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Projeto Curso Gestao Publica Do Esporte

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PROPOSTA DE CURSO A DISTÂNCIA DE PÓS-

GRADUAÇÃO LATO SENSU EM GESTÃO PÚBLICA DO


ESPORTE

1
SUMÁRIO
1 IDENTIFICAÇÃO .......................................................................................................... 3
1.1 Nome do curso ......................................................................................................... 3
1.2 Edição ....................................................................................................................... 3
1.3 Categoria do curso .................................................................................................. 3
1.4 Promotores ............................................................................................................... 3
1.5 Instituições parceiras .............................................................................................. 3
1.6 Número de vagas ofertadas .................................................................................... 3
1.7 Público-alvo .............................................................................................................. 3
1.8 Formas de ingresso ................................................................................................. 3
1.9 Tipo de curso .......................................................................................................... 3
1.10 Duração do curso ................................................................................................... 3
1.11 Carga horária .......................................................................................................... 3
1.12 Duração/período ..................................................................................................... 3
1.13 Local de realização do curso ................................................................................ 3
1.14 Unidade responsável ............................................................................................. 3
1.15 Coordenador geral do curso ................................................................................. 3
1.16 Área de formação ................................................................................................... 3
1.17 Lattes ....................................................................................................................... 3
1.18 Telefone comercial ................................................................................................. 3
1.19 Telefone celular ...................................................................................................... 3
1.20 E-mail ...................................................................................................................... 3
2 APRESENTAÇÂO ........................................................................................................ 4
2.1 Justificativa .............................................................................................................. 4
2.2 Objetivos gerais e específicos ................................................................................ 4
2.3 Perfil do egresso ...................................................................................................... 5
3 SISTEMÁTICA OPERACIONAL .................................................................................. 5
3.1 Período das inscrições ............................................................................................ 5
3.2 Horário ...................................................................................................................... 5
3.3 Local .......................................................................................................................... 5
3.4 Documentos necessários ........................................................................................ 5
3.5 Período de seleção .................................................................................................. 6
3.6 Critérios de seleção ................................................................................................. 6
3.7 Divulgação da seleção ............................................................................................. 6
3.8 Matrícula online ........................................................................................................ 6
3.9 Horário ...................................................................................................................... 6
3.10 Local ........................................................................................................................ 6
4 DISCIPLINAS ............................................................................................................... 6
4.1 Cronograma do curso .............................................................................................. 8
4.2 Estrutura do curso ................................................................................................... 10
4.3 Ementas e bibliografia ............................................................................................. 10
4.4 Metodologia .............................................................................................................. 16
4.5 Avaliação dos subsistemas de EaD ....................................................................... 19
4.6 Avaliação de aprendizagem .................................................................................... 20
5 CORPO DOCENTE ...................................................................................................... 21
6 RECURSOS .................................................................................................................. 22

2
1 IDENTIFICAÇÃO
1.1 Nome do curso: Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Gestão Pública do
Esporte
1.2 Edição: 1ª Edição
1.3 Categoria do curso: Pós-Graduação Lato Sensu
1.4 Promotores: Universidade Estadual de Ponta Grossa – UEPG
1.5 Instituições parceiras:
Superintendência da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - SETI
Secretaria de Estado da Educação e Esporte
Instituto Paranaense de Ciência do Esporte - IPCE
1.6 Número de vagas ofertadas: 300 vagas para o curso de Especialização
1.7 Público-alvo: O curso a distância destina-se a portadores de diploma de curso
superior, com oferta de vagas a servidores públicos dos municípios e do Estado do Paraná
que exerçam atividades nas áreas de gestão do esporte e similares.
1.8 Formas de ingresso: o Instituto Paranaense de Ciência do Esporte (IPCE) fará a
seleção.
1.9 Tipo de curso: a distância.
1.10 Duração do curso: 12 meses.
1.11 Carga horária: 435 horas/aula.
1.12 Duração/período: 12 meses.
1.13 Local de realização do curso: Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) da
Universidade Estadual de Ponta Grossa.
1.14 Unidade responsável: NUTEAD/UEPG.
1.15 Coordenador geral do curso: Carlos Mauricio Zaremba.
1.16 Área de formação: Educação Física.
1.17 Lattes: http://lattes.cnpq.br/3173665110535574
1.18 Telefone comercial: 32203135
1.19 Telefone Celular: (42) 999722967
1.20 E-mail: carloszaremba@gmail.com

