 196 do
livro: CEGALLA, Domingos Paschoal. Novssima Gramtica da
Lngua Portuguesa. So Paulo: Companhia Editora Nacional,
2008.
RESOLUO
Resposta: A
Para a resoluo dessa questo, dois princpios devem ser
considerados: o pronome de tratamento voc, assim como os
demais de sua classe, exige o verbo e os outros pronomes em
terceira pessoa; o verbo irregular ver, conjugado na terceira
pessoa do singular do futuro do subjuntivo, assume a forma vir.
Conforme item 1.2 do programa de matrias e pgina 242 do
livro: CEGALLA, Domingos Paschoal. Novssima Gramtica da
Lngua Portuguesa. So Paulo: Companhia Editora Nacional,
2008.
09 Leia:
a)
b)
c)
d)
vir
ver
vier
vires
RESOLUO
Resposta: D
Em I, o predicado nominal. O ncleo desse predicado um
nome, difceis, que desempenha a funo de predicativo do sujeito.
Esse termo caracteriza o sujeito As questes de ingls, tendo como
intermedirio o verbo de ligao estar (esto).
Em II, o predicado classifica-se como verbal. O ncleo do
predicado verbal um verbo significativo, isto , aquele que traz
uma ideia nova ao sujeito (esse verbo pode ser transitivo ou
intransitivo). No caso, o ncleo do predicado o verbo dar (deu)
verbo transitivo direto e indireto. Os termos uma entrevista e quele
reprter so, respectivamente, objeto direto e indireto.
Em III, o predicado verbo-nominal. Nesse tipo de predicado,
h dois ncleos: um verbo significativo e um predicativo (que pode
se referir ao sujeito ou a um complemento verbal). Na frase O aluno
saiu do exame cansadssimo, os ncleos do predicado so o verbo
sair (saiu) e o predicativo do sujeito cansadssimo.
Conforme item 1.2 do programa de matrias e pginas 147 a 152 do
livro: CUNHA, Celso e CINTRA, Lindley. Nova Gramtica do
Portugus Contemporneo. 5. ed. Rio de Janeiro: Lexikon, 2008.
12 Observe:
O amor um ato de f,
e todo aquele que tem pouca f tambm
tem pouco amor.
Nos versos acima, as palavras
respectivamente, como adjunto
a)
b)
c)
d)
destacadas
classificam-se,
adnominal e adverbial.
adnominal e adnominal.
adverbial e adnominal.
adverbial e adverbial.
RESOLUO
Resposta: B
Adjunto adnominal o termo que caracteriza ou delimita um
substantivo sem a intermediao de um verbo. Essa funo
prpria de adjetivos, locues adjetivas, artigos, numerais,
adjetivos e pronomes adjetivos (este ltimo o caso das palavras
em questo: pouca f, pouco amor).
Conforme item 1.2 do programa de matrias e pgina 363 do livro:
CEGALLA, Domingos Paschoal. Novssima Gramtica da Lngua
Portuguesa. So Paulo: Companhia Editora Nacional, 2008.
Pgina 5
13 Assinale
vrgula.
a) O primo de minha me, gosta de pescar na lagoa.
b) As dificuldades lhe vieram, mas ele soube venc-las.
c) A honestidade deve acompanhar o homem, e a criana deve
aprend-la sempre.
d) Quando o meu corao se acomodar, eu o procuro
novamente.
RESOLUO
Resposta: A
Em A, h uma vrgula inadequada entre o sujeito e o seu
verbo. Para a frase tornar-se correta, a vrgula deveria ser
eliminada.
Em B, temos a orao coordenada adversativa, que deve
necessariamente ser antecedida de vrgula.
Em C, a conjuno e liga oraes com sujeitos diferentes, o
que torna obrigatria a colocao da vrgula, sobretudo se houver
problema de clareza.
Em D, temos a inverso da ordem dos termos: a orao
subordinada adverbial est antecedendo a orao principal, o que,
por quebrar a sequncia natural dos elementos da frase, reclama o
emprego da vrgula.
Conforme item 1.2 do programa de matrias e pginas 385
(item7), 387 (item 9), 388 (item15) da bibliografia SACCONI,
Luiz Antonio. Nossa Gramtica Contempornea, Editora
Educacional, 1. edio. E pgina 429 do livro: CEGALLA,
Domingos Paschoal. Novssima Gramtica da Lngua
Portuguesa. So Paulo: Companhia Editora Nacional, 2008.
RESOLUO
Resposta: C
O predicativo do objeto o termo que caracteriza um objeto
direto ou um objeto indireto, e s aparece no predicado verbonominal. Ele pode ser expresso por adjetivo ou substantivo. No
perodo Consideramos apropriadas as reivindicaes dos
operrios, o termo apropriadas predicativo do objeto, pois
qualifica o objeto direto as reivindicaes dos operrios.
Nas demais alternativas, h somente predicativo do sujeito.
Conforme item 1.2 do programa de matrias e pgina 160 do
livro: CUNHA, Celso e CINTRA, Lindley. Nova Gramtica do
Portugus Contemporneo. 5. ed. Rio de Janeiro: Lexikon, 2008.
RESOLUO
Resposta: B
Contrapor uma palavra formada pelo verbo pr acrescido
do prefixo contra. Portanto, constitui derivao prefixal.
Ajoelhar uma palavra formada pelo acrscimo simultneo
e necessrio de um prefixo (a-) e um sufixo (-ar) palavra
primitiva (joelho). Esse processo de formao chama-se
derivao parassinttica ou parassntese.
Busca um substantivo abstrato formado a partir do verbo
buscar. Nesse tipo de derivao (regressiva), substitui-se a
terminao do verbo pela desinncia nominal.
Conforme item 1.2 do programa de matrias e pgina 97 do livro:
CEGALLA, Domingos Paschoal. Novssima Gramtica da Lngua
Portuguesa. So Paulo: Companhia Editora Nacional, 2008.
RESOLUO
Resposta: D
Em D, a primeira e a segunda oraes so assindticas,
separadas por vrgulas (No se tocou no assunto, nada se
perguntou), e a terceira orao introduzida pela conjuno
nem, indicando um fato com a ideia de soma de aes: nem se
tomou qualquer providncia.
Em A, a primeira e segunda oraes so coordenadas
assindticas (separadas por vrgulas), e a terceira orao uma
coordenada sindtica adversativa. Ela exprime um fato (mas no
disse nada) que se ope ao que se declarou nas oraes
anteriores (O homem me olhou, encarou).
Em B, h trs oraes coordenadas assindticas, ou seja, no
so ligadas por conjuno, so apenas separadas por vrgulas.
