Hello!
Não existe filme ruim, todo filme é bom pra alguém.
Se existe uma palavra que resume esse filme é ESTERIÓTIPO, o filme usa de pautas importantes pra se colocar em um lugar de destaque, mas, ao meu ver, não se aprofunda em nenhuma delas.
O grande destaque do filme, sem dúvida, vai para a fotografia, o design de produção e principalmente, a trilha sonora. A história gira em torno de um artista no caso, um arquiteto que busca realizar sua arte a qualquer custo. No entanto, achei que mais de três horas de duração não eram necessárias para contar essa jornada, tornando o filme prolixo em vários momentos. Vale ressaltar a atuação de Adrien Brody, que está muito bem, embora, para mim, ainda não supere seu desempenho em ‘O Pianista’.
O filme apresenta cenas de ação com batalhas muito bem dirigidas, e a direção de Ridley Scott consegue dar um ótimo ritmo à narrativa, evitando momentos de enrolação. Ainda assim, meu questionamento do início do ano permanece válido: “Por que fazer uma continuação?”. O uso de clichês e até algumas repetições do primeiro filme reforçam essa dúvida.
Por outro lado, o elenco merece destaque: Paul Mescal, Pedro Pascal, Denzel Washington e Joseph Quinn estão incríveis e trazem uma outra cara para o filme.
Nota: 7.5/10
O que me conquistou nesse filme foi a naturalidade. As conversas dos personagens parecem tão reais, sabe? Você se sente como se estivesse ali com eles, vivendo cada momento. E os atores, Ethan Hawke e Julie Delpy, são incríveis. Mandam ver na atuação e entregam uma química absurda.