3
2 APRESENTAÇÃO
2.1 Justificativa:
No ano de 2018, o Governo do Estado do Paraná, através da então Secretaria de
Estado do Esporte e do Turismo, implantou a POLÍTICA DE ESPORTES DO PARANÁ.
Documento que tem como um de seus objetivos ser um referencial para as iniciativas
esportivas e de lazer geridas pelo setor público, pelo setor privado e pelo terceiro setor do
estado. A partir de então, torna-se necessária uma agenda de discussão e entendimentos
de como aplicar e desenvolver os ditames de tal política.
Para subsidiar a construção da referida política, em 2016 foi desenvolvida uma
ampla pesquisa com os municípios do Paraná, que originou o documento intitulado de
Relatório Estatístico do Cenário Estadual *. Esse relatório traz em seu conteúdo dados
coletados de 359 dos 399 municípios do estado. O quarto eixo norteador desse documento
se refere aos “Recursos humanos, formação e capacitação” e chama atenção pela
demanda apresentada. Mais de 90% das respostas colhidas entre aqueles que ocupam
cargos de gerência do esporte dentro dos municípios apontaram para a necessidade da
realização de cursos de capacitação nessa área.
Dessa forma, a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), através do Núcleo
de Tecnologia e Educação Aberta e a Distância (NUTEAD), apresenta-se como instituição
modelo para o atendimento de uma grande demanda de alunos, em diferentes localidades
do estado, na modalidade de Educação a Distância. Com sua expertise em cursos de
formação/capacitação de agentes públicos, a UEPG/NUTEAD torna-se elemento
catalisador nesse processo de alavancagem da construção de uma massa pensante para
o esporte no estado do Paraná.
Portanto, o presente curso encontra sua justificativa ao atender a uma demanda real
referente à formação e à capacitação de agentes públicos que desenvolvem suas funções
como gestores do esporte, dentro dos municípios do estado.

2.2 Objetivos gerais e específicos:


2.2.1 Objetivo geral:
Promover a formação continuada de pessoas vinculadas aos órgãos públicos de gestão do
esporte e áreas afins, por meio da realização de Curso de Pós-Graduação Lato Sensu.

2.2.2 Objetivos específicos:


*
http://www.esporte.pr.gov.br/arquivos/File/Parana_Mais_Esporte/Relatorio_Estatistico_Sintetico_Cenario_Estadual.pdf.

4
• Capacitar os atuais gestores do esporte e do lazer vinculados aos municípios do
estado do Paraná e demais servidores estaduais a planejar, coordenar, monitorar e avaliar
projetos na área do esporte, lazer e qualidade de vida;
• Promover a interface entre a prática acadêmica e profissional;
• Estimular o debate acadêmico e profissional sobre políticas públicas para o esporte;
• Garantir uma formação sólida, que oportunize ao profissional realizar reflexões
teóricas e práticas sobre o fenômeno do esporte e do lazer.

2.3 Perfil do egresso:


O egresso estará capacitado a atuar em projetos de caráter público na área da
gestão do esporte e do lazer, em ambientes onde as mudanças ocorrem permanentemente
e em grande velocidade, caracterizados ainda pela escassez de recursos e pelo alto nível
de competitividade exigido pela sociedade contemporânea. O profissional responsável pela
condução das organizações públicas deve garantir o desenvolvimento de sua criatividade,
seu espírito crítico e sua capacidade de produção de novos conhecimentos. O egresso
estará apto para atuar no planejamento e gestão de projetos ligados às diferentes
dimensões esportivas, assim como na área do lazer e da promoção da saúde, além de
desenvolver soluções e estratégias inovadoras para essas áreas. São desejáveis senso
crítico e capacidade de impulsionar o desenvolvimento econômico da região, integrando
formação à cidadania.