Em C, a primeira e segunda oraes so coordenadas
assindticas (separadas por vrgulas), e a terceira coordenada
sindtica conclusiva, exprimindo a ideia de concluso com
relao s aes anteriores.
Conforme item 1.2 do programa de matrias e pginas 453 e 454
do livro: CIPRO NETO, Pasquale e INFANTE, Ulisses.
Gramtica da Lngua Portuguesa. So Paulo: Scipione, 2003.
17 Leia:
I.
Pgina 6
RESOLUO
Resposta: D
As oraes subordinadas adverbiais causais, conformativas e
comparativas aceitam ser introduzidas pela conjuno como, que,
de acordo com o contexto, poder assumir o valor de causa,
conformidade ou comparao.
Assim, no perodo I, como conjuno subordinativa causal,
podendo ser substituda por porque; no II, ela tem o valor de
conformativa e aceita, por isso, a substituio por outra conjuno
de mesmo valor, como segundo ou conforme; e no III, ela
comparativa e pode ser substituda, sem que haja alterao de
sentido, por to/quanto.
Conforme item 1.2 do programa de matrias e pginas 619 a 623 do
livro: CUNHA, Celso e CINTRA, Lindley. Nova Gramtica do
Portugus Contemporneo. 5. ed. Rio de Janeiro: Lexikon, 2008.
19 Leia:
Os eleitores perceberam que aquele candidato no era dado
ao trabalho.
Na frase acima, empregou-se a seguinte figura de linguagem:
a) prosopopeia.
b) eufemismo.
c) metonmia.
d) hiprbole.
RESOLUO
Resposta: B
Figuras de linguagem so recursos expressivos de que se
vale, intencionalmente, quem fala ou escreve, para conferir
mensagem mais fora, intensidade e originalidade. Na frase Os
eleitores perceberam que aquele candidato no era dado ao
trabalho, ao invs de empregar a palavra vagabundo (quem leva
a vida no cio, vadio) empregou-se a expresso no era dado ao
trabalho a fim de abrandar o sentido negativo, pejorativo dessa
palavra. Por isso h, nessa frase, eufemismo, figura de linguagem
que consiste no emprego de palavras ou expresses que suavizam
o sentido desagradvel, grosseiro ou tabustico de outras.
Conforme item 1.1 do programa de matrias e pgina 626 do livro:
CEGALLA, Domingos Paschoal. Novssima gramtica de Lngua
Portuguesa. So Paulo: Companhia Editora Nacional, 2008.
21 Percebi
apositiva.
subjetiva.
predicativa.
objetiva direta.
RESOLUO
Resposta: D
A orao subordinada substantiva em destaque atua como
objeto direto do verbo perceber.
Conforme item 1.2 do programa de matrias e pgina 384 do livro:
CEGALLA, Domingos Paschoal. Novssima Gramtica da Lngua
Portuguesa. So Paulo: Companhia Editora Nacional, 2008.
Pgina 7
RESOLUO
Resposta: A
Em A, no se justifica a presena do acento grave sobre a
forma as, uma vez que a ocorre apenas o artigo feminino
determinando o nome portas, complemento do verbo transitivo
direto fechar (fechou).
Em B, a cano objeto direto, e quelas mes objeto
indireto do verbo dedicar.
Em C, a noite o sujeito do verbo chegar, portanto no h
preposio e, consequentemente, no ocorre crase; e
s escondidas locuo adverbial feminina de modo.
Em D, o verbo comparecer pede a preposio a, e o
substantivo reunies se faz anteceder do artigo as, o que justifica
a crase; e a presidncia do partido objeto direto de disputar,
portanto o a s um artigo.
Conforme item 1.2 do programa de matrias e pginas 276 e 282 do
livro: CEGALLA, Domingos Paschoal. Novssima Gramtica da
Lngua Portuguesa. So Paulo: Companhia Editora Nacional, 2008.
24 Leia:
Colecionamos relgios de marca e pequenas invejas sem
etiquetas, mas aprendemos a olhar os relgios de marca como
peas de museu e a utilizar as pequenas invejas sem etiquetas no
dia a dia.
RESOLUO
Resposta: B
A funo bsica dos pronomes demonstrativos apontar a
localizao dos seres no espao fsico, no obstante podem
tambm ser empregados para indicar o posicionamento de
informaes no tempo e no texto. Para retomar dois elementos
citados, emprega-se o demonstrativo de primeira pessoa para
retomar o mais prximo no texto (o ltimo elemento) e o
demonstrativo de terceira pessoa para retomar o mais distante (o
primeiro elemento). Considerando isso, a frase ficaria da seguinte
forma:
Colecionamos relgios de marca e pequenas invejas sem
etiquetas, mas aprendemos a olhar aqueles como peas de museu
e a utilizar estas no dia a dia.
Conforme item 1.2 do programa de matrias e as pginas 282,
283 e 284 do livro: INTANTE, Ulisses e CIPRO NETO,
Pasquale. Gramtica da Lngua Portuguesa. So Paulo:
Scipione, 2003.
25 Leia:
Pensou nos urubus, nas ossadas, coou a barba ruiva e
suja, irresoluto, examinou os arredores.
Os termos destacados classificam-se, respectivamente, como
objeto
a)
b)
c)
d)
RESOLUO
Resposta: C
Objeto direto o termo da orao que se relaciona, sem o
auxlio da preposio, a um verbo transitivo direto, completandolhe o sentido e representando o alvo, o paciente, o destinatrio ou
o resultado do fato verbal. J o objeto indireto integra o sentido
de verbo transitivo indireto e a ele se conecta por meio de
preposio obrigatria. Ele tambm funciona como o receptor do
processo verbal. Portanto, os termos destacados classificam-se da
seguinte forma:
- nos urubus: objeto indireto, pois completa o sentido do
verbo transitivo indireto pensar (pensou quem pensa,
pensa em algo ou em algum);
- a barba ruiva e suja: objeto direto, pois completa o
sentido do verbo transitivo direto coar (coou quem
coa, coa alguma coisa ou algum);
- os arredores: objeto direto, pois completa o sentido do
verbo transitivo direto examinar (examinou quem
examina, examina algo).
Conforme o item 1.2 do programa de matrias e as pginas 348 e
352 do livro: CEGALLA, Domingos Paschoal. Novssima
Gramtica da Lngua Portuguesa. So Paulo: Companhia
Editora Nacional, 2008.
aqueles, essas.
aqueles, estas.
estes, aquelas.
esses, aquelas.
