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TESTES DE AVALIAÇÃO Geografia 10.º ano
TESTE DE AVALIAÇÃO 2A
Temas/ Domínio de
Aprendizagens Essenciais Conceitos Estrutura Itens
Subtemas aprendizagem*
Tema 1. A • Comparar a evolução do • Crescimento natural Tipos de itens: D1 D2 D3 1.1.1.
população, comportamento de diferentes • Saldo migratório −itens de seleção
utilizadora de variáveis demográficas, recolhendo • Taxa de natalidade (ex: escolha D1 D2 D3 1.1.2.
recursos e e selecionando informação múltipla,
• Taxa de mortalidade
organizadora estatística e apresentando completamento, D1 D2 D3 1.2.1.
de espaços conclusões. • Esperança de vida à
verdadeiro/falso,
nascença D1 D2 D3 2.
Subtemas: A • Identificar padrões de distribuição associação/correspo
população: de variáveis demográficas e suas • Crescimento efetivo ndência);
evolução e causas próximas, utilizando mapas a • Estrutura etária D1 D2 D3 3.1.
−itens de
diferenças diferentes escalas. • Taxa de fecundidade construção
regionais | A • Equacionar medidas concretas
D1 D2 D3 3.2.
• Índice de renovação (resposta curta;
distribuição da para minimizar o envelhecimento da de gerações resposta restrita
população D1 D2 D3 4.1.1.
população portuguesa. • Índice sintético de e/ou resposta
• Selecionar medidas que possam fecundidade extensa; cálculo). D1 D2 D3 4.2.
ter efeito nas estruturas/ • Envelhecimento
comportamentos demográficos e na Os itens podem ter
demográfico D1 D2 D3 4.3.1.
distribuição da população no como suporte um ou
• Índice de mais documentos,
território português. D1 D2 D3 5.1.1.
dependência de idosos como textos,
• Identificar padrões de distribuição
• Índice de tabelas, gráficos,
de variáveis demográficas e suas D1 D2 D3 5.1.2.
dependência de jovens mapas, figuras,
causas próximas, utilizando mapas a
• Estrutura ativa fotografias e D1 D2 D3 5.1.3.
diferentes escalas.
• Êxodo rural imagens de satélite.
• Explicar as assimetrias regionais
na distribuição da população • Assimetrias regionais As respostas aos D1 D2 D3 6.1.1.
portuguesa, evidenciando os fatores • Despovoamento itens podem
requerer a D1 D2 D3 6.2.
naturais e humanos que as • Litoralização
condicionam. mobilização
• Ordenamento do articulada de D1 D2 D3 7.1.
• Reportar as assimetrias na território aprendizagens
distribuição da população, aplicando D1 D2 D3 7.2.
essenciais relativas
o conceito de capacidade de carga
a mais do que um
humana a nível local e regional. D1 D2 D3 7.3.1.
subtema.
* D1 – Analisar questões geograficamente relevantes do espaço português
D2 – Problematizar e debater as interrelações no território português e com outros espaços
D3 – Comunicar e participar
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1. Na União Europeia (UE), o ritmo de crescimento da população, nos últimos anos, constitui uma ameaça à
coesão e à competitividade das diferentes regiões europeias.
A Figura 1 representa a taxa de crescimento efetivo (‰), por NUTS III, nos Estados-membros da UE, em
2017.
Figura 1 – Taxa de crescimento efetivo (‰), por NUTS III, nos Estados-membros da UE, em 2017.
1.1. Selecione a única opção correta para que as afirmações seguintes sejam verdadeiras.
1.1.1. De acordo com a Figura 1, dois dos Estados-membros da UE em que a maioria das suas NUTS III
apresentavam, em 2017, uma taxa de crescimento efetivo superior à média da UE eram a
(A) Polónia e a França. (C) Irlanda e a Suécia.
(B) Finlândia e a República Checa. (D) Dinamarca e Portugal.
Fonte: Exame Final Nacional de Geografia A, 2020, 2.ª Fase, IAVE, adaptado.
