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Estatuto Do Centro Acadêmico de Letras Português

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ESTATUTO​ ​DO​ ​CENTRO​ ​ACADÊMICO​ ​DE​ ​LETRAS​ ​PORTUGUÊS


DO​ ​CAMPUS​ ​POETA​ ​TORQUATO​ ​NETO​ ​DA
UNIVERSIDADE​ ​ESTADUAL​ ​DO​ ​PIAUÍ

Capítulo​ ​I
Da​ ​Entidade

Art. 1º. O CENTRO ACADÊMICO DE LETRAS PORTUGUÊS DA UESPI,


abreviadamente ​CALEP​, constitui-se em associação civil, com personalidade
jurídica própria, sem fins lucrativos, com sede e foro em Teresina, Estado do
Piauí,​ ​na​ ​Rua​ ​João​ ​Cabral,​ ​2231,​ ​bairro​ ​Pirajá.

§ 1º - O ​CALEP é um órgão de associação e representação legal dos membros


do corpo discente do curso de ​LICENCIATURA PLENA EM LETRAS
PORTUGUÊS da Universidade Estadual do Piauí – UESPI, Campus Poeta
Torquato​ ​Neto.

§ 2º - O ​CALEP reconhece o Diretório Central de Estudantes Livre da UESPI


(DCE), como entidade representativa geral dos estudantes da UESPI e a União
Nacional dos Estudantes - UNE, como entidade representativa geral dos
estudantes do Brasil, bem como outras entidades representativas de estudantes
cujos princípios e objetivos não contrariem os seus, conforme definidos neste
estatuto.

§ 3º - Toda ação efetuada em nome deste Estatuto e de conformidade com suas


cláusulas, provém do poder delegado pelos estudantes e em nome deles será
exercido.

§ 4º - É vedado ao ​CALEP o recebimento de qualquer doação que comprometa


politicamente​ ​à​ ​entidade,​ ​sob​ ​pena​ ​de​ ​responsabilidade​ ​por​ ​infração.

Art. 2º.​​ ​O​ ​CALEP​​ ​tem​ ​por​ ​objetivos:


I. Representar os associados na defesa de seus legítimos interesses,
individuais​ ​e​ ​coletivos,​ ​na​ ​forma​ ​deste​ ​estatuto;
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II. Promover, semestralmente, a recepção de calouros e integração de


estudantes;
III. Realizar cursos, seminários, mesa-redondas, rodas de discussão e
outras atividades culturais e acadêmicas e, em especial, a Semana
do​ ​Calouro​ ​de​ ​Letras.
IV. Defender a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão de
qualidade e a defesa dos princípios da Universidade Pública
Brasileira, estimulando a pesquisa socialmente referenciada e a
Extensão​ ​Popular;
V. Acompanhar e participar, semestralmente, da avaliação de
desempenho dos professores, identificando falhas a serem
corrigidas;
VI. Manter um veículo de comunicação periódico, tanto através de
reuniões​ ​bimestrais​ ​presenciais,​ ​além​ ​das​ ​redes​ ​sociais;
VII. Manter​ ​representação​ ​discente​ ​nos​ ​órgãos​ ​colegiados​ ​da​ ​UESPI;
VIII. Estimular a participação de seus membros nos fóruns estudantis em
todos​ ​os​ ​níveis.

Art. 3º. O prazo de duração do ​CALEP é indeterminado, com extinção


somente podendo ocorrer por decisão soberana e unânime da Assembleia Geral
específica para tal fim, com quorum qualificado de no mínimo 60% dos
associados.

Parágrafo único. Extinto o ​CALEP​, seu patrimônio será destinado à entidade


congênere​ ​definida​ ​pela​ ​própria​ ​Assembleia.