Pgina 8
AS QUESTES DE 26 A 50 REFEREM-SE
LNGUA INGLESA
Read the text and answer questions 29, 30, 31 and 32.
The food that everyone loves
10
10
15
RESOLUO
Resposta: A
As linhas 7 a 9 justificam a resposta correta.
Procrastinadores adiam ou delongam seus compromissos at
que seja tarde demais.
But
Besides
Therefore
In spite of
RESOLUO
Resposta: B
Besides usado para introduzir uma sentena comeando
com a forma -ing. A palavra besides acrescenta a ideia que
chocolate delicioso ao fato de ele ser nutritivo.
Conforme a pgina 67, item 3 do vocbulo besides, do
livro: English Usage Collins Cobuild.
RESOLUO
Resposta: D
As linhas 4 a 7 justificam a resposta correta. Nem todas as
pessoas (not everyone / not everybody) conseguem gerenciar o
tempo de maneira eficaz.
a)
b)
c)
d)
RESOLUO
Resposta: A
As linhas 8 a 14 justificam a resposta correta. A boa notcia
sobre o chocolate, especialmente o escuro (com maior teor de
cacau), que ele contm um alto nvel de substncias boas
sade.
forget.
cancel.
expect.
postpone.
RESOLUO
Resposta: D
Put off (adiar) sinnimo de postpone.
Conforme item 3.1.12.6 do programa de matrias e pgina
1012 do dicionrio Advanced Dictionary of American English
Collins Cobuild.
a)
b)
c)
d)
RESOLUO
Resposta: D
A expresso it can be bad for you if you overdo it
significa que, no contexto, chocolate no deve ser consumido em
grandes quantidades diariamente. Caso contrrio, se for
consumido em excesso (overdo), ele poder ser prejudicial
sade.
Pgina 9
a)
b)
c)
d)
a)
b)
c)
d)
like
for granted
for instance
for example
RESOLUO
Resposta: B
A expresso such as (tal como/tais como) tem o mesmo
significado que as expresses like (como), for instance (por
exemplo) e for example (por exemplo).
Read the text and answer questions 33, 34, 35 and 36.
10
15
circus.
handlers.
zoo park.
elephants.
RESOLUO
Resposta: A
Its um pronome que indica posse. Em ingls, a
concordncia se faz com o possuidor. No texto, o circo
(possuidor) foi forado a entregar seus elefantes.
Conforme item 3.1.4 do programa de matrias e pgina 255
do livro: English Usage Collins Cobuild.
36 The
A celebrity crusade
1
a)
b)
c)
d)
a handler / Heather
Heather / an actress
a celebrity / an actress
Kim Basinger / Heather
RESOLUO
Resposta: D
O pronome pessoal she est substituindo dois substantivos
femininos no singular, respectivamente: Kim Basinger (linha 1)
e Heather - a elefanta (linha 10) que, apesar de ser um animal,
foi caracterizada como she para valoriz-la, atribuindo a ela
(elefanta) um valor afetivo.
Conforme item 3.1.4 do programa de matrias e pgina 417,
item 1 do verbete she, do livro: English Usage Collins
Cobuild.
Read the text and answer questions 37, 38 and 39.
GLOSSARY
dragged around arrastados.
Circus
Celebrities
Entertainment
Animal Rights
RESOLUO
Resposta: D
Nas demais alternativas, os tpicos no revelam ideias ou
argumentos coerentes com o texto. Animal Rights significa
Direitos dos Animais.
RESOLUO
Resposta: D
As linhas 12 a 16 justificam a resposta correta. O circo
itinerante foi forado a entregar seus dois elefantes sobreviventes
ao zoolgico local o que indica que o zoolgico ficou
responsvel por eles.
10
ever
even
never
always
RESOLUO
Resposta: A
O advrbio ever significa em algum momento, alguma
vez e pode ser usado em uma sentena com if.
Conforme a pgina 536, item 1, do verbete ever do
dicionrio Longman Dictionary of Contemporary English.
Pgina 10
a)
b)
c)
d)
a)
b)
c)
d)
RESOLUO
Resposta: C
As linhas 4 a 7 justificam a resposta correta. Os guardas da
Rainha ficam completamente imveis (stand absolutely still) at
mesmo quando turistas tentam fazer com que eles se movam.
RESOLUO
Resposta: A
As linhas 4 a 5 justificam a resposta correta. Mais de um tero
dos usurios entrevistados admitiram ter sentimentos negativos (tais
como frustrao e inveja de seus amigos aparentemente mais bemsucedidos) aps acessar a plataforma Facebook.
42 In
The guns are not just for show, in the text, the
sentence means that the guns are
a)
b)
c)
d)
a)
b)
c)
d)
39 In
real.
fake.
only on display.
used during special events.
RESOLUO
Resposta: A
A expresso for show significa que algo usado com o
propsito de impressionar mais do que ser til. No contexto, as
armas no so usadas somente com o propsito de impressionar.
Na realidade, elas so carregadas (they are loaded).
Conforme a pgina 1525, item 7, do verbete show do
dicionrio Longman Dictionary of Contemporary English.
surely.
positively.
apparently.
undoubtedly.
RESOLUO
Resposta: C
Seemingly o mesmo que apparently. Ambos os
advrbios significam aparentemente ou seja, so usados
quando algo no necessariamente verdadeiro.
Conforme o item 3.1.8 do programa de matrias e pgina
1486 do dicionrio Longman Dictionary of Contemporary
English.
Read the text and answer questions 43, 44, 45 and 46.
English ghost stories
1
10
GLOSSARY
dungeons masmorras, prises, calabouos
many
some
much
a few
text:
RESOLUO
Resposta: C
A palavra much usada com adjetivos comparativos para
enfatizar a diferena entre coisas. O texto afirma que seria muito
mais (much more) difcil descobrir informaes sobre usurios
offline do que online.
Conforme a pgina 306, item 3, do verbete much do livro:
English Usage Collins Cobuild.
a)
b)
c)
d)
One
Among
Between
Considering
RESOLUO
Resposta: B
No contexto, among foi usado para indicar que o fantasma
de Lady Jane Grey pertence ao grupo de fantasmas mais
famosos/conhecidos na Gr-Bretanha.
Conforme a pgina 45, item 4, do verbete among do
dicionrio Longman Dictionary of Contemporary English.
Pgina 11
a) in fact.
b) presently.
c) currently.
d) not really.
RESOLUO
Resposta: A
Actually o mesmo que in fact. Ambas so usadas para
enfatizar a verdade de uma situao.
