Eu gosto da composição audiovisual, que é brilhante, e da intenção do Ari Aster de trazer o terror pro âmbito do familiar - trabalhando o solar, o colorido e ideia de comunidade - culminando o primeiro ato, primorosamente, naquela cena do penhasco.
Da metade em diante há uma desconstituição generalizada da unicidade e a obra se torna uma colcha de retalhos de sequências que, isoladas e esparsas, até guardam certa tensão mas não sustentam a unidade dramática - o que…