Capítulo​ ​II
Dos​ ​Associados

Art. 4º. O ​CALEP é constituído por todos os alunos devidamente


matriculados no curso de graduação em ​LICENCIATURA PLENA EM
LETRAS PORTUGUÊS​, da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), Campus
Torquato​ ​Neto.
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Art. 5º. Fica vedado o direito de serem candidatos a cargo eletivo para
composição da Diretoria Executiva do ​CALEP os associados que não estejam
regularmente​ ​matriculados.

Seção​ ​I
Dos​ ​Direitos​ ​e​ ​Deveres​ ​dos​ ​Associados

Art. 6º.​​ ​São​ ​Direitos​ ​dos​ ​associados​ ​do​ ​CALEP​:


I. Participar das Assembleias Gerais, nela exercendo com ampla
liberdade​ ​seus​ ​direitos​ ​de​ ​opinião​ ​e​ ​voto;
II. Gozar dos serviços e benefícios oferecidos indistintamente pela
entidade;
III. Votar​ ​e​ ​ser​ ​votado​ ​para​ ​a​ ​direção​ ​do​ ​CA​;
IV. Apresentar​ ​sugestões​ ​à​ ​Diretoria​ ​do​ ​CA​;
V. Exigir​ ​o​ ​fiel​ ​cumprimento​ ​deste​ ​Estatuto.

Art. 7º.​​ ​São​ ​deveres​ ​dos​ ​associados​ ​do​ ​CA​:


I. Cumprir​ ​as​ ​normas​ ​contidas​ ​neste​ ​Estatuto;
II. Colocar​ ​os​ ​interesses​ ​coletivos​ ​acima​ ​dos​ ​interesses​ ​pessoais;
III. Exercer, com dedicação e probidade, a função que tenha sido
investido​ ​por​ ​eleição,​ ​concurso​ ​e​ ​nomeação;
IV. Zelar​ ​pelo​ ​patrimônio​ ​moral​ ​e​ ​material​ ​do​ ​CA​;
V. Acatar as decisões tomadas pela Assembleia Geral e/ou pela
Diretoria​ ​Executiva​ ​e/ou​ ​Conselho​ ​de​ ​Representantes​ ​de​ ​Turma;
VI. Participar das Assembleias Gerais e das reuniões para as quais
tenham​ ​sido​ ​convocados.

Art. 8º. Todos os associados gozam de iguais direitos e estão sujeitos a iguais
deveres.

Capítulo​ ​III
Das​ ​Instâncias​ ​Deliberativas

Art. 9º.​​ ​São​ ​instâncias​ ​deliberativas​ ​do​ ​CALEP​:


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I. Assembleia​ ​Geral;
II. Conselho​ ​de​ ​Representantes​ ​de​ ​Turma​ ​-​ ​CRT;​ ​aprovado​ ​8​ ​pessoas;
III. Diretoria​ ​Executiva.

§ 1º - A Assembleia Geral é órgão soberano, detentor do poder maior de


deliberação​ ​da​ ​entidade.

§ 2º - O Conselho de Representantes de Turma (CRT) é órgão de base do


CALEP​, hierarquicamente subordinado apenas à Assembleia Geral, de quem
será legítimo porta-voz, quanto aos interesses, aprovação e reprovação de atos
praticados​ ​pela​ ​Diretoria.

§ 3º - A Diretoria Executiva é órgão administrativo e executor das normas


estatutárias, das reuniões ordinárias e extraordinárias, e das deliberações da
Assembleia​ ​Geral.

Seção​ ​I
Da​ ​Assembleia​ ​Geral

Art. 10. A Assembleia Geral, convocada e instalada na forma do presente


estatuto, é a instância máxima de deliberação do ​CA​, e compõe-se da totalidade
dos​ ​associados​ ​definidos​ ​no​ ​art.​ ​4º.