Conforme a pgina 16, item 2, do verbete actually do
dicionrio Longman Dictionary of Contemporary English.
a)
b)
c)
d)
a) was crowned.
b) lost her temper.
c) had minor injuries.
d) had her head cut off.
RESOLUO
Resposta: D
Behead significa cortar a cabea de algum (cut
somebodys head off) como punio.
Conforme a pgina 123, verbete behead do dicionrio
Longman Dictionary of Contemporary English.
48 ...
a)
b)
c)
d)
RESOLUO
Resposta: B
As ltimas duas linhas do texto revelam que o fantasma de Lady
Jane Grey um dos mais conhecidos da Gr-Bretanha. Embora
existam outros fantasmas, nem todos so to famosos quanto o dela.
a)
b)
c)
d)
Careless drivers.
Reckless pedestrians.
Constant traffic jams.
Increasing violence in the traffic.
RESOLUO
Resposta: D
O texto menciona, em seus trs pargrafos, casos de
violncia no trnsito em decorrncia do comportamento
agressivo dos motoristas. Algumas expresses/verbos denotam
esse mau-comportamento ao volante: aggressive behaviour on
45 In Lady Jane Grey, Queen of England, who was the roads, losing their temper behind the wheel, fights
beheaded outside the Tower, (lines 6 and 7), the underlined between motorists, punched by a driver e was beaten
senseless by a vehicles two occupants.
words could be replaced by
more and more drivers were losing their temper
behind the wheel, (lines 7 and 8), means that drivers
need to control their temper.
became bad-tempered while repairing their wheels.
were lost because they didnt know where they were.
were becoming so angry that they couldnt control
themselves while driving.
RESOLUO
Resposta: D
A alternativa D explica o significado da expresso lose
someones temper ficar muito nervoso e, consequentemente,
46 The last two lines in the text reveal that
perder o controle sobre si mesmo.
a) visitors see the ghost of Lady Jane Grey more often than
Conforme pgina 1707, item 2, do verbete temper do
others.
dicionrio Longman Dictionary of Contemporary English.
b) not all of the ghosts in Britain are as famous as Lady Jane
Greys.
49 Whats the active voice for A 78-year-old man died
c) the ghost of Lady Jane Grey is the most famous one in Britain. after he had been punched by a driver.?
d) apart from Lady Jane Greys, the ghosts in Britain are not
A 78-year-old man died after a driver _______ him.
famous at all.
Read the text and answer questions 47, 48, 49 and 50.
Mad car disease
It was in the summer of 1992 that Britains
two main motoring organisations, the RAC
(Royal Automobile Club) and the AA
(Automobile Association), started to issue
warnings about an increase in aggressive
5
behaviour on the roads.
The RAC noted that more and more drivers
were losing their temper behind the wheel,
and there were reports of fights between
motorists.
10
In Wakefield, West Yorkshire, a 78-year-old
man died after he had been punched by a
driver half his age during a dispute at a set of
traffic lights. In another incident a pedestrian
who forced a van driver to brake suddenly
15
was beaten senseless by a vehicles two
occupants.
(Adapted from Speak Up # 9)
GLOSSARY
to issue warnings divulgar advertncias
1
has punched
had punched
was punching
would have punched
RESOLUO
Resposta: B
Ao se transformar voz passiva em voz ativa, deve-se
observar que o verbo principal (to punch) dever ser empregado
no mesmo tempo verbal do verbo auxiliar. Se o verbo be, na
voz passiva, est conjugado no tempo passado perfeito (had
been) porque o verbo principal da voz ativa foi tambm
empregado no passado perfeito (had punched).
Conforme o item 3.1.12.5 do programa de matrias e a
pgina 603 do livro: English Usage Collins Cobuild.
50 The
refers to
a)
b)
c)
d)
van driver.
pedestrian.
government.
a 78-year-old man.
RESOLUO
Resposta: B
Who um pronome relativo utilizado para identificar
pessoas sobre as quais estamos falando. No texto, who se
refere ao pedestre.
Conforme a pgina 520, item 3, do verbete who do livro:
English Usage Collins Cobuild.
Pgina 12
30.
45.
60.
90.
RESOLUO
Resposta: C
Sejam x r, x e x + r as medidas, em graus, dos ngulos
internos do tringulo. Assim, como a soma dos ngulos internos
180:
(x r ) + x + (x + r) = 180 3x = 180 x = 60 (esse
ngulo independe do valor da razo).
Logo, um desses ngulos mede 60.
Conforme item 4.1 do programa de matrias (Progresso
aritmtica) e pginas 350 e 351 do livro: GIOVANNI, Jos Ruy;
BONJORNO, Jos Roberto. Matemtica uma nova
abordagem. Ensino mdio. So Paulo: FTD, 2000. v. 2.
52 Seja
90.
120.
150.
180.
16
rad em graus, obtm-se
9
b) 220.
c) 280.
d) 320.
RESOLUO
Resposta: D
Como rad equivale a 180:
16.180
16
rad =
= 16.20 = 320 .
9
9
Conforme item 4.3 do programa de matrias (relaes de
converso) e pgina 412 do livro: FACCHINI, Walter.
Matemtica para a escola de hoje. So Paulo: FTD, 2006.
Volume nico.
a
a
4
3
uma
, cos x = e sen 2 x = . Se
b
b
5
5
frao irredutvel, ento b a igual a
55 Sejam
a)
b)
c)
d)
sen x =
1.
2.
3.
4.
RESOLUO
Resposta: A
A
3 4 24
sen 2 x = 2 . sen x. cos x sen 2 x = 2. . =
5 5 25
a = 24 e b = 25 b a = 25 24 = 1
RESOLUO
Resposta: D
= 180 .
=B
+C
No trapzio, + D
=D
e C
.
Como o trapzio issceles, = B
= +D
= 180 .
Assim, + C
Conforme item 4.2 do programa de matrias (Propriedades
dos trapzios) e pginas 101 e 102 do livro: DOLCE, Osvaldo;
POMPEO, Jos Nicolau. Fundamentos de matemtica
elementar: Geometria plana. 8. ed. So Paulo: Atual, 2005. v. 9.
x 2 y = 1
um
2 x 3 y = 3
nmero
20.
30.
45.
60.
a)
b)
c)
d)
RESOLUO
Resposta: B
Sejam a medida do ngulo oposto ao cateto, x a medida do
cateto e 2x a medida da hipotenusa.
Sabendo que, em um tringulo retngulo, o seno de um
ngulo oposto a um cateto igual razo entre esse cateto e a
hipotenusa, tem-se:
2x
x
1
sen =
=
x
2x 2
Assim, = 30.
