Sistema ESO - Laudo de Periculosidade (nr-16)
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Laudo de Periculosidade
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO
2. OBSERVAÇÃO
3. OBJETIVO
4. METODOLOGIA APLICADA
5. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL
6. NORMAS REGULAMENTADORAS
7. CARACTERIZAÇÃO DO AMBIENTE DE TRABALHO E CARGOS
8. RESPONSABILIDADE TÉCNICA
NR 16 - Laudo de Periculosidade
Rua Dr. Vicente Risola, 162 - São Benedito, Poços de Caldas/MG.
Site: https://www.sistemaeso.com.br/
E-mail: comercial03@sistemaeso.com.br
1. INTRODUÇÃO
Este documento apresenta o Laudo de Periculosidade da empresa atendendo às exigências da Lei nº 6.514 de 22/12/1977, às
Normas Regulamentadoras aprovadas pela Portaria nº 3.214 de 8 de junho de 1978, especificamente a NR-16, a qual tem a sua
existência jurídica assegurada através da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT – Título II – Capítulo V – nos Artigo 189 a 192, e de
acordo com a Lei nº 7.369, de 20 de setembro de 1985 e o Decreto nº 93.412, de 14 de outubro de 1986.
A definição de periculosidade é essencialmente legal. Por isso, há que se salientar, que nem toda a hipótese em que o empregado
exercer atividade em que sua vida ou integridade física estejam em risco será ensejadora da caracterização de periculosidade, mas
tão somente aquelas expressamente definidas em lei.
O presente Laudo de Periculosidade foi elaborado com base no PGR – Programa de Gerencia de Riscos, bem como avaliações
qualitativas e quantitativas descritas nas Tabelas de Identificação de Perigos/Avaliação de Riscos por GHE e relatórios de
quantificação dos agentes nocivos.
2. OBSERVAÇÃO
As avaliações quantitativas, respectivos resultados e certificados de calibração, estão anexo ao PGR referenciado como base para
elaboração deste laudo, considerando que foi realizado pela mesma equipe técnica.
Todas as informações contidas neste documento, bem como as descrições das atividades de cada função, foram obtidas segundo
dados cadastrais de trabalhadores fornecidos pela empresa.
3. OBJETIVO
A elaboração deste laudo tem a finalidade única de identificar as atividades realizadas pelos funcionários da empresa, sobre as
condições de exposição a agentes perigosos com a finalidade de definir o enquadramento da(s) atividade(s) analisadas, que pode
ser medidas de maneira qualitativa, e seus respectivos graus de adicional devido.
4. METODOLOGIA APLICADA
Para a definição dos riscos ambientais foram utilizados os conceitos estabelecidos na NR9 da portaria 3214/78 e para a
caracterização das condições de insalubridade e periculosidade e seus respectivos graus, foram utilizados os conceitos estabelecidos
na NR16 e NR20 da portaria 3214/78 respectivamente.
Os levantamentos foram realizados de maneira qualitativa exclusivamente, de acordo com a NR16 e NR20, por solicitação da
gestão de pessoas, devendo-se futuramente ser realizada a avaliação quantitativa dos riscos mensuráveis através das medições
específicas, a fim de complementar os dados, as considerações e conclusões apresentadas neste laudo técnico preliminar.
Inspeção nas dependências da empresa visando o conhecimento dos procedimentos de trabalho adotados pelos empregados
da empresa;
Inspeção detalhada nos locais em que os empregados desenvolvem suas atividades, levantamento de informações através de
entrevistas detalhadas com chefes de setor e funcionários que desenvolvem suas atividades naquele local;
Realização das avaliações das atividades e operações perigosas;
Análise dos riscos e dos agentes de risco ambiental, envolvidos;
A avaliação do exercício do trabalho em condições de periculosidade nas instalações elétricas da empresa, foi qualitativa, resultante
da inspeção do local de trabalho.
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5. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL
Art.7º São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
INCISO XXIII- adicional de remuneração para as atividades penosas, insalubres ou perigosas, na forma da lei;
SEÇÃO XIII
Art. 189 – Serão consideradas atividades ou operações insalubres aquelas que, por sua natureza, condições ou métodos de trabalho,
exponham os empregados a agentes nocivos à saúde, acima dos limites de tolerância fixados em razão da natureza e da intensidade
do agente e do tempo de exposição aos seus efeitos.
Art. 190 – O Ministério do Trabalho aprovará o quadro das atividades e operações insalubres e adotará normas sobre os critérios de
caracterização da insalubridade, os limites de tolerância aos agentes agressivos, meios de proteção e o tempo máximo de exposição
do empregado a esses agentes.
Parágrafo único – As normas referidas neste artigo incluirão medidas de proteção do organismo do trabalhador nas operações que
produzem aerodispersoides tóxicos, irritantes, alergênicos ou incômodos.
I – com a adoção de medidas que conservem o ambiente de trabalho dentro dos limites de tolerância;
II – com a utilização de equipamentos de proteção individual ao trabalhador, que diminuam a intensidade do agente agressivo a
limites de tolerância.
