kcleyton
Bio
não joguei tantos jogos quanto gostaria, nunca tive interesse nem tempo, só em 2024 comecei a jogar video game regularmente. vou documentar aqui os jogos que for jogando já que estou praticamento começando do zero.
_________________________
como listo os jogos
played: qualquer jogo que tenha jogado, droppado, zerado ou que não tenha final.
Playing: jogos que estou jogando no momento.
Backloggd: jogos que estão em pausa "engavetado"
Wishlist: jogos que quero jogar no futuro, não só jogos que quero adquirir.
não joguei tantos jogos quanto gostaria, nunca tive interesse nem tempo, só em 2024 comecei a jogar video game regularmente. vou documentar aqui os jogos que for jogando já que estou praticamento começando do zero.
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Stray é uma experiência curiosa, me fisgou logo de cara por controlarmos um gato (eu adoro gatos) e adorei como eles recriaram bem fiel os costumes e maias de gatos, varios detalhes até quando ele veste o colete pela primeira fez e começa a andar todo torto igual gatos usando roupa.
E o inicio do jogo também me encantou por me lembrar uma certa vibe de Little Nightmares, sei que são jogos completamente diferentes mas tem muito do que me fez gostar de LN aqui, cenario bem vivo e com um estilo artistico característico, essa pegada mais surreal que mistura algo mais dark com uma fantasia. O fato de controlarmos um protagonista que é pequeno em relação a todo o resto e a trilha sonora que é mais sons ambientes do que uma musica presente. Tudo isso me agrada muito por algum motivo.
Mas sobre o jogo em si. Stray conta a história de um gatinho que por acidente acaba caindo no subsolo e fica preso em uma especie de cidade. Cidade que está habitada pelos seus moradores que são robos inteligêntes. Todos os cenários que passamos, seja a favela, a vila formiga ou a cidade, são muito ricos em detalhes, identidade e vida. É incrivel explorar e ver a riquesa dos detalhes que foi posto nela. Além dos robos serem muito interessantes de se interagir, são diálogos curtos e simples mas muito diviertidos, adorava ficar tentando conversar com todos os robôs.
Já fora dessas zonas seguras é onde temos um dos desafios do jogo, que são em geral cenas de perseguição, que também são muito boas.
Eu achei o jogo maravilhoso do inicio ao fim, sendo um unico defeito que achei, foi que por controlarmos um gato, onde temos que cumprir missões e objetivos que nos pedem, fazendo com que fique dificil sentir que de fato controlamos um gato. Mesmo o jogo fazendo ele parecer o mais realista possivel, pareceu mais que era um personagem inteligente do que um animal. Ta, isso pode ser nitpick meu? pode, mas quebrava a minha imersão de estar controlando um gato.
Fora isso, nada a reclamar.
Ah, e sobre o final. Achei muito lindo, mas não tão comovente assim, não me fez chorar nem nada do tipo, mas o final sim emociona um pouco, talvez você se emocione mais que eu nisso. Mas não tiro os créditos por isso, ainda amei a experiência de jogar e quase não tenho nada a criticar nele.
E o inicio do jogo também me encantou por me lembrar uma certa vibe de Little Nightmares, sei que são jogos completamente diferentes mas tem muito do que me fez gostar de LN aqui, cenario bem vivo e com um estilo artistico característico, essa pegada mais surreal que mistura algo mais dark com uma fantasia. O fato de controlarmos um protagonista que é pequeno em relação a todo o resto e a trilha sonora que é mais sons ambientes do que uma musica presente. Tudo isso me agrada muito por algum motivo.
Mas sobre o jogo em si. Stray conta a história de um gatinho que por acidente acaba caindo no subsolo e fica preso em uma especie de cidade. Cidade que está habitada pelos seus moradores que são robos inteligêntes. Todos os cenários que passamos, seja a favela, a vila formiga ou a cidade, são muito ricos em detalhes, identidade e vida. É incrivel explorar e ver a riquesa dos detalhes que foi posto nela. Além dos robos serem muito interessantes de se interagir, são diálogos curtos e simples mas muito diviertidos, adorava ficar tentando conversar com todos os robôs.
Já fora dessas zonas seguras é onde temos um dos desafios do jogo, que são em geral cenas de perseguição, que também são muito boas.