Conforme item 4.3 do programa de matrias (Razes
trigonomtricas no tringulo retngulo) e pginas 399 e 403 do
livro: FACCHINI, Walter. Matemtica para a escola de hoje.
So Paulo: FTD, 2006. Volume nico.
par primo.
mpar primo.
par no primo.
mpar no primo.
RESOLUO
Resposta: B
Isolando o valor de x na primeira equao, tem-se que x
= 1 + 2y. Substituindo esse valor na segunda equao vem:
2(1 + 2y) 3y = 3 2 + 4y 3y = 3 y = 1
Substituindo y por 1 em x = 1 + 2y, obtm-se x = 1+ 2.1 = 3.
Assim, x um nmero mpar primo.
Conforme item 4.4 do programa de matrias (Sistemas lineares)
e pgina 155 do livro: GIOVANNI, Jos Ruy; BONJORNO,
Jos Roberto. Matemtica uma nova abordagem. Ensino
mdio. So Paulo: FTD, 2000. v. 2.
Pgina 13
(2 x 3)(4 x + 1)
uma funo. Um valor que
( x + 2)( x 5)
no pode estar no domnio de f
57 S e j a m
1 1
1 2
as matrizes A =
e B=
. A
0 1
1 0
soma dos elementos de A.B
60 Seja
a)
b)
c)
d)
a)
b)
c)
d)
0.
1.
2.
3.
RESOLUO
Resposta: B
1.2 + 1.0
1 1 1 2 1.(1) + 1.1
A.B =
.
=
=
0.2 + (1).0
0 1 1 0 0.(1) + (1).1
0 2
1 0
5 2
.
2
b)
3 2
.
2
c)
2 2.
d)
2.
2 2 + (2) 2
f ( x ) = x 2 5x + 4 ______ e a
maior ______ . Completam corretamente a afirmao, na
devida ordem, as palavras
par e par.
par e mpar.
mpar e par.
mpar e mpar.
RESOLUO
Resposta: C
As razes
da
funo
so
as
razes
da
equao
x 5 x + 4 = 0.
= (5) 2 4.(1).(4) = 25 16 = 9
| ax p + by p + c |
a 2 + b2
yp) reta ax + by + c = 0.
Assim, a distncia de (3, 1) reta 2x 2y + 2 = 0
| 2.3 2.1 + 2 |
1.
2.
3.
5.
RESOLUO
Resposta: D
Como o denominador de uma frao no pode ser igual a
(2 x 3)(4 x + 1)
zero, observando a lei de formao de f,
, tem-se:
( x + 2)(x 5)
(x + 2)(x 5) 0 x + 2 0 e x 5 0 x -2 e x 5.
Assim, um valor que no pode estar no domnio de f 5.
Conforme item 4.1 do programa de matrias (Domnio de uma
funo) e pgina 32 do livro: FACCHINI, Walter. Matemtica
para a escola de hoje. So Paulo: FTD, 2006. Volume nico.
a)
b)
c)
d)
RESOLUO
Resposta: B
A frmula
f (x) =
6
2 2
3
2
3 2
.
2
(5) 9
5+3
53
x' =
= 1 e x' ' =
=4
2
2
2 .1
Assim, a menor raiz (1) mpar e a maior (4) par.
Conforme item 4.1 do programa de matrias (funo
quadrtica) e pgina 194 do livro: GIOVANNI, Jos Ruy;
BONJORNO, Jos Roberto. Matemtica uma nova
abordagem. Ensino mdio. So Paulo: FTD, 2000. v. 1.
x=
a)
b)
c)
d)
a)
b)
c)
d)
RESOLUO
Resposta: C
Os 3 pontos estaro alinhados se:
2
0 1
RESOLUO
Resposta: B
Por definio, Amostra um subconjunto de uma
Populao.
Conforme item 4.5 do programa de matrias (Amostra) e pgina
311 do livro: FACCHINI, Walter. Matemtica para a escola de
hoje. So Paulo: FTD, 2006. Volume nico.
5.
4.
3.
2.
1 1 = 0 2 + 2a (a + 1) 4 = 0
a +1 2 1
2a 2 a 1 = 0 a = 3
Conforme item 4.7 do programa de matrias (Condio de
alinhamento de trs pontos) e pgina 30 do livro: GIOVANNI, Jos
Ruy; BONJORNO, Jos Roberto. Matemtica uma nova
abordagem. Ensino mdio. So Paulo: FTD, 2001. v. 3.
Pgina 14
RESOLUO
Resposta: C
1
sen x
e sen x = u, e sabendo que tg x =
,
t
cos x
sen x
1
u
tem-se: tg x =
=
cos x = u.t
cos x
t cos x
Assim, uma maneira de expressar o valor de cos x u.t .
Conforme item 4.3 do programa de matrias (Identidade
trigonomtrica) e pgina 445 do livro: FACCHINI, Walter.
Matemtica para a escola de hoje. So Paulo: FTD, 2006.
Volume nico.
Sendo tg x =
3
.
2
2
.
2
2
.
3
1
.
3
RESOLUO
Resposta: A
O hexgono regular pode ser decomposto em 6 tringulos
equilteros (ver figura), onde a altura de cada um o aptema do
hexgono.
a
,e
l
igual razo entre o aptema e o
lado.
maior que m.
menor que m.
maior ou igual a m.
menor ou igual a m.
RESOLUO
Resposta: A
l
l
a
Para log a b existir, deve-se ter:
60
3
logaritmando
positivo: b > 0
A
B
Assim, r = sen 60 =
.
M
2
base positiva e diferente de 1: a > 0 e a 1
l
Em f(x) = log (x m), a base 10 (base positiva e diferente
de
1),
ento, para que f(x) exista, necessrio ainda que
Conforme item 4.2 do programa de matrias (Polgono regular
(x
m)
> 0 x > m, ou seja, x deve ser maior que m.
circunscrito) e pgina 272 do livro: DOLCE, Osvaldo; POMPEO,
Conforme
item 4.1 do programa de matrias (Funo
Jos Nicolau. Fundamentos de matemtica elementar: Geometria
logartmica) e pgina 267 do livro: GIOVANNI, Jos Ruy;
plana. 8. ed. So Paulo: Atual, 2005. v. 9.
BONJORNO, Jos Roberto. Matemtica uma nova
64 Uma piscina tem a forma de um paraleleppedo retngulo e abordagem. Ensino mdio. So Paulo: FTD, 2000. v. 1.
tem, no seu centro, um cubo de concreto de 1 m de aresta,
como mostra a figura. O volume de gua necessrio para encher
a piscina, em m3,
67 Considere as medidas indicadas na figura e que
sen
70 = 0,9. Pela Lei dos Senos, obtm-se sen x = _____ .
a) 12.