3 SISTEMÁTICA OPERACIONAL
3.1 Período das inscrições: 20/02/2020 a 02/03/2020
3.2 Horário: livre, conforme acesso ao site de inscrição, até 23h59 do dia 02/03/2020
3.3 Local: online, no site https://sistemas.uepg.br/lato
3.4 Documentos necessários:
Seguindo o Regulamento Geral dos Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu da UEPG,
aprovado pela Resolução CEPE Nº 038, de 21 de agosto de 2018, e as necessidades
específicas deste curso, os documentos necessários para a inscrição são os seguintes:
 Formulário de inscrição, digitalizado, indicando a existência de necessidade
educativa especial, quando for o caso;
 Histórico escolar (fotocópia digital);

5
 Comprovante de conclusão de curso superior: diploma ou certidão de integralização
do currículo pleno de curso superior, expedida pela Instituição de Ensino Superior -
IES competente (fotocópia digital);
 Fotocópias digitais da Carteira de Identidade, CPF (se não constar na identidade) e
certidão de casamento (se o nome diferir daquele que consta na identidade);
 Curriculum Vitae (comprovado), que também pode ser emitido pela Plataforma
Lattes;
 Declaração de vínculo com o setor público ou terceiro setor, quando se aplicar.
3.5 Período de seleção: 03/03/2020 a 06/03/2020.
3.6 Critérios da seleção: A seleção dos servidores públicos será realizada pelo
Instituto Paranaense de Ciências do Esporte (IPCE), de acordo com os requisitos
estabelecidos pelo mesmo através da análise dos documentos de inscrição descritos no
item 3.4.
3.7 Divulgação da seleção: 09/03/2020
3.8 Matrícula online: Será realizada no período de 11/03/2020 a 16/03/2020 – os
servidores selecionados devem firmar o termo de Compromisso/Contrato que trata sobre a
responsabilidade de sua participação no curso e as consequências jurídicas em caso de
abandono ou reprovação.
3.9 Horário: Livre (acesso online), até as 23h59 do dia 16/03/2020.
3.10 Local: Matrícula online – será realizada no site https://sistemas.uepg.br/lato.

4 DISCIPLINAS

Carga Categoria
Componente Curricular
Período Horária (Obrigatória / Docente(s)
(Disciplina/Módulo)
Optativo-Eletiva)
1 1 Módulo Introdutório 30 Obrigatória NUTEAD
Introdução à
2 Educação a 45 Obrigatória NUTEAD
Distância
O Público e o
Guilherme
3 Privado na Gestão 30 Obrigatória
Amaral Alves
Pública
Rauli Gross
4 Políticas Públicas 30 Obrigatória
Júnior
5 Políticas Públicas 30 Obrigatória Diego Petyk de
para o Esporte e Sousa; Dilson
Lazer Martins

6
Princípios e Guilherme
Conceitos da Moreira Caetano
6 30 Obrigatória
Gestão Pública Pinto; Bruno
Esportiva José Gabriel
Planejamento
Gilmar Batista
7 Estratégico 30 Obrigatória
Mazurek
Governamental
Planejamento e
Gestão de Emerson
Programas e Venturini; Marcos
8 30 Obrigatória
Projetos de Esporte, Aurelio
Lazer e Qualidade Schemberger
de Vida
Projetos Esportivos Carlos Maurício
Incentivados e Zaremba;
9 30 Obrigatória
Gestão de Recursos Cristiano Barros
Públicos Financeiros Homem d’El Rei
2 1 Elaboração de Augusta Pelinski
30 Obrigatória
0 Indicadores Raiher
Gestão de
Edilson de
Equipamentos e de
1 Oliveira; Miguel
Instalações 30 Obrigatória
1 Archanjo de
Esportivas e de
Freitas Júnior
Lazer
Marketing,
1 Comunicação
30 Obrigatória Fabiano Castro
2 Estratégica e Mídia
no Esporte
Rodrigo
1 Sautchuk;
Legislação Esportiva 30 Obrigatória
3 Alessandro
Kioshi Kishino
TOTAL 435 horas

7
4.1 Cronograma do curso:
CALENDÁRIO DE 2020 - 1º SEMESTRE

18/03/2020

25/03/2020

01/04/2020

08/04/2020

15/04/2020

22/04/2020

29/04/2020

06/05/2020

13/05/2020

20/05/2020

30/05/2020

03/06/2020

10/06/2020

17/06/2020

24/06/2020

01/07/2020

08/07/2020

15/07/2020

18/07/2020
DISCIPLINAS
1ª semestre 2020

Módulo Introdutório
(C. H. 30)
Introdução à
Educação a
Distância (C. H.
45)
O Público e o
Privado na Gestão
Pública (C. H. 30)
Políticas Públicas
(C. H. 30)
Avaliação Online