1.1.2. O valor da taxa de crescimento efetivo registado nas NUTS III da Península Ibérica, em 2017, observável
na Figura 1, permite-nos afirmar que,
(A) na maioria das unidades territoriais de Portugal continental, a taxa de mortalidade foi superior à taxa
de natalidade.
(B) nas unidades territoriais do litoral do sudeste de Espanha, o somatório da taxa de crescimento
natural e da taxa de crescimento migratório foi positivo.
(C) nas unidades territoriais do litoral de Portugal continental, a taxa de crescimento natural e a taxa de
crescimento migratório foram ambas negativas.
(D) na maioria das unidades territoriais do sudeste de Espanha, a taxa de natalidade foi superior à taxa
de mortalidade.
Fonte: Exame Final Nacional de Geografia A, 2020, 2.ª Fase, IAVE, adaptado.
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1.2. Na coluna I constam alguns dos intervalos das classes da taxa de crescimento efetivo da legenda do
mapa da Figura 1 e, na coluna II, constam seis das NUTS III de Portugal continental.
COLUNA I COLUNA II
TAXA DE CRESCIMENTO EFETIVO NUTS III
A. [0 ; 6[ 1. Área Metropolitana do Porto
B. [-6 ; 0[ 2. Alto Minho
C. < –6 3. Alto Tâmega
4. Douro
5. Região de Aveiro
6. Alentejo Central
1.2.1. A partir da análise da Figura 1, associe cada letra dos intervalos das classes da taxa de crescimento
efetivo, da coluna I, ao/s número/s da NUTS III, da coluna II, que lhe corresponde/m.
2. Complete o texto seguinte, fazendo corresponder a cada letra o número da opção correta.
A evolução da população de um dado território é o resultado da conjugação de duas componentes
demográficas: a natural e a migratória. Na segunda, é tido em conta o saldo migratório, entendido como a
___(a)___.
A ___(b)___ é um indicador mais preciso que a taxa de natalidade para avaliar a capacidade reprodutiva
de uma população, na medida em que relaciona os nascimentos apenas com a parte da população que
consegue procriar, isto é, as mulheres em idade fértil, dos ___(c)___.
3. O Quadro I apresenta dados demográficos de cinco dos municípios que integram a NUTS III Área
Metropolitana do Porto (AMP).
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Documento A
É possível estabelecer uma relação entre a evolução da idade média da mãe ao nascimento do
primeiro filho e a evolução do índice sintético de fecundidade (ISF) no período considerado.
Durante a década de 1990, Portugal deixou de assegurar a renovação das suas gerações (Frase
I). Em 2019, o ISF era inferior a 1,5 filhos por mulher em idade fértil. Um dos fatores que justifica a
evolução da idade média da mãe ao nascimento do primeiro filho, entre 1980 e 2019, e que se
reflete na evolução do ISF, é o maior desenvolvimento da medicina curativa e preventiva (Frase II).
4.1. As duas frases sublinhadas no documento A (I e II) apresentam, cada uma, um erro científico.
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4.2. Indique duas consequências sociodemográficas resultantes da evolução geral do índice sintético de
fecundidade em Portugal, entre 1960 e 2019.
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Duas estratégias que podem ser implementadas de modo a aumentar a fecundidade em Portugal são:
(A) criar incentivos para a redução da idade média da mulher ao nascimento do primeiro filho;
(B) atribuir apoios às famílias com dois ou mais filhos.
4.3.1. Selecione uma das estratégias, A ou B. De acordo com a estratégia selecionada, apresente duas
medidas, explicando de que modo contribuem para aumentar a fecundidade em Portugal.
Fonte: Exame Final Nacional de Geografia A, 2020, 2.ª Fase, IAVE.
Figura 4 – Pirâmide etária, Portugal, 1970. Figura 5 – Pirâmide etária, Portugal, 2019.
Fonte: Estimativas Anuais da População Residente, INE. Fonte: Estimativas Anuais da População Residente, INE.