1m
b) 11.
a) 0,4
x
c) 10.
b) 0,5
3m
6
d) 9.
c) 0,6
4m
d) 0,7
70
RESOLUO
RESOLUO
4
Resposta: B
Resposta: C
O volume Vp de gua necessrio para encher a piscina a
Pela Lei dos Senos:
diferena entre os volumes do paraleleppedo (V) e do cubo (v),
4
6
4.sen 70 4.0,9 3,6
=
sen x =
=
=
= 0,6
ou seja, Vp = V v.
sen
x
sen
70
6
6
6
V = 4x3x1 = 12
Conforme item 4.3 do programa de matrias (Lei dos senos) e
v = 13 = 1
pgina 491 do livro: FACCHINI, Walter. Matemtica para a
Vp = V v = 12 1 = 11.
Conforme item 4.6 do programa de matrias (Prismas) e escola de hoje. So Paulo: FTD, 2006. Volume nico.
pginas 313 e 314 do livro: GIOVANNI, Jos Ruy; BONJORNO,
Jos Roberto. Matemtica uma nova abordagem. Ensino
mdio. So Paulo: FTD, 2000. v. 2.
68 Na figura, AB = 8 cm o dimetro do crculo de centro O
1
e AO o dimetro do semicrculo. Assim, a rea sombreada
65 Sendo tg x = e sen x = u, uma maneira de expressar o
dessa figura _____ cm2.
t
valor de cos x
O
a)
t.
u
b)
.
t
c) u.t .
d) u + t .
a)
b)
c)
d)
Pgina 15
14
13
11
10
RESOLUO
Resposta: A
Sejam A1 a rea do crculo de centro O e raio 4 cm e A2 a
rea do semicrculo de raio 2 cm.
Ento, a rea sombreada da figura A = A1 A2.
.2 2
= 16 2 = 14 cm 2 .
2
Conforme item 4.2 do programa de matrias (rea do crculo) e
pgina 337 do livro: DOLCE, Osvaldo; POMPEO, Jos Nicolau.
Fundamentos de matemtica elementar: Geometria plana. 8. ed.
So Paulo: Atual, 2005. v. 9.
Assim: A = .4 2
f ( x ) = ( x + 1) . m x 1 . Se
4.
3.
2.
1.
a)
b)
c)
d)
Se f ( x ) = ( x + 1) . m x 1 e f(2) = 6, tem-se:
f(2) = (2 + 1) . m 2 1 = 6 3 . m = 6 m = 2
Conforme item 4.1 do programa de matrias (Funo
definida por frmula) e pgina 127 do livro: GIOVANNI, Jos
Ruy; BONJORNO, Jos Roberto. Matemtica uma nova
abordagem. Ensino mdio. So Paulo: FTD, 2000. v. 1.
RESOLUO
Resposta: B
Num cilindro equiltero tem-se g = h = 2r. Assim, se
g = 8 cm, tem-se h = 8 cm e r = 4 cm.
Como AL = 2 r . h , tem-se: AL = 2 . 4 . 8 = 64 cm2 .
Conforme item 4.6 do programa de matrias (Cilindro: rea
lateral) e pgina 352 do livro: GIOVANNI, Jos Ruy;
BONJORNO, Jos Roberto. Matemtica uma nova
abordagem. Ensino mdio. So Paulo: FTD, 2000. v. 2.
a)
2 3.
b)
3 2.
c)
3.
d)
2.
RESOLUO
Resposta: D
V
5.
b)
5.
c)
2 5.
d)
3 5.
RESOLUO
Resposta: D
Se z = a + bi, ento o mdulo de z = a 2 + b 2 . Assim:
1 = 12 + 2 2 = 5 e
2 = 4 2 + (2) 2 = 20 = 2 5 .
Portanto 1 + 2 = 5 + 2 5 = 3 5 .
Conforme item 4.8 do programa de matrias (Mdulo de um
complexo) e pgina 159 do livro: GIOVANNI, Jos Ruy;
BONJORNO, Jos Roberto. Matemtica uma nova
abordagem. Ensino mdio. So Paulo: FTD, 2001. v. 3.
128
64
32
16
RESOLUO
Resposta: C
a)
5 + 12i.
9 + 12i.
13 + 4i.
9 + 4i.
RESOLUO
Resposta: A
z2 = (3 + 2i)2 = (3 + 2i).(3 + 2i) = 3.3 + 3.(2i) + (2i).3 +
(2i).(2i) = 9 + 6i + 6i + 4i2 = 9 + 12i + 4(1) = 5 + 12i
Conforme item 4.8 do programa de matrias (Nmeros
complexos: operaes) e pgina 153 do livro: GIOVANNI, Jos
Ruy; BONJORNO, Jos Roberto. Matemtica uma nova
abordagem. Ensino mdio. So Paulo: FTD, 2001. v. 3.
68.
65.
60.
54.
RESOLUO
Resposta: B
Foram vendidos 70 ingressos a R$ 50,00 e 30 ingressos a R$
100,00. Portanto, ao calcular a mdia aritmtica ponderada dos
valores pagos, obtm-se o preo mdio do ingresso. Assim:
70.50 + 30.100 3500 + 3000
=
= 65 R$ 65,00
100
100
Conforme item 4.5 do programa de matrias (Mdia) e
pgina 421 do livro: GIOVANNI, Jos Ruy; BONJORNO, Jos
Roberto. Matemtica uma nova abordagem. Ensino mdio.
So Paulo: FTD, 2000. v. 2.
Pgina 16
Pcos
Psen
P
Conforme item 5.1 do programa de matrias (Dinmica) e pginas
de 201 do livro: BONJORNO, Jos Roberto; BONJORNO, Regina
Azenha; BONJORNO, Valter; Ramos, Clinton Mrcico. Fsica:
Histria & Cotidiano. So Paulo: FTD, 2003. v. 1.
78 Considere a funo
1
2
3
4
RESOLUO
Resposta: D
Para x = 0 m
0 = t(4-t)
logo
t=0 ou t=4s
Conforme item 5.2 do programa de matrias (Dinmica) e pgina
65 do livro: BONJORNO, Jos Roberto; BONJORNO, Regina
Azenha; BONJORNO, Valter; Ramos, Clinton Mrcico. Fsica:
Histria & Cotidiano. So Paulo: FTD, 2003. v. 1.
