O trabalhador move ação trabalhista contra sua ex-empregadora requerendo o pagamento de verbas rescisórias, férias, 13o salário e multa do FGTS. Alega que foi demitido sem justa causa e não recebeu qualquer verba rescisória ou indenização. Pede a condenação da reclamada ao pagamento de todas as verbas devidas conforme especificado.
O trabalhador move ação trabalhista contra sua ex-empregadora requerendo o pagamento de verbas rescisórias, férias, 13o salário e multa do FGTS. Alega que foi demitido sem justa causa e não recebeu qualquer verba rescisória ou indenização. Pede a condenação da reclamada ao pagamento de todas as verbas devidas conforme especificado.
O trabalhador move ação trabalhista contra sua ex-empregadora requerendo o pagamento de verbas rescisórias, férias, 13o salário e multa do FGTS. Alega que foi demitido sem justa causa e não recebeu qualquer verba rescisória ou indenização. Pede a condenação da reclamada ao pagamento de todas as verbas devidas conforme especificado.
O trabalhador move ação trabalhista contra sua ex-empregadora requerendo o pagamento de verbas rescisórias, férias, 13o salário e multa do FGTS. Alega que foi demitido sem justa causa e não recebeu qualquer verba rescisória ou indenização. Pede a condenação da reclamada ao pagamento de todas as verbas devidas conforme especificado.
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AO DOUTO JUÍZO DA 00ª VARA DO TRABALHO DA COMARCA DE
CIDADE/UF
NOME DO CLIENTE, nacionalidade, estado civil, profissão, portador do
CPF/MF nº 0000000, com Documento de Identidade de n° 000000, residente e domiciliado na Rua TAL, nº 00000, bairro TAL, CEP: 000000, CIDADE/UF, vem, respeitosamente, perante Vossa Excelência, propor:
RECLAMAÇÃO TRABALHISTA PELO RITO ORDINÁRIO
em face de RECLAMADO (A), PESSOA FÍSICA/JURÍDICA, com CPF/CNPJ de
nº 0000000, com Documento de Identidade de n° 000000, residente e domiciliado na Rua TAL, nº 00000, bairro TAL, CEP: 000000, CIDADE/UF, pelas razões de fato e de direito que passa a aduzir e no final requer:
DA COMISSÃO DE CONCILIAÇÃO PRÉVIA
Cumpre ressaltar inicialmente que na empresa, bem como no sindicato de classe do reclamante, não foi instituída a Comissão de Conciliação Prévia, motivo pelo qual acessa o autor diretamente a via judiciária, nos termos do o art. 625-D, § 3 da CLT.
DA GRATUIDADE DA JUSTIÇA
Consoante o disposto nas Leis 1.060/50 e 7.115/83, o Promovente declara para
os devidos fins e sob as penas da lei, ser pobre na forma da lei, não tendo como arcar com o pagamento de custas e demais despesas processuais, sem prejuízo do próprio sustento e de sua família.
Por tais razões, pleiteiam-se os benefícios da Justiça Gratuita, assegurados
pela Constituição Federal, artigo 5º, LXXIV e pela Lei 13.105/2015 (NCPC), artigo 98 e seguintes.
DOS FATOS E FUNDAMENTOS
A reclamante foi contratada pela Empresa TAL em DIA/MÊS/ANO, para laborar
como secretária com remuneração mensal de R$ 000 (REAIS). Foi demitida sem justa causa em DIA/MÊS/ANO, ocorre que não recebeu aviso prévio, como também nenhum pagamento relativo às verbas rescisórias, nunca recebeu o 13º salário e nem gozou de férias. A Constituição Federal protege o contrato de trabalho, estabelecendo em seu artigo 7º os direitos dos trabalhadores em casos de despedidas arbitrárias ou sem justa causa determinando devida indenização a estes, dentre outros direitos. É previsto também no inciso VIII do artigo supracitado, que o trabalhador tem direito à décimo terceiro salário com base na remuneração integral, no entanto, a reclamada não pagou ao reclamante as verbas relativas à gratificação natalina, como vislumbrado pelo inciso, devendo se compelido ao pagamento dos valores, por ocasião da condenação.
Durante todo o período trabalhado, o reclamante não gozou nem recebeu
férias. Mais uma vez a atitude da reclamante vai contra o artigo 7º, inciso XVII, da Constituição Federal, bem como o artigo 129 da Consolidação das Leis do Trabalho, pois o período destinado à recomposição do desgaste físico e mental do trabalhador constitui direito irrenunciável e tampouco transacionável. Destarte, a reclamada deve ser condenada ao pagamento das férias e a dobra sobre as férias, visto que não concedeu férias ao reclamante. No inciso XXI do mesmo artigo constitucional, foi também garantido ao trabalhador o período de no mínimo 30 dias de aviso prévio à demissão, sendo que a CLT, em seu artigo 487, § 1º, estabelece que o empregado que for dispensado de trabalhar durante este período deverá receber o valor do salário correspondente. Como a reclamante não foi avisado de sua demissão conforme exigido pela legislação, a reclamada deve ser condenada ao pagamento do aviso prévio por não cumprir determinação legal.
No tocante ao prazo para o pagamento do valor devido, a CLT estabelece em
seu artigo 477, § 6º, que as referidas verbas deverão ser pagas em até dez dias úteis quando dispensado o cumprimento do aviso prévio, cominando, em seu § 8º, multa equivalente a um salário do trabalhador em caso de descumprimento desta determinação. Portanto, este é o caso da Mariana que até a presente data não recebeu qualquer valor, pelo que também faz jus ao recebimento da referida multa. A Empresa B efetuou o depósito do FGTS, cujo montante é de R$ 000 (REAIS). No entanto, no ato da rescisão, não depositou ou efetuou o pagamento da multa de 40% incidente sobre o montante depositado a título de FGTS no período laborado, que corresponde a R$ 000 (REAIS).
Requer, portanto, seja julgada totalmente procedente a presente reclamação
trabalhista, sendo a reclamada condenada ao pagamento de todas as verbas a quem tem direito o reclamante, conforme valores que abaixo se especificará em atendimento ao disposto no artigo 852-B da CLT.
DOS PEDIDOS
Diante do exposto, requer a notificação do reclamado para comparecer a
Audiência a ser designada por este r. Juízo e, querendo, apresentar resposta advertida dos efeitos da revelia e confissão, bem como e empós julgar procedente a presente ação para o pagamento das verbas da tabela seguinte:
VERBAS
A) Saldo de salário (00 dias) R$ 000 (REAIS);
B) Aviso Prévio (00 dias) R$ 000 (REAIS);
C) 13º salário proporcional ANO (00 meses) R$ 000 (REAIS);
D) 13º salário integral (ANO)... R$ 000 (REAIS);
E) 13º Salário Proporcional ANO (00 meses + Aviso Prévio)... R$ 000
TOTAL GERAL R$ 000 (REAIS) A concessão da Justiça Gratuita, nos termos da Lei nº 1.060/50, assegurados pela Constituição Federal, artigo 5º, LXXIV e pela Lei 13.105/2015 (NCPC), artigo 98 e seguintes.
Requer também a condenação em honorários advocatícios, bem como seja,
ainda, o reclamado, a luz do art. 467 da CLT, compelido a realizar em audiência o pagamento das verbas incontroversas, sob pena de não fazendo, ser condenado a pagar acrescidas de 50%.
Protesta por todos os meios de prova em direito admitidos, notadamente pela
juntada posterior de documentos, oitiva de testemunhas, depoimento pessoal do representante legal do acionado, tudo desde logo requerido.