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Insônia, parte IV.
Cultivo certos parâmetros dilemáticos com “Jovens Bruxas”. É um bom filme, constrói personagens interessantes e desenvolve um enredo típico do terror jovem calcado na década de 90. Traz referências ao ocultismo e explicita as vertentes naturais da bruxaria, embrenhando e perscrutando as noções de equilíbrio e estabilidade. O que há de errado nisso? Certo, a história poderia funcionar, caso encaixasse as peças em suas respectivas molduras, o que não ocorre. Da metade para o fim, a trama…
Insônia, parte III.
Prosseguindo…
Piamente, eu não me recordo bem deste filme, apenas lembro-me de ser jocoso, divertido e despretensioso, o que já basta, ao menos, para mim. Uma pena que este filme não seja tão rememorado ou conhecido quanto o seu sucessor, o afamado “Operação Cupido”, estrelando a espetacular Lindsay Lohan. Adoraria ter a oportunidade de assisti-lo novamente, em breve.
Insônia, parte II.
Fazendo jus ao meu sono silenciado pelas glórias noturnas, prossigo aqui com mais resenhas: Cher, agradeço por ser o arquétipo de patricinha mais tolerável e cativante possível. A parcimônia nos exageros e clichês, junto à comédia crucial nos pontos elementares do filme tornam-o brilhante. Ademais, é uma exímia releitura moderna da primorosa obra “Emma”, de Jane Austen (uma das melhores adaptações, se ouso dizer).
“What the hell is that?”
“A dress.”
“Says who?”
“Calvin Klein”.
É deveras irônico o título ser “Enquanto Você Dormia”, sendo que esta resenha (e, presumivelmente, uma multiplicidade de resenhas adicionais) está sendo escrita durante uma de minhas crises de insônia.
De qualquer modo, voltando ao filme… obra-prima do romance. É doce, sutil, envolvente e reverbera o calor do amor que floresce em lugares pouco previsíveis à mera percepção humana. Lucy merece, antes do amor romântico, o carinho oriundo de uma família, e o filme consegue principiar tais necessidades e colocá-las…