Diogo Dias

Diogo Dias

Gosto de ver filmes. Pensar e falar sobre filmes. E me meto a escrever sobre eles às vezes.

Favorite films

  • Entranced Earth
  • Twenty Years Later
  • Battleship Potemkin
  • My Dinner with Andre

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  • Same Old West

    ★★★★

  • The Flavor of Green Tea Over Rice

    ★★★★

  • Love Me Forever or Never

    ★★★½

  • Malu

    ★★★★★

Recent reviews

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  • The Flavor of Green Tea Over Rice

    The Flavor of Green Tea Over Rice

    ★★★★

    A despeito de um final mais conciliarório do que os conflitos da trama indicavam, ainda é notável como o filme discute a liberdade feminina em um Japão em modernização. Os papeis de gênero bem marcados são questionados pela jovem sobrinha e pelas escapadas das mulheres para simplesmente usufruirem do seu tempo como bem entenderem.

    O enquadramento e os movimentos de câmera de Ozu sempre se destacam e aqui não é diferente. Tudo milimetricamente pensado para destacar intimidade, diálogo e tensão.

  • Love Me Forever or Never

    Love Me Forever or Never

    ★★★½

    Jabor sublimou a separação num tresloucado projeto cineteatral que tem ótimas piadas.

    Visto na mostra Revisão Crítica do Cinema Brasileiro na Cinemateca.

Popular reviews

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  • Monster

    Monster

    ★★★★

    O filme trabalha com dois temas, um por meio do enredo, outro pela montagem.

    Detendo-se no que a montagem propõe, acredito ser um dos filmes mais interessantes, tecnicamente, dos últimos tempos.

    Um jogo de pontos de vista constrói percepções no público, que são reveladas como o que efetivamente são: percepções. A verdade dos fatos, no entanto, não pode ser alcançada com um único ponto de vista.

    Monster é uma fábula que ainda se faz necessária para que as "monstruosidades" não sejam essa fonte de problemas, mas modos entendidos como válidos e valorizados.

  • Tokyo-Ga

    Tokyo-Ga

    ★★★★

    Um belo ensaio cinematográfico de Wenders sobre como as imagens se transformam junto com a história. Partindo da cartografia de Ozu sobre Tokyo e o Japão em crise de modernização, Wenders capta com sua câmera a memória, o esquecimento e a formação de uma nova memória em si mesmo.