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  • Woman of the Hour

    ★★★

  • Sabrina

    ★★★★½

  • The Tearsmith

    ½

  • Love on the Run

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  • Woman of the Hour

    Woman of the Hour

    ★★★

    A realização traz um plot inegavelmente interessante, o background vintage é atrativo em demasia ao público, e o fato da estória ser parcialmente verídica, torna a produção intensamente excepcional. Contudo, isto é tudo de positivo que nesta obra eu teria a ressaltar. “Garota da vez” é cronologicamente desconexo por instâncias, o enredo não é construído propriamente, assim como, as caracterizações da personagem de Sheryl são pobres; Mas honestamente, isto potencialmente deve-se ao fato que Anna Kendrick pudesse talvez, dirigir este filme, mas não obrigatoriamente estrelá-lo.

  • Sabrina

    Sabrina

    ★★★★½

    Como habitual, Audrey Hepburn é apaixonante. É complexo até por onde começar, quando o assunto é a brandura de Sabrina. É crível enfatizar como, apesar de ser um clássico da golden era, ainda é lamentavelmente, uma das obras menos creditadas ao gênero “coming of age”. Algo desconforme, pois o ponto principal da trama é o crescimento subjetivo e amadurecimento da protagonista, e diga-se de passagem, o quanto este é, fluído, genuíno, reflexivo, e por fim, terno. É tanta ternura, que…

  • The Tearsmith

    The Tearsmith

    ½

    Não consigo compreender o que era pra exatamente ser esta execução. Só posso afirmar que, a “mera hipótese” desta ser, apenas mais uma, das incontáveis realizações audiovisuais sucateadas, recicladas a partir do colossal sistema de lavagem de dinheiro em plataforma streaming, permite assim, que eu consiga dormir à noite. 0,5 estrela, pois quase fabricou-me uma lágrima de tortura.

  • Love on the Run

    Love on the Run

    Tão chato que finjo que este episódio final, é um suposto, frio inexistente. Domicile Conjugal já era um basta suficiente, mesmo que ainda imperfeito. Nem as expressões neutras, porém cômicas, de Jean-Pierre Léaud, conseguem salvar esta produção tão intragável, que fazem 90 minutos eternos. Não tenho palavras, fiquei com sono de dia, aos meus 14 anos.

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