A
B
C
D
100
x(km)
A B
0
t(h)
RESOLUO
Resposta: A
No grfico x versus t a tangente do ngulo de inclinao
da funo d o valor da velocidade mdia. A partir do grfico
podemos verificar que o maior valor de tangente pela inclinao
do grfico posio x tempo do veculo A. Portanto, A possui a
maior velocidade mdia e consequentemente, maior consumo.
Conforme item 5.2 do programa de matrias (Dinmica) e pgina
54 do livro: BONJORNO, Jos Roberto; BONJORNO, Regina
Azenha; BONJORNO, Valter; Ramos, Clinton Mrcico. Fsica:
Histria & Cotidiano. So Paulo: FTD, 2003. v. 1.
a)
b)
c)
d)
I e III
II e III
I, II e III
II, III e IV
RESOLUO
Resposta: A
I - est correta, pois o aumento de velocidade implica em uma
acelerao e, conseqentemente, em uma fora aplicada no
sentido do movimento.
II - est incorreta, pois como velocidade constante, acelerao e
fora so nulas. Isto no significa que no existam foras
aplicadas no ponto, mas que a fora resultante nula.
III - est correta, pois a velocidade est variando, implicando na
existncia de uma fora atuante, pressuposto da 2a lei de Newton.
IV - est incorreta, tendo em vista que o mvel no est em
repouso, mas sim em velocidade constante.
Conforme item 5.3 do programa de matrias (Dinmica) e pgina
165 do livro: BONJORNO, Jos Roberto; BONJORNO, Regina
Azenha; BONJORNO, Valter; Ramos, Clinton Mrcico. Fsica:
Histria & Cotidiano. So Paulo: FTD, 2003. v. 1.
113
170
204
340
RESOLUO
Resposta: B
Tempo gasto na propagao do som
x 408
t =
=
= 1,2 s .
v
340
tempo gasto pela bala
t = 3,6 1,2 = 2,4 s
velocidade da bala
x 408
v=
=
= 170 m / s
t
2,4
Conforme item 5.2 do programa de matrias (Dinmica) e pgina
44 do livro: BONJORNO, Jos Roberto; BONJORNO, Regina
Azenha; BONJORNO, Valter; Ramos, Clinton Mrcico. Fsica:
Histria & Cotidiano. So Paulo: FTD, 2003. v. 1.
250 m
125 m
75 m
50 m
t (s)
Pgina 18
RESOLUO
Resposta: B
a)
b)
c)
d)
vB = 50 m/s
EMA = EMB
E C A + E PA = E C B + E PB
Sendo :
ECA = 0
E PB = 0
Tem se :
E PA = E C B
mgh =
mv 2
2
v 2 (50) 2
=
= 125 m
2g
20
Conforme item 5.3 do programa de matrias (Dinmica) e
pginas de 255 a 257 do livro: BONJORNO, Jos Roberto;
BONJORNO, Regina Azenha; BONJORNO, Valter; Ramos,
Clinton Mrcico. Fsica: Histria & Cotidiano. So Paulo:
FTD, 2003. v. 1.
h=
t = 2s
V0 = 0 (repouso)
RESOLUO
Resposta: B
F
P=
S
onde:
P = presso
F = fora (peso, no caso)
S = rea (rea de contato dos pneus com o solo)
Ou seja, considerando constante o peso, se aumentarmos o
nmero de pneus, aumenta-se a rea e, portanto, diminui-se a
presso exercida pelos pneus no solo.
Conforme item 5.4 do programa de matrias (Dinmica) e pgina
362 do livro: BONJORNO, Jos Roberto; BONJORNO, Regina
Azenha; BONJORNO, Valter; Ramos, Clinton Mrcico. Fsica:
Histria & Cotidiano. So Paulo: FTD, 2003. v. 1.
85 Um
Dados:
densidade da gua 103kg/m3
acelerao da gravidade (g) = 10 m/s2
a)
b)
c)
d)
a) 5,0
b) 10,0
c) 15,0
d) 20,0
RESOLUO
Resposta: B
F = 25 N; Fat = 5 N
9900
990
99
9
RESOLUO
Resposta: A
E
r
Fat
r
F
V = 4m / s
FR = F Fat
FR = 25 5
E = P + Fmola
FR = 20 N
Kx
Vg P = Fmola
V = V0 + at
10 3
V V0 4 0
a=
=
= 2m / s 2
t
2
FR = Ma
kg
m
1m 3 10
m
s
10kg 10
m
s2
= Fmola
Fmola = 9900 N
20 = M 2
M = 10 kg
Conforme item 5.3 do programa de matrias (Dinmica) e pgina
191 do livro: BONJORNO, Jos Roberto; BONJORNO, Regina
Azenha; BONJORNO, Valter; Ramos, Clinton Mrcico. Fsica:
Histria & Cotidiano. So Paulo: FTD, 2003. v. 1.
Pgina 19
10
102
103
104
RESOLUO
Resposta: C
somente II e III.
somente I e II.
somente I e III.
I, II e III.
g
m = 1 3 .1000 cm 3
cm
m = 1000 g = 1 kg
RESOLUO
Resposta: C
A afirmao II est errada, a freqncia constante no fenmeno
da refrao. As afirmaes I e III esto corretas.
Conforme item 5.5 do programa de matrias (Dinmica) e pgina
274 do livro: BONJORNO, Jos Roberto; BONJORNO, Regina
Azenha; BONJORNO, Valter; Ramos, Clinton Mrcico. Fsica:
Histria & Cotidiano. So Paulo: FTD, 2003. v. 2. E pgina 51
da bibliografia GASPAR, Alberto. Fsica. So Paulo: tica,
2009, 2 ed. v.2
log o,
F P mg
= =
A A a2
m
d = m = d.v
v
p=
[ ]
p=
1 10
2 2
= 103 Pa
10.10
Conforme item 5.4 do programa de matrias (Hidrosttica) e
pginas de 363 a 366 do livro: BONJORNO, Jos Roberto;
BONJORNO, Regina Azenha; BONJORNO, Valter; Ramos,
Clinton Mrcico. Fsica: Histria & Cotidiano. So Paulo:
FTD, 2003. v. 1.
1,0
1,5
2,0
2,5
RESOLUO
Resposta: C
v = f
v 3.108 m / s
3.108
=
=
m
f 150.10 6 s 1 1,5.108
= 2,0m
Conforme item 5.5 do programa de matrias (Dinmica) e pgina
265 do livro: BONJORNO, Jos Roberto; BONJORNO, Regina
Azenha; BONJORNO, Valter; Ramos, Clinton Mrcico. Fsica:
Histria & Cotidiano. So Paulo: FTD, 2003. v. 2.