Políticas Públicas
para o Esporte e
Lazer (C. H. 30)
Princípios e
Conceitos da
Gestão Pública
Esportiva (C. H.
30)
Planejamento
Estratégico
Governamental (C.
H. 30)
Avaliação Online

8
CALENDÁRIO DE 2020 - 2º SEMESTRE

03/08/2020

10/08/2020

17/08/2020

24/08/2020

31/08/2020

07/09/2020

14/09/2020

21/09/2020

28/09/2020

05/10/2020

19/10/2020

26/10/2020

02/11/2020

09/11/2020

16/11/2020

23/11/2020

30/11/2020
DISCIPLINAS
2ª semestre 2020

Planejamento e
Gestão de
Programas e
Projetos de Esporte,
Lazer e qualidade de
vida (C. H. 30)
Projetos Esportivos
incentivados e
Gestão de Recursos
Públicos Financeiros
(C. H. 30)
Elaboração de
Indicadores (C. H.
30)
Avaliação Online

Gestão de
Equipamentos e de
Instalações
Esportivas e de
Lazer (C. H. 30)
Marketing,
Comunicação
Estratégica e Mídia
no Esporte (C. H. 30)
Legislação Esportiva
(C. H. 30)
Avaliação Online

9
4.2 Estrutura do curso:
O curso conterá um módulo básico contendo 435 horas, dividido em dois semestres, sendo
o 1º semestre composto por sete disciplinas, e o 2º semestre por seis disciplinas. Cada
semestre tem dois períodos destinados a avaliações online.

4.3 Ementas e bibliografia


1 INTRODUÇÃO À EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
Concepções de Educação à Distância. Evolução histórica. O aluno de EaD. Tutoria
em EaD. Metodologia da EaD. Avaliação na EaD. Perspectivas atuais de Educação
à Distância: mídias interativas e plataformas virtuais de aprendizagem.

Referências básicas:
LANDIM, C. M. Educação à distância: algumas considerações. Rio de Janeiro: [s/n], 1997.
MENDONÇA, M. H.; MAFTUM, M. A.; MAZZA, V. A. Educação à distância e prática tutorial. Ponta
Grossa: UEPG/CEFORTEC, 2005.
PRETTI, O. Educação à distância: inícios e indícios de um percurso. NEAD/IE-UFMT. Cuiabá:
UFMT, 1996.
ROESLER, J. (org). Administração e planejamento em EaD: curso de extensão na modalidade à
distância. Palhoça: Unisul Virtual, 2006.

2 O PÚBLICO E O PRIVADO NA GESTÃO PÚBLICA


Essa disciplina tem por objetivo delimitar com clareza para o aluno as diferenças
entre a esfera privada, que é âmbito de atuação por excelência do administrador de
empresas, e a esfera pública, na qual se situa a Administração Pública e o gestor
público. Tradicionalmente, os poucos cursos de Administração Pública oferecidos no
país partem do núcleo duro das teorias e disciplinas que compõem os currículos de
Administração de Empresas, a ele acrescentando alguns outros temas e matérias
mais diretamente ligados à gestão dos negócios públicos pelo Estado. Esse ponto
de partida deixa depor suficientemente em relevo a diferença fundamental entre a
esfera pública e a privada, da qual derivam todas as demais diferenças teleológicas,
organizacionais e funcionais existentes entre as organizações do Estado e as da
sociedade civil, sejam elas empresas, sindicatos e associações com ou sem fins
lucrativos. Por ser essencial ao gestor público ter absoluta clareza dessa diferença,
de forma a poder exercer adequadamente as suas funções e atribuições na
qualidade de servidor público, é que esta disciplina foi inserida no módulo básico
deste curso. Da precisa separação entre esfera pública e esfera privada, que
remonta ao Direto Romano, mas que só recentemente adquiriu os seus contornos
mais definidos nas sociedades contemporâneas do Ocidente, é que decorrem todas
as demais diferenciações relevantes para o agente público: de um Direito Público e
de um Direito Privado; a separação entre Estado e sociedade civil; a delimitação dos
poderes dos governantes em relação ao conjunto do Estado e aos cidadãos. A
dicotomia público-privado: a primazia do público sobre o privado; as fronteiras entre
o público e o privado; as prerrogativas do Estado sobre os agentes privados; os
direitos do cidadão e os deveres do Estado; interesses privados e interesses
coletivos.

