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A maior ironia da cultura pop e do mundo do cinema talvez seja a história de Cristopher Reeve. O homem de aço, o herói do povo, o ser indestrutível, devido a uma "pequena" queda de cavalo ficou tetraplégico. Foi um choque à escala planetária. Nem Lex Luthor teria engendrado um final tão preverso para o seu arqui-inimigo.
Mas se a queda derrubou o actor, não derrubou o homem. Até ao final da sua vida, Reeve e a sua mulher (Dana)…
Um robô, um mini ganso e uma raposa encontram-se numa floresta... E... formam a família mais disfuncional, mas ternurenta que podia haver. Disfuncional porque o robô torna-se a mãe galinha do gansinho, e apesar de galinha, o seu maior aliado é a raposita. Está tudo trocado. Ou se calhar tudo no devido sítio, para fazer despontar emoções ao espectador mais empedernido. Se vai assistir prepare-se! Aqui e ali vai soltar uma gargalhada, mas um clinex à mão vai dar um…
Arrisco afirmar que Scream está para os jovens dos anos 90 (a minha safra), como o Pesadelo de Elm Street para os dos anos 80. É verdade que são dois slashers, cujos protagonistas são essencialmente adolescentes (o público alvo deste tipo de filme).
Mas Wes Craven conseguiu alterar o tom para adaptar a sua fórmula aos novos tempos. E parece-me que se guiou por um diapasão certo. Scream é mais leve, cómico e de consumo mais fácil, e assim, mais…
Com excelentes apontamentos tragicómicos, este filme de terror foi realizado e co-escrito por Richard Stanley, numa adaptação, a meu ver, bem conseguida de um conto de ficção científica de H. P. Lovercraft. Um autor bastante apreciado e explorado por Stanley.
A história tem como principal vilã uma cor. Sim, é a grande originalidade desta narrativa - um magenta malvado e berrante. Esta cor parece ter sido trazida por um meteorito caído do seu, sendo a sua origem desconhecida. Para azar…