Ultimamente tenho pensado um tico na ideia da morte e sua presença política, social, cultural, seus métodos e estruturas, e não só como um fenômeno biológico. O que me toca é esse filme não montar apenas uma ausência pela via factual, mas sim do luto interditado e a persistência por décadas. Qualquer desaparecimento forçado é uma ferida histórica muito forte, desafia e esmaga o que compreendemos como "fim" na temporalidade Ocidental, e nós efetivamente só sabemos historicizar essas coisas como…