=
radiao.
conduo.
conveco.
eletrizao.
RESOLUO
Resposta: A
A percepo visual e a transmisso de calor por radiao so
explicadas pelo mesmo conceito de propagao de ondas
eletromagnticas.
Conforme item 5.6 do programa de matrias (Dinmica) e pgina
68 do livro: BONJORNO, Jos Roberto; BONJORNO, Regina
Azenha; BONJORNO, Valter; Ramos, Clinton Mrcico. Fsica:
Histria & Cotidiano. So Paulo: FTD, 2003. v. 2.
calor latente.
ponto de fuso.
calor especfico.
capacidade trmica ou calorfica.
RESOLUO
Resposta: D
Define-se Capacidade trmica ou calorfica como a
caracterstica de um determinado corpo (no da substncia ou
material de que constitudo) de variar sua temperatura em
funo da quantidade de calor absorvida ou cedida. Logo a
alternativa D a correta.
O conceito de calor latente est relacionado com o fato de a
temperatura no se alterar quando est ocorrendo mudana de
estado fsico. Logo a alternativa A est incorreta.
Pgina 20
RESOLUO
Resposta: D
A dilatao um fenmeno trmico relativo ao aumento de
dimenses de um corpo devido ao aumento da temperatura. Est
relacionado com o movimento vibratrio que tomos, ons ou
molculas sofrem com a variao de temperatura. Portanto, o
fenmeno abrange os slidos, os lquidos e os gases.
Conforme item 5.6 do programa de matrias (Dinmica) e
pgina 19 do livro: BONJORNO, Jos Roberto; BONJORNO,
Regina Azenha; BONJORNO, Valter; Ramos, Clinton Mrcico.
Fsica: Histria & Cotidiano. So Paulo: FTD, 2003. v. 2
92 Uma
real, direita
real, invertida
virtual, direita
virtual, invertida
RESOLUO
Resposta: D
Por se tratar de uma imagem virtual p= - 20 cm, e conforme
o desenho a seguir pode-se perceber que p = 10 cm.
30 cm
Assim:
1 1 1
= +
f p p'
1 1
1
=
f 10 20
f = 20 cm
Conforme item 5.7 do programa de matrias (ptica) e
pginas de 163 a 167 do livro: BONJORNO, Jos Roberto;
BONJORNO, Regina Azenha; BONJORNO, Valter; Ramos,
Clinton Mrcico. Fsica: Histria & Cotidiano. So Paulo:
FTD, 2003. v. 2.
3,125
3,750
5,000
7,500
RESOLUO:
Resposta: A
Situao inicial: A=8 ; B=4 ; C=2 ; D=1
1 contato: AD = 8+1 = 9 D = 4,5
2 contato: BD = 4+4,5 = 8,5 D = 4,25
3 contato: CD = 2+4,25 = 6,25 D = 3,125
Conforme item 5.8 do programa de matrias (Dinmica) e
pgina 10 do livro: BONJORNO, Jos Roberto; BONJORNO,
Regina Azenha; BONJORNO, Valter; Ramos, Clinton Mrcico.
Fsica: Histria & Cotidiano. So Paulo: FTD, 2003. v. 3.
RESOLUO
Resposta: B
A maquina fotogrfica, que faz parte do grupo dos
instrumentos de projeo, sempre conjuga uma imagem real,
invertida e menor.
Conforme item 5.7 do programa de matrias (Dinmica) e
pgina 221 do livro: BONJORNO, Jos Roberto; BONJORNO,
Regina Azenha; BONJORNO, Valter; Ramos, Clinton Mrcico.
Fsica: Histria & Cotidiano. So Paulo: FTD, 2003. v. 2
RESOLUO
Resposta: D
5
10
15
20
a)
b)
c)
d)
0
0,77
1,29
13,5
Ceq = C1 + C2 + C3 + C4
Ceq = 2,2 + 2,7 + 3,9 + 4,7 = 13,5 F
Conforme item 5.8 do programa de matrias (Dinmica) e
pgina 102 do livro: BONJORNO, Jos Roberto; BONJORNO,
Regina Azenha; BONJORNO, Valter; Ramos, Clinton Mrcico.
Fsica: Histria & Cotidiano. So Paulo: FTD, 2003. v. 3.
Pgina 21
a)
b)
c)
d)
0,1
0,2
0,3
5,0
i
A
RESOLUO
Resposta: A
Req = 10 + 10/2 = 15
iT (ou iR2) = 3/15 = 0,2 A
iR2 = iR1 + iR3
iR1 = iR3 =>
iR3 = iR2/2 = 0,2/2 = 0,1 A
Conforme item 5.8 do programa de matrias (Dinmica) e
pgina 159 do livro: BONJORNO, Jos Roberto; BONJORNO,
Regina Azenha; BONJORNO, Valter; Ramos, Clinton Mrcico.
Fsica: Histria & Cotidiano. So Paulo: FTD, 2003. v. 3.
duplicar.
quadruplicar.
no se alterar.
reduzir a metade.
RESOLUO
Resposta: C
A capacitncia de um capacitor somente alterar se alguma
caracterstica geomtrica ou o material de que feito for
alterado.
Nesse caso, o capacitor o mesmo e, portanto, o aumento
de tenso acarretar somente a duplicao da quantidade de
cargas no capacitor permanecendo a capacitncia constante.
Conforme item 5.8 do programa de matrias (Dinmica) e
pgina 98 do livro: BONJORNO, Jos Roberto; BONJORNO,
Regina Azenha; BONJORNO, Valter; Ramos, Clinton Mrcico.
Fsica: Histria & Cotidiano. So Paulo: FTD, 2003. v. 3.
a)
b)
c)
d)
a)
RESOLUO
Resposta: B
Materiais ferromagnticos so atrados por, qualquer um dos
plos de um m.
Conforme item 5.9 do programa de matrias (Dinmica) e
pgina 231 do livro: BONJORNO, Jos Roberto; BONJORNO,
Regina Azenha; BONJORNO, Valter; Ramos, Clinton Mrcico.
Fsica: Histria & Cotidiano. So Paulo: FTD, 2003. v. 3
b)
c)
d)
Pgina 22
RESOLUO
Resposta: A
Utilizando a regra da no direita, a nica alternativa correta
a alternativa A.
Conforme item 5.9 do programa de matrias (Dinmica) e
pgina 238 do livro: BONJORNO, Jos Roberto; BONJORNO,
Regina Azenha; BONJORNO, Valter; Ramos, Clinton Mrcico.
Fsica: Histria & Cotidiano. So Paulo: FTD, 2003. v. 3
Pgina 23