5.1. Selecione a única opção correta para que as afirmações seguintes sejam verdadeiras.
5.1.1. Em 1970, a percentagem de população jovem do sexo feminino foi de, aproximadamente,
(A) 4,7%.
(B) 12,9%.
(C) 18,2%.
(D) 21,4%.
5.1.2. Entre 1970 e 2019, a população portuguesa registou um duplo envelhecimento, na medida em que se
verificou
(A) uma retração da base, em consequência da diminuição da proporção de jovens, e um alargamento
do topo, em virtude do aumento da proporção de idosos.
(B) um alargamento da base, em consequência da diminuição da proporção de jovens, e uma retração
do topo, em virtude do aumento da proporção de idosos.
(C) uma retração da base, em consequência do aumento da proporção de jovens, e um alargamento do
topo, em virtude do aumento da esperança média de vida.
(D) um alargamento da base, em consequência do aumento da proporção de jovens, e uma retração do
topo, em virtude da diminuição da proporção de idosos.
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5.1.3. As alterações verificadas no topo da pirâmide etária portuguesa de 2019, face ao da pirâmide de 1970,
têm como consequência, entre outras,
(A) o aumento do índice de dependência de idosos e o aumento do índice de dependência total.
(B) o aumento do índice de envelhecimento e o incremento da nupcialidade.
(C) o aumento do índice de dependência de idosos e o aumento do índice de envelhecimento.
(D) a diminuição do índice de dependência de jovens e a diminuição do índice de envelhecimento.
A Figura 6 representa a evolução da taxa de atividade (total e por sexo), em Portugal, no período 1983-
2018.
6.1. Selecione a única opção correta para que a afirmação seguinte seja verdadeira.
6.1.1. Em Portugal, o decréscimo da taxa de atividade total, a partir de 2008 e até 2016, reflete,
simultaneamente,
(A) o aumento da emigração e a redução da imigração, em virtude da conjuntura económica
desfavorável.
(B) a redução significativa da fecundidade, que tem como consequência o aumento da população ativa.
(C) o aumento da proporção de adultos (15 aos 64 anos), que favorece o aumento da população ativa.
(D) o aumento da imigração e a redução da emigração, devido à conjuntura económica desfavorável.
6.2. Explique de que forma a população imigrante contribui favoravelmente para a população ativa
portuguesa.
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7. A análise da distribuição da população num dado território é feita, usualmente, a partir de um indicador
demográfico específico, a densidade populacional.
Figura 7 – Densidade populacional, por município, NUTS III Região de Coimbra, 2019.
Fonte: Estimativas Anuais da População Residente, INE.
7.1. Indique dois municípios, cujo território se localiza integralmente a oriente do meridiano 08º45’ O e a norte
do paralelo 40º00' N, que registaram, em 2019, uma densidade populacional igual ou superior a 125,3
hab./km2.
7.2. Apresente dois fatores humanos, justificando o seu comportamento, que expliquem a desigual
distribuição da população na NUTS III representada na Figura 1.
7.3. Selecione a única opção correta para que a afirmação seguinte seja verdadeira.
7.3.1. Duas medidas passíveis de aumentar a fixação de população e de atividades económicas nos municípios
com menor densidade populacional da NUTS III Região de Coimbra poderão ser:
(A) a atribuição de benefícios fiscais aos casais com dois ou mais filhos, incentivando-os a fixarem-se no
município, e a criação de parques industriais infraestruturados, de modo a promover a atração de
empresas para o município.
(B) o aumento do valor das rendas para as famílias numerosas, incentivando-as a fixarem-se no
município e a atribuição de benefícios fiscais às empresas que se fixem no município e empreguem
mão de obra local.
(C) a diminuição do valor das rendas para as famílias numerosas, incentivando-as a fixarem-se no
município e a atribuição de benefícios fiscais às empresas que se fixem no município e empreguem
mão de obra especializada proveniente da Área Metropolitana do Porto.
(D) a criação de parques industriais infraestruturados, de modo a favorecer a fixação de empresas no
município e o aumento da carga fiscal aos casais com dois ou mais filhos, incentivando-os a fixarem-
se no município.
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