Art. 11.​​ ​À​ ​Assembleia​ ​Geral​ ​compete:


I. Prestação​ ​de​ ​contas;
II. Aprovar​ ​reforma​ ​ou​ ​emenda​ ​ao​ ​estatuto​ ​do​ ​CA​;
III. Deliberar​ ​sobre​ ​a​ ​exclusão​ ​dos​ ​associados;
IV. Julgar,​ ​em​ ​última​ ​instância,​ ​a​ ​suspensão​ ​dos​ ​associados;
V. Destituir ou exonerar qualquer membro da Direção Executiva que
deixe de cumprir suas atribuições ou tenha comprometido a
imagem​ ​pública​ ​do​ ​CA​;
VI. Decidir​ ​sobre​ ​a​ ​extinção​ ​do​ ​CA​;
VII. Deliberar​ ​sobre​ ​a​ ​pauta​ ​para​ ​a​ ​qual​ ​foi​ ​convocada.

§ 1º - A penalidade prevista no inciso V deste artigo não resulta em prejuízo de


outras a serem tomadas conforme deliberação do plenário da Assembleia, e só
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terá validade se aprovada pelo voto favorável de maioria simples dos membros
da​ ​Assembleia.

§ 2º - A competência prevista no item II só será efetiva com a maioria absoluta


dos​ ​votos​ ​do​ ​CA​.

§ 3º - A extinção do ​CA somente será decidida em Assembleia Geral


Extraordinária, convocada especificamente para tal fim e que tenha presença de
pelo​ ​menos​ ​70%​ ​dos​ ​associados​ ​deliberada​ ​por​ ​unanimidade.

Art. 12.​​ ​A​ ​Assembleia​ ​Geral​ ​realizar-se-á:


I. Por​ ​iniciativa​ ​da​ ​Diretoria​ ​do​ ​CA​;
II. Por requerimento de, pelo menos, 50 (cinquenta) de seus
associados;
III. Por requerimento da Diretoria de Finanças, para apuração de
irregularidades​ ​nas​ ​contas;
IV. Por​ ​decisão​ ​da​ ​maioria​ ​absoluta​ ​do​ ​Conselho​ ​de​ ​Representantes.

Art. 13. A convocação da Assembleia Geral far-se-á por edital que define a
pauta, afixado na porta da entidade e de cada sala de aula com pelo menos 48
(quarenta)​ ​horas​ ​de​ ​antecedência.

Art. 14. A Assembléia Geral será presidida por uma mesa eleita no início dos
trabalhos e que contará com pelo menos um representante da diretoria e um do
CRT.

Parágrafo único. À mesa cabe, entre outras atividades, organizar lista de


presença, checar a identificação dos presentes para fins de controle das votações
e​ ​redigir​ ​a​ ​ata.

Art. 15.​​ ​A​ ​Assembleia​ ​Geral​ ​instalar-se-á:


I. Em primeira convocação, com a presença mínima de 1/3 dos seus
associados;
II. Em segunda convocação, com a presença mínima de 1/5 dos
associados;
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III. Em terceira e última convocação, com a presença de no mínimo


(trinta​ ​e​ ​cinco​ ​associados)​.

Parágrafo único. ​O intervalo entre as convocações devem ser de no mínimo 30


e​ ​de​ ​no​ ​máximo​ ​45​ ​minutos.

Seção​ ​II
Do​ ​Conselho​ ​de​ ​Representantes

Art. 16. Cada turma elegerá 2 (dois) representantes, titular e o outro suplente,
que​ ​substituirá​ ​o​ ​primeiro​ ​em​ ​caso​ ​de​ ​ausência.

Art. 17. O critério para eleição dos representantes será o da maioria simples
dos votos para mandato de 1 (um) ano, podendo ser prorrogado tacitamente caso
haja​ ​concordância​ ​da​ ​turma.

Art. 18. As eleições para Representantes de Turma serão convocadas e


realizadas​ ​pelo​ ​CA​.

§ 1º - A convocação será feita por edital, afixado no quadro de avisos do ​CA​,


murais da Universidade e por redes sociais, mencionando a data e hora de sua
realização.