Parágrafo único – Caberá às Delegacias Regionais do Trabalho, comprovada a insalubridade, notificar as empresas, estipulando
prazos para sua eliminação ou neutralização, na forma deste artigo.
Art. 192 – O exercício de trabalho em condições insalubres, acima dos limites de tolerância estabelecidos pelo Ministério do
Trabalho, assegura a percepção de adicional respectivamente de 40% (quarenta por cento), 20% (vinte por cento) e 10% (dez por
cento) do salário mínimo da região, segundo se classifiquem nos graus máximo, médio e mínimo.
Art. 193 – São consideradas atividades ou operações perigosas, na forma da regulamentação aprovada pelo Ministério do
Trabalho, aquelas que, por sua natureza ou métodos de trabalho, impliquem o contato permanente com inflamáveis ou
explosivos em condições de risco acentuado.
§ 1º – O trabalho em condições de periculosidade assegura ao empregado um adicional de 30% (trinta por cento) sobre o salário
sem os acréscimos resultantes de gratificações, prêmios ou participações nos lucros da empresa.
§ 2º – O empregado poderá optar pelo adicional de insalubridade que porventura lhe seja devido.
Art. 194 – O direito do empregado ao adicional de insalubridade ou de periculosidade cessará com a eliminação do risco à sua
saúde ou integridade física, nos termos desta Seção e das normas expedidas pelo Ministério do Trabalho.
Art. 195 – A caracterização e a classificação da insalubridade e da periculosidade, segundo as normas do Ministério do Trabalho,
far-se-ão através de perícia a cargo de Médico do Trabalho ou Engenheiro do Trabalho, registrados no Ministério do Trabalho.
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6. NORMAS REGULAMENTADORAS
16.1 São consideradas atividades e operações perigosas as constantes dos Anexos desta Norma Regulamentadora - NR.
16.2 O exercício de trabalho em condições de periculosidade assegura ao trabalhador a percepção de adicional de 30% (trinta por
cento), incidente sobre o salário, sem os acréscimos resultantes de gratificações, prêmios ou participação nos lucros da empresa.
16.2.1 O empregado poderá optar pelo adicional de insalubridade que porventura lhe seja devido.
16.4 O disposto no item 16.3 não prejudica a ação fiscalizadora do Ministério do Trabalho nem a realização ex-officio da perícia.
a) que executam atividades ou operações em instalações ou equipamentos elétricos energizados em alta tensão;
b) que realizam atividades ou operações com trabalho em proximidade, conforme estabelece a NR-10;
c) que realizam atividades ou operações em instalações ou equipamentos elétricos energizados em baixa tensão no sistema elétrico
de consumo - SEC, no caso de descumprimento do item 10.2.8 e seus subitens da NR10 - Segurança em Instalações e Serviços em
Eletricidade;
d) das empresas que operam em instalações ou equipamentos integrantes do sistema elétrico de potência - SEP, bem como suas
contratadas, em conformidade com as atividades e respectivas áreas de risco descritas no quadro I deste anexo.
a) nas atividades ou operações no sistema elétrico de consumo em instalações ou equipamentos elétricos desenergizados e
liberados para o trabalho, sem possibilidade de energização acidental, conforme estabelece a NR-10;
b) nas atividades ou operações em instalações ou equipamentos elétricos alimentados por extra-baixa tensão;
c) nas atividades ou operações elementares realizadas em baixa tensão, tais como o uso de equipamentos elétricos energizados e
os procedimentos de ligar e desligar circuitos elétricos, desde que os materiais e equipamentos elétricos estejam em
conformidade com as normas técnicas oficiais estabelecidas pelos órgãos competentes e, na ausência ou omissão destas, as
normas internacionais cabíveis.
O trabalho intermitente é equiparado à exposição permanente para fins de pagamento integral do adicional de periculosidade
nos meses em que houver exposição, excluída a exposição eventual, assim considerado o caso fortuito ou que não faça parte da
rotina.
PERICULOSIDADE
O presente Laudo e suas alterações poderão ser apresentados e discutidos com a CIPA ou a pessoa designada para o cumprimento
das atribuições da NR-05, conforme o caso. Deverá ser mantido pelo empregador ou instituição um registro de dados, estruturando
de forma a constituir um histórico técnico. Os dados deverão ser mantidos por um período mínimo de 20 (vinte) anos e deverá estar
sempre disponível de modo a proporcionar o imediato acesso às autoridades competentes e /ou trabalhadores interessados.
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ADICIONAL DE PERICULOSIDADE
A Norma Regulamentadora nº 16, item 16.2, da Portaria 3214/78 estabelece que o exercício do trabalho em condições de
periculosidade assegura ao trabalhador a percepção de adicional de 30% (trinta por cento), incidente sobre o salário, sem os
acréscimos resultantes de gratificações, prêmios ou participações nos lucros da empresa.
RECOMENDAÇÕES
Este laudo tem vigência indeterminada, recomendo reavaliação bienal ou assim que novas medidas de proteção coletiva
sejam instaladas, ou haja mudança de espaço físico, de equipamentos, de atividades, de processo, etc., que virem a alterar as
condições ambientais de riscos ao empregado ou criação de novos cargos não contemplados neste laudo.
