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Um tônico. Sem esse filme, não teria conseguido me levantar da cama essa manhã (frio).
Pontos de interesse: Chandler, além de muito bem-apanhado de corpo, coloca-se com bastante dignidade. Vê-se que, como ator, é temente a Crawford, mas nem por isso se deixa apagar de todo, como tantos outros coadjuvantes decorativos em filmes pregressos. As relações que se delineiam são todas agradavelmente complexas, a despeito da ligeireza com que vão se reconfigurando ao longo do filme. Enfim, ninguém está falando…
O Demônio é contingente e passível de resolução narrativa e formal no universo de Friedkin. Se é possível "fechá-lo", então não se trata do Mal absoluto de que nos fala "O Bebê de Rosemary" e o gravíssimo "The Pyx", produto também de 1973; trata-se, em suma, de um duplo, signo da violência sem sentido, da iminência de violação, da precariedade da experiência humana. Nisto, o filme é bem-sucedido; trata-se, antes de mais, de um drama policial urbano, de urdidura tensa…