Eu achei o jogo maravilhoso do inicio ao fim, sendo um unico defeito que achei, foi que por controlarmos um gato, onde temos que cumprir missões e objetivos que nos pedem, fazendo com que fique dificil sentir que de fato controlamos um gato. Mesmo o jogo fazendo ele parecer o mais realista possivel, pareceu mais que era um personagem inteligente do que um animal. Ta, isso pode ser nitpick meu? pode, mas quebrava a minha imersão de estar controlando um gato.
Fora isso, nada a reclamar.
Ah, e sobre o final. Achei muito lindo, mas não tão comovente assim, não me fez chorar nem nada do tipo, mas o final sim emociona um pouco, talvez você se emocione mais que eu nisso. Mas não tiro os créditos por isso, ainda amei a experiência de jogar e quase não tenho nada a criticar nele.
Uma boa introdução para a franquia. Confesso que o começo foi muito morno e meio desinteressante, mas depois ficou bem melhor.
Nesse enfrentamos alguns vilões muito interessantes com confrontos muito bons, destaque para o Killer Croc e espantalho, que foram confrontos bem divertidos. Já em comparação, a luta final deioxou a desejar, foi basicamente bater em capanga a boss fight inteira.
Mas ainda é um bom jogo, muito inferior ao Arkham CIty em quase tudo, mas justificavel pois esse foi a introdução de tudo
Nesse enfrentamos alguns vilões muito interessantes com confrontos muito bons, destaque para o Killer Croc e espantalho, que foram confrontos bem divertidos. Já em comparação, a luta final deioxou a desejar, foi basicamente bater em capanga a boss fight inteira.
Mas ainda é um bom jogo, muito inferior ao Arkham CIty em quase tudo, mas justificavel pois esse foi a introdução de tudo
Jogo br de puzzle muito bem feitinho e relaxante. Mesmo sendo interamente de puzzle não achei nenhum pouco dificil, alguns eu passava apenas tentando qualquer coisa até dar certo kkkk.
Aqui vemos a históra do bucky, esse porquinho espacial que está atrás de um objetivo do qual não sabemos, mas no final do jogo nos é revelado.
O jogo é bem curto então tem poucas fases, mas ele ao longo de seu percurso vai mudando as mecânicas para tentar se diferenciar nas fases. As mecânicas novas são bem intuitivas de se aprender aliás.
A trilha sonora é quase um lofi, muito relaxante, e para quem tem ouvido absoluto e gosta de tirar sons e fazer musica em qualquer lugar, o jogo tem uma opção de criação de musica dentro dele, meio simples mas da para se divertir.
Outra coisa que ele possui são 3 minigames (dificeis kk) dentro dele. Eu mesmo não consegui jogar muito eles.
Outra coisa incrivel são os diálogos, todos são muito bons e engraçados, com aquele humor meio nonsense e leve, ma so destaque vai pros diálogos com a nave (a IA da nava kk) ela é muito divertidada
E o final do jogo é muito bonito, não é uma coisa absurado de incrivel, mas é bem bonito de ver o desfecho.
recomendo dar um chance.
Aqui vemos a históra do bucky, esse porquinho espacial que está atrás de um objetivo do qual não sabemos, mas no final do jogo nos é revelado.
O jogo é bem curto então tem poucas fases, mas ele ao longo de seu percurso vai mudando as mecânicas para tentar se diferenciar nas fases. As mecânicas novas são bem intuitivas de se aprender aliás.
A trilha sonora é quase um lofi, muito relaxante, e para quem tem ouvido absoluto e gosta de tirar sons e fazer musica em qualquer lugar, o jogo tem uma opção de criação de musica dentro dele, meio simples mas da para se divertir.
Outra coisa que ele possui são 3 minigames (dificeis kk) dentro dele. Eu mesmo não consegui jogar muito eles.
Outra coisa incrivel são os diálogos, todos são muito bons e engraçados, com aquele humor meio nonsense e leve, ma so destaque vai pros diálogos com a nave (a IA da nava kk) ela é muito divertidada
E o final do jogo é muito bonito, não é uma coisa absurado de incrivel, mas é bem bonito de ver o desfecho.
recomendo dar um chance.