10
Referências básicas:
BOBBIO, N. A grande dicotomia: público/privado. In: NOBBIO, N. Estado, governo, sociedade: por
uma teoria geral da política. Tradução de Marco Aurélio Nogueira. Rio de Janeiro: Paz e Terra,
1987. p. 13-31.
CARVALHO, I. M. O princípio da supremacia do interesse público sobre o privado: parâmetros para
uma reconstrução. Revista Diálogo Jurídico, n. 16, Salvador, 2007. Disponível em:
http://www.direitopublico.com.br/pdf/PrincípiodaSupremacia_ULTIMAVERS-ÂO.pdf.. Acesso em: 18
jun. 2009.
MEIRELLES, Helly Lopes. Direito administrativo brasileiro. 14. Ed. São Paulo: Revista dos
Tribunais, 1989.
NASCIMENTO, Márcio G. O controle da administração pública no Estado de Direito.
Direito net, 2005. Disponível em: <http://www.direitonet.com.br/artigos/x/20/23/2023/>.
Acesso em: 18 jun. 2009.

3 POLÍTICAS PÚBLICAS
Sociedade. Política. Política Pública. Análise política. Análise de políticas. As
principais abordagens na análise de políticas públicas e o modelo sistêmico. A
concepção do “ciclo da política”. Atores políticos (stakeholders). Interesses e
expectativas. Poder e recursos de poder. Bem público. Escolha racional.
Experiências inovadoras que criam novas esferas públicas de negociação e de
participação popular: conselhos, redes, parcerias e novos arranjos institucionais no
nível local de governo. A formação de agenda de políticas públicas. Tipos de
demandas. Decisão. Não decisão. Arenas políticas. Padrões de comportamento e
interação dos atores. Modelos de análise do processo decisório: racional,
organizacional e modelo da política burocrática. As lógicas do processo decisório:
racional-compreensiva, incremental e mixed-scanning. Relações entre formulação e
implementação. Modelos de implementação de políticas. Avaliação.
Acompanhamento. Monitoramento. Pesquisa Avaliativa. Tipos de avaliação.
Critérios de avaliação. Controle e avaliação de políticas públicas. Políticas Públicas:
conceitos e evolução no Brasil. Regularidades das políticas públicas no Brasil.
Novos papéis e responsabilidades dos entes federativos nas políticas públicas.

Referências básicas:
ARRETCHE, M. T. S. Políticas sociais no Brasil: descentralização em um Estado federativo. Rev.
bras. Ci. Soc., v. 14, n. 40, p. 111-141, jun. 1999.
COTTA, T. C. Metodologia de avaliação de programas e projetos sociais: análise de resultados e
de impacto. Revista do Serviço Público, n. 2, abr./jun. 1998.
COUTINHO, L. Coréia do Sul e Brasil: paralelos, sucessos e desastres. In: FIORI, J. L. (org.).
Estados e moedas no desenvolvimento das nações. Petrópolis: Vozes, 1999.
DEMO, P. Política social, educação e cidadania. Campinas: Papirus, 1996.
DERLIEN, H. U. Una comparación internacional em la evaluación de las políticas públicas. Revista
do Serviço Público, n. 1, jan./mar. 2001.
DRAIBE, S. M. Qualidade de vida e reformas sociais: o Brasil no cenário latino-americano. Lua
Nova, n. 31, p. 5-46, 1993.
DRAIBE, S. M. Uma nova institucionalidade das Políticas Sociais? Reflexões a propósito da
experiência latino-americana recente de reformas e programas sociais. São Paulo em Perspectiva.
v. 11, n. 4, p. 3-15, out./dez. 1997.
DUNN, W. N. Public policy analysis: An introduction. 3. ed. Upper Saddle River, New Jersey:
Prentice-Hall, 2004.

4 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO GOVERNAMENTAL

11
Introdução ao planejamento estratégico. Aspectos gerais e históricos. O
desenvolvimento planejado. Evolução do planejamento no Brasil. Abordagem crítica
do modelo brasileiro de planejamento governamental. Plano plurianual.