Recomenda-se uma política de treinamento com controle de reciclagem a todos os empregados que laboram na empresa, no
que diz respeito à norma regulamentadora NR-10, 11, 13 e 20.
Os equipamentos de proteção individual – EPI, descartáveis ou não, deverão estar à disposição em número suficiente nos
postos de trabalho, de forma que seja garantido o imediato fornecimento ou reposição. Fornecer e orientar o uso mediante
protocolo de recebimento, preferencialmente pelo setor de saúde e segurança do trabalho.
Que seja implementado o mapa de risco em cada setor da empresa, assim como a lista de equipamentos de proteção
individual, EPI, que devem ser utilizados em cada setor, afim de proporcionar a melhoria da informação e gestão dos riscos
existentes.
Recomenda-se atualização mensal dos encarregados de cada setor, informando qualquer mudança de atividades dos
colaboradores, ou mudança do cargo ou ainda mudança para outra unidade de trabalho, encaminhando listagem a Divisão de
Gestão de Pessoas e ao Saúde Ocupacional e Segurança do Trabalho (SOST), para atualização do laudo.
A Divisão de Gestão de pessoas deve informar ao SOST a criação de novos cargos após o período de elaboração desse laudo,
para que sejam realizadas avaliações ambientais dos novos postos de trabalho que porventura sejam criados pela empresa
para atualização deste laudo técnico, com a inserção de nova atividade.
NR 16 - Laudo de Periculosidade
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Abaixo estão listados todos os ambientes analisados durante a confecção deste documento onde os colaboradores desta empresa
exercerão suas atividades.
COMERCIAL
Descrição do Ambiente: Caracterização do local de trabalho: O local de trabalho é caracterizado como um escritório possui cinco
mesas, com cinco cadeiras com cinco pés e cinco rodízios, regulagens de encosto, de altura, apoio de antebraço com regulagem. Além
disso a sala é equipada 5 computadores laptop com mouse, headset, teclado e suporte para cada um. O local possui iluminação natural
e artificial por lâmpadas LED e ventilação natural. A sala possui pé direito de aproximadamente 3 metros de altura, paredes em
alvenaria com revestimento em pintura, e piso com revestimento de madeira. A empresa dispõe de instalações sanitárias separadas por
sexo, as quais são mantida em perfeito estado de asseio e higiene.
Caracterização dos processos de trabalho: Neste setor são realizados processos comerciais, como prospecção de clientes, elaboração de
propostas, apresentações comerciais e vendas.
DESENVOLVIMENTO
Descrição do Ambiente: Caracterização do local de trabalho: O local de trabalho é caracterizado como uma sala, possui 2 mesas unidas,
com 4 lugares cada uma, com oito cadeiras com cinco pés e cinco rodízios, regulagens de encosto, de altura, apoio de antebraço com
regulagem. Além disso a sala é equipada com oito computadores desktop, com monitor, teclado, mouse e fone cada um. O local possui
iluminação natural e artificial por lâmpadas LED e ventilação natural. A sala possui pé direito de aproximadamente 3 metros de altura,
paredes em alvenaria com revestimento em pintura, e piso com revestimento de madeira. A empresa dispõe de instalações sanitárias
separadas por sexo, as quais são mantida em perfeito estado de asseio e higiene.
Caracterização dos processos de trabalho: Neste setor são desenvolvidas as novas funcionalidades do software.
NR 16 - Laudo de Periculosidade
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Site: https://www.sistemaeso.com.br/
E-mail: comercial03@sistemaeso.com.br
Abaixo estão listados todos os dados técnicos, bem como os ambientes e os riscos ocupacionais aos quais os empregados deste
cargo estão expostos.
Abaixo estão listados todos os dados técnicos, bem como os ambientes e os riscos ocupacionais aos quais os empregados deste
cargo estão expostos.
Abaixo estão listados todos os dados técnicos, bem como os ambientes e os riscos ocupacionais aos quais os empregados deste
cargo estão expostos.
Realizar treinamentos com clientes, realizar atendimento pós venda, responder dúvidas de clientes através de
Atividades:
WhatsApp e ligações, analisar normas trabalhistas (ocasional), manusear software da empresa.
Jornada: 08h00m
Abaixo estão listados todos os dados técnicos, bem como os ambientes e os riscos ocupacionais aos quais os empregados deste
cargo estão expostos.
8. RESPONSABILIDADE TÉCNICA
Segundo o Artº 195 da Consolidação das Leis Trabalhistas CLT - A caracterização e a classificação da periculosidade, segundo as
normas do Ministério do Trabalho, será através de perícia a cargo de Médico do Trabalho ou Engenheiro do Trabalho, registrados no
Ministério do Trabalho.
O presente laudo foi elaborado somente em uma face com numeração nas páginas, todas assinadas e rubricadas pelo
responsável técnico, acompanhado da ART- Anotação de Responsabilidade Técnica.
______________________________________________________
Responsável Técnico
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Responsável pela empresa