§ 2º - Os representantes eleitos poderão, a qualquer tempo, perder o mandato, a


requerimento​ ​de​ ​2/3​ ​(dois​ ​terços)​ ​dos​ ​alunos​ ​da​ ​turma,​ ​assumindo​ ​o​ ​suplente.

§ 3º - Impedidos representantes e suplentes, serão convocadas novas eleições


pela​ ​Diretoria​ ​do​ ​CALEP​.

§ 4º - Caso haja unanimidade na turma, os representantes poderão ser eleitos


por​ ​aclamação.

Art. 19. O Conselho de Representantes de Turma (CRT) é composto por 2


(dois) representante de cada turma, que terá direito a voto nas deliberações, e
será​ ​coordenado​ ​pela​ ​Diretoria​ ​do​ ​CA​.
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§ 1º - O CRT (Conselho de Representante de Turma) reunir-se-á,


ordinariamente, 1 (uma) vez por mês ou, extraordinariamente, quando
convocado​ ​pela​ ​maioria​ ​de​ ​seus​ ​membros​ ​ou​ ​pela​ ​Diretoria​ ​do​ ​CA​.

§ 2º - O ​quorum ​para instalação da reunião será de 50% do total de


representantes.

§​ ​ ​3º​ ​-​ ​As​ ​reuniões​ ​do​ ​CRT​ ​serão​ ​presididas​ ​por​ ​um​ ​representante​ ​da​ ​Diretoria.

Art. 20.​​ ​Compete​ ​ao​ ​CRT:


I. discutir as dificuldades de cada turma e do curso em busca de uma
solução​ ​conjunta;
II. propor​ ​iniciativas​ ​a​ ​serem​ ​realizadas​ ​pelo​ ​CA​;
III. deliberar acerca dos problemas identificados pela avaliação
docente;
IV. fiscalizar​ ​a​ ​atuação​ ​da​ ​Diretoria​ ​do​ ​CA​.

Parágrafo único. As deliberações dar-se-ão mediante voto da maioria absoluta


dos​ ​representantes.

Seção​ ​III
Da​ ​Diretoria​ ​Executiva​ ​do​ ​CALEP

Art. 21. A Diretoria Executiva é a equipe anualmente eleita para dirigir os


trabalhos​ ​da​ ​entidade.

Art. 22. A Diretoria Executiva poderá se estruturar no que se refere aos cargos
de​ ​acordo​ ​com​ ​seus​ ​critérios​ ​e​ ​demandas,​ ​devendo​ ​necessariamente​ ​prever:
I. Diretoria​ ​Administrativa;
II. Diretoria​ ​Financeira;
III. Diretoria​ ​de​ ​Combate​ ​às​ ​Opressões;
IV. Diretoria​ ​de​ ​Ensino,​ ​Pesquisa​ ​e​ ​Extensão;
V. Diretoria​ ​de​ ​Assistência​ ​Estudantil;
VI. Diretoria​ ​de​ ​Cultura​ ​e​ ​Eventos.
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§ 1º - A composição destes órgãos pode ser colegiada ou monocrática, devendo


cada​ ​um​ ​atuar​ ​de​ ​forma​ ​harmônica​ ​e​ ​solidária​ ​entre​ ​si.
A composição deverá ser de no mínimo 50% de mulheres, estimulando-se a
paridade​ ​de​ ​gênero.

§ 2º - A estrutura de cargos da Diretoria será aquela apresentada em campanha


pela chapa eleita e qualquer modificação deverá ser aprovada, por maioria
simples,(e)​ ​pelo​ ​CRT.

§ 3º - A Diretoria Geral deve acompanhar e coordenar os trabalhos das demais


Diretorias e, para todos os fins, representa juridicamente e extrajuridicamente a
entidade.

§ 4º - À Diretoria Administrativa cabe a organização da estrutura administrativa


do ​CA​, tal como a elaboração de horário de funcionamento, assim como a
distribuição dos devidos plantões dados pelos Diretores-membros, atualização
de contatos da Diretoria Executiva, organização e elaboração de documentos e
atas.

§ 5º - A Diretoria de Finanças será responsável pelo gerenciamento das receitas


e despesas do ​CA​, assim como pela elaboração da prestação de contas ao final
da​ ​respectiva​ ​gestão.

§ 7º - Para melhor execução dos trabalhos, os Diretores do ​CA poderão nomear


colaboradores para suas pastas, bastando que os demais membros sejam
informados.

Art. 23. Nenhum cargo da Diretoria Executiva do ​CA ou qualquer


representação​ ​estudantil​ ​poderá​ ​ser​ ​remunerado.

Seção​ ​IV
Do​ ​Processo​ ​Eleitoral

Art. 24. As eleições realizar-se-ão a cada ano, preferencialmente, na última


semana​ ​de​ ​junho.​ ​(primeiro​ ​mês​ ​do​ ​2º​ ​semestre​ ​do​ ​ano​ ​letivo)
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Art. 25. Cabe à Diretoria Executiva convocar, no mínimo quinze dias antes
das​ ​eleições,​ ​Assembleia​ ​Geral​ ​para​ ​deliberar​ ​sobre:
I. Data​ ​limite​ ​para​ ​registro​ ​de​ ​chapa;
II. Data​ ​em​ ​que​ ​serão​ ​realizadas​ ​as​ ​eleições;
III. Data​ ​em​ ​que​ ​serão​ ​iniciadas​ ​as​ ​apurações;
IV. Data​ ​em​ ​que​ ​se​ ​dará​ ​posse​ ​aos​ ​eleitos;
V. Data​ ​em​ ​que​ ​será​ ​composta​ ​a​ ​Comissão​ ​Eleitoral.

§ 1º - A Comissão Eleitoral deverá ser constituída por 03 (três) associados do


CA​​ ​escolhidos​ ​em​ ​Assembleia​ ​Geral.

§ 2º - Os membros da comissão eleitoral e os mesários são inelegíveis naquele


pleito.

§ 3º - A inscrição da chapa se dará com a Comissão Eleitoral, mediante a


apresentação​ ​de:
I. Nomes e cópia da confirmação da matrícula dos membros da
chapa;
II. Nome​ ​da​ ​chapa​ ​e​ ​sua​ ​respectiva​ ​Carta​ ​Programa;
III. Proposta de estrutura da Diretoria Executiva, descrevendo
objetivamente​ ​a​ ​função​ ​de​ ​cada​ ​cargo.

§ 4º - Cada chapa indicará dois fiscais que possam acompanhar a votação e


apuração​ ​dos​ ​votos.

Art. 26. Será considerada eleita a chapa que obtiver o maior número de votos
dos eleitores que comparecerem às urnas, excluindo os votos nulos e/ou
brancos.

Art. 27.​​ ​Compete​ ​à​ ​Comissão​ ​Eleitoral,​ ​além​ ​das​ ​atribuições​ ​já​ ​mencionadas:
I. Estabelecer​ ​critérios​ ​de​ ​identificação​ ​dos​ ​eleitores;
II. Determinar​ ​os​ ​locais​ ​de​ ​votação;
III. Fixar​ ​o​ ​horário​ ​de​ ​votação;
IV. Ser​ ​depositária​ ​das​ ​urnas​ ​até​ ​o​ ​horário​ ​de​ ​início​ ​das​ ​eleições;
V. Determinar​ ​o​ ​local​ ​onde​ ​será​ ​realizada​ ​a​ ​apuração;
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VI. Decidir casos omissos ou não previstos na sua regulamentação, bem


como​ ​qualquer​ ​conflito​ ​suscitado​ ​formalmente​ ​por​ ​qualquer​ ​membro​ ​do​ ​CA​;
VII. Apurar​ ​os​ ​votos​ ​tão​ ​logo​ ​terminado​ ​o​ ​horário​ ​de​ ​votação;
VIII. Providenciar​ ​todo​ ​o​ ​material​ ​necessário​ ​às​ ​eleições;
IX. Proclamar​ ​os​ ​eleitos;
X. Baixar​ ​normas​ ​gerais​ ​que​ ​disciplinam​ ​o​ ​Processo​ ​Eleitoral.

§ 1º - A análise de qualquer irregularidade far-se-á mediante apresentação de


recurso à Comissão Eleitoral, em até quarenta e oito (48) horas da proclamação
dos​ ​eleitos.

§ 2º - Todas as decisões da Comissão Eleitoral serão tomadas por votação entre


os seus membros, no prazo máximo de 48 (quarenta e oito) horas do protocolo
dos recursos, na qual prevalecerá o critério da maioria simples para aprovação
de​ ​suas​ ​medidas.

Art. 28. O mandato da Diretoria Executiva terá duração de 1 (um) ano e


inicia-se a partir da data da posse, que deverá ocorrer em até 7 (sete) dias úteis
do​ ​término​ ​da​ ​apuração.

Art. 29.​​ ​O​ ​exercício​ ​do​ ​voto​ ​é​ ​facultativo.

Art. 30.​​ ​Serão​ ​considerados​ ​nulos​ ​os​ ​votos:


I. Que trouxerem qualquer possibilidade evidente de identificar o
eleitor;
II. Que​ ​não​ ​indicarem​ ​claramente​ ​a​ ​opção​ ​de​ ​escolha;
III. Que trouxerem rasura ou vier escrito algo não permitido nas
normas​ ​eleitorais.

Art. 31. Havendo empate, a Comissão Eleitoral marcará eleição em segundo


turno, para ser realizada dentro dos próximos 5 dias, na qual disputarão somente
as​ ​chapas​ ​que​ ​empatarem​ ​no​ ​primeiro​ ​turno.

Capítulo​ ​V
Das​ ​Disposições​ ​Estatutárias​ ​Gerais​ ​e​ ​Transitórias
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Art. 32. As atribuições dos membros da Diretoria Executiva que não


estiverem especificados estatutariamente serão estipuladas segundo os critérios
adotados​ ​pelos​ ​próprios​ ​membros​ ​da​ ​Diretoria​ ​Executiva.

Art. 33. Os associados não respondem nem mesmo subsidiariamente, pelas


obrigações​ ​que​ ​a​ ​Diretoria​ ​Executiva​ ​contrair​ ​em​ ​nome​ ​do​ ​CA.

Art. 34. Os diretores não são pessoalmente responsáveis pelas obrigações que
contraírem​ ​em​ ​nome​ ​do​ ​CA​,​ ​em​ ​virtude​ ​de​ ​ato​ ​regular​ ​da​ ​gestão.

Art. 35. Havendo vacância da maioria dos cargos da Diretoria Executiva, serão
convocadas novas eleições pelo ​CALEP​, para preenchimento dos cargos, em
até​ ​30​ ​(trinta)​ ​dias.

Parágrafo único. ​Caso a vacância seja inferior a 50%, os cargos poderão ser
preenchidos​ ​de​ ​forma​ ​consensual​ ​por​ ​deliberação​ ​da​ ​Diretoria.

Art. 36. O ​CA tem legitimidade para representar seus filiados judicial e
extrajudicialmente​ ​nos​ ​termos​ ​do​ ​art.​ ​5º,​ ​XXI​ ​e​ ​LXX,​ ​da​ ​Constituição​ ​Federal.

Parágrafo único. A representação só poderá ser feita mediante aprovação do


Conselho​ ​de​ ​Representantes​ ​de​ ​Turma.

Art. 37. A concessão de títulos honorários se dará mediante aprovação da


maioria​ ​absoluta​ ​dos​ ​membros​ ​da​ ​Diretoria​ ​Executiva​ ​do​ ​CA.

Art.​ ​38.​ ​de​ ​acordo​ ​com​ ​a​ ​finalização​ ​da​ ​assembleia

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