Referências básicas:
ALMEIDA, P. R. A experiência brasileira em planejamento econômico: uma síntese histórica. [S/l]:
[s/n], 2004. (mimeo).
CRISTO, C. M. P. N. Prospectiva estratégica: instrumento para a construção do futuro e para a
elaboração de políticas públicas. Revista do Serviço Público, a. 54, n. 1, jan./mar. 2003.
ETKIN, J. Política, gobierno y gerencia de las organizaciones. Buenos Aires: Prentice Hall, 2000.
FISCHMANN, A. A.; ALMEIDA, M. I. R. Planejamento estratégico na prática. São Paulo: Atlas,
1995.

5 ELABORAÇÃO DE INDICADORES
O objetivo dessa disciplina é sistematizar as noções básicas e introduzir as
potencialidades e limites da aplicação dos Indicadores nas etapas do ciclo de
formulação e avaliação de Políticas Públicas no Brasil. Ao apresentar as diferentes
fontes de dados, pesquisas, relatórios sociais, sítios de informação estatística e
indicadores, procura-se oferecer aos estudantes os insumos básicos para
elaboração de diagnósticos socioeconômicos abrangentes, que subsidiam a
proposição de programas sociais, bem como permitir a construção de sistemas de
indicadores que viabilizem o monitoramento contínuo da ação governamental.
Indicadores fornecem bases mais consistentes para justificar a demanda de
recursos para um determinado projeto social ser encaminhada a alguma instância
de governo ou agência de fomento, para sustentar tecnicamente a relevância dos
programas especificados nos Planos Plurianuais ou para monitorar periodicamente
os efeitos da ação governamental. Diagnósticos socioeconômicos com escopo
abrangente e com detalhamento geográfico adequado são insumos básicos para
orientar o planejamento governamental e para formulação de programas públicos
mais ajustados à natureza e gravidade dos problemas sociais vivenciados. Sistemas
de Monitoramento, por sua vez, contribuem para a gestão mais eficiente dos
programas sociais. Enfim, os indicadores socioeconômicos são a base informacional
de Diagnósticos para Programas Sociais e Sistemas de Monitoramento. Além da
aplicabilidade nas atividades inerentes à gestão de políticas públicas, nos últimos
anos, os indicadores vêm sendo usados para conferir maior transparência,
accountability e controle social do gasto público. Respondendo a essas demandas,
o IBGE, as agências e departamentos de estatísticas dos Ministérios e várias outras
instituições públicas vêm produzindo e organizando um conjunto mais amplo de
dados e indicadores sociais, econômicos e ambientais, disponibilizando-o em
diferentes suportes e formatos como publicações e aplicativos de consulta na
Internet. Conceitos básicos sobre Indicadores Sociais: Introdução histórica;
Indicadores Sociais: do conceito às medidas; Indicadores e os diagnósticos
socioeconômicos; Principais Pesquisas e Fontes de Dados e de Indicadores Sociais;
Principais produtores de dados e indicadores no Brasil; Os Censos Demográficos;
As Pesquisas Amostrais e Institucionais do IBGE; Registros Administrativos,
Cadastros Públicos e Dados de Programas; Introdução às fontes de dados e
indicadores econômicos; Dados e Indicadores Econômicos; Principais boletins de
conjuntura; Principais pesquisas econômicas do IBGE.

12
Referências básicas:
FEIJÓ, C. et al. Para entender a conjuntura econômica. Barueri: Manole, 2008. p.1-60.
GUIMARÃES, J. R. S.; JANNUZZI, P. M. IDH – Indicadores sintéticos e suas aplicações em
políticas públicas: uma análise crítica. Revista Brasileira Est. Urbanos e Regionais, Salvador, 7 (1):
73-89, 2005.
JANNUZZI, P. M. Indicadores Sociais: conceitos básicos para uso na avaliação e formulação de
políticas. Campinas: Alínea, 2001. p.11-63.
JANNUZZI, P. M.; CAVATI SOBRINHO, H. Informação econômica no Sistema Estatístico
Brasileiro. Análise & Dados, Salvador, v. 15, n. 1, p. 75-90, 2005.
SANTAGADA, S. Indicadores sociais: uma primeira abordagem histórica. Pensamento Plural,
Pelotas [01]: 113-142, jul./dez. 2007.

6 PRINCÍPIOS E CONCEITOