Ciclos de Refrigeração - Seminário de Olefinas 2005
Ciclos de Refrigeração - Seminário de Olefinas 2005
Ciclos de Refrigeração - Seminário de Olefinas 2005
CICLOS DE REFRIGERAÇÃO
1 2005
CICLOS DE REFRIGERAÇÃO
As plantas da Unidade de Olefinas produzem gases de diferentes
espécies. Entre eles temos os gases que são o objetivo de uma
planta de olefinas; os principais são: etileno e propileno, sendo o
propano, butadieno, metano e hidrogênio co-produtos que tem
também uma grande importância devido a sua aplicação em
diversos processos nas plantas da segunda geração de
petroquímicos.
T=C S=C
Líquido
(P) Sub-
resfriado 2’ 2
[Kg/cm²a] 3
3’
Líquido 4 1
Saturado Vapor
Superaquecido
(h) Kcal
Kg
Processos desenvolvidos e apresentados no
diagrama:
(pressão constante)
CONDENSAÇÃO Líquido
Saturado
4 1
Vapor
•3>4 : Processo Isoentálpico Superaquecid
o
(desenvolvido sem perda de Líquido + Vapor
calor com o meio a entalpia Vapor
Saturado
Saturado
Qe M (tm)
E X C Qc
te tc
S(ts)
Wc
Devido à compressão do fluído refrigerante ( C3=R/C=2R ) é
gerada a energia útil (Wc), e sua temperatura passa de (te)
para (tc), sendo ( tc > tm ), podemos ver que o elemento (C =
condensador) cede a quantidade de calor (Qe) mais a energia
térmica (Qw) recebida pelo gás no processo de compressão, ao
meio (M) com temperatura (tm) em nosso caso a água de
refrigeração dos condensadores da descarga no sistema de
C3=R.
Qc Qw Qe
Onde Q w = Wc energia de
compressão (equivalente em forma de calor)
Componentes do Sistema
Qe
M (tm)
E Wc
C Qc
te tc
S(ts)
X
Pela primeira lei da termodinâmica temos que:
Qc Qw Qe
Onde Q w = Wc energia de
compressão (equivalente em forma de calor)
VASO PULMÃO
DE DESCARGA
(E)
SUB
RECUPERADOR KETTLE RESFRIADOR
LC
4 3´
LCV
1
(x)
VASO DE
SUCÇÃO
(C)
COMPRESSOR CONDENSADORES
2 3
AGR
Vasos de Sucção: permitem a separação V/L, os vapores vão para o
compressor e o líquido para os vaporizadores (Kettle´s)
5,6º C
FA-1504
14"
9,43 kg/cm2
16,7º C
FC
EA-1318
OR
FA-1506
10"
LC MIN
1,8º C
FA-1503
6,46 kg/cm2
2,84º C
Influência da variação da Pressão nos Refervedores
• O ponto mais importante para controle é a pressão do vapor a ser
condensado, no caso, no FA-1504 (8,43 kg/cm2g) .
Compressor
Compressor
FA-1502 FA-1503
1,65 kg/cm2g
-24,54º C
VF: 100%
EA-1448
LC
Kg/cm²a
A
P1
EA´s1408
LC
(V1) GERADO
NA EXPANSÃO 100% Fase Líquida
+ LIQUIDO (L) LIQUIDO
(P1)
Fase Vapor
(P2)
(h) Btu/lbm
B A
Expansão de Líquido Saturado
EXEMPLO: EA-1408
1) C3=R no ponto A= 1,47 Kg/cm²g e -26,4° C ( FA-1502 )
Liquido saturado.
2) C3=R do ponto A=>B = expansão na LCV ( efeito Joule-
Thompson )
3) C3=R no ponto B= 0,44 Kg/cm² g e -40°C ( FA-1501)
4) Conforme o gráfico, na expansão houve formação de
pequena quantidade de C3=R fase vapor, que não tem
impacto na troca de calor com o usuário; a fase líquida após a
LV é a que aporta a maior liberação de calor para conseguir o
resfriamento do usuário.
5) O mesmo processo no próximo gráfico, com Líquido
Subresfriado, mostra a vantagem do sub-resfriamento, pois a
fase vapor após a expansão é menor.
EXPANSÃO DO LÍQUIDO SUBRESFRIADO
Expansão
B
EA-1602
LC
na LV
L
A1
P2
(V1) GERADO
NA EXPANSÃO 100%
+ LIQUIDO (L) LIQUIDO
(P2) (P1)
B A Fase Líquida
Kcal
(h)
Fase Vapor Kg
Expansão de Líquido Subresfriado
EXEMPLO: EA-1602
1) C3=R no ponto A= 15,82 Kg/cm²g e 33° C. Liquido
subresfriado
2) C3=R do ponto A=>B = expansão na LCV ( efeito Joule-
Thompson ) 8,89 Kg/cm²g, 18,27 º C e 11% de vapor.
3) C3=R no ponto B= 8,89 Kg/cm² g, 18,27°C e 100%
vapor.
4) Conforme o gráfico, na expansão houve formação de
pequena quantidade de C3=R fase vapor, que não tem
impacto na troca de calor com o usuário; a fase líquida após a
LV é a que aporta a maior liberação de calor para conseguir o
resfriamento do usuário.
5) Neste processo, com Líquido Subresfriado, mostra a
vantagem do sub-resfriamento, pois a fase vapor após a
expansão é menor. Portanto V1+V2 gerado e que vai para o
compressor é menor caso o líquido for saturado.
PONTOS QUE ORIGINAM SOBRECARGA O RECIRCULAÇÃO
DESNECESSÁRIA NOS CICLO DE PROPILENO E ETILENO.
S
TERMODINÂMICA DA COMPRESSÃO EM UM
COMPRESSOR CENTRIFUGO.
Contudo as perdas acontecem, e a transformação sofrida pelo gás é
sensivelmente irreversível, diferente de uma isentrópica. Para
simplificar o tratamento teórico do problema, se supõe que o gás
sofre uma transformação reversível com ganho de calor do meio do
tipo politropica e a equação que representa este processo é:
n
p v cte.
onde n > k e é constante ao longo da transformação. Pode-se
observar no diagrama TxS, o ganho de calor pelo gás devido às
perdas internas causa um aumento na entalpia do gás e portanto da
temperatura. Em um compressor centrifugo resfriado, a
transformação se faz com perda de calor para o meio, e portanto a
entalpia do gás é menor.
TERMODINÂMICA DA COMPRESSÃO EM UM
COMPRESSOR CENTRIFUGO.
Este processo pode ser aproximado por uma politropica , onde 1 < n < k
e é constante ao longo da transformação.
n
p v cte.
EFICIÊNCIA DE COMPRESSÃO.
w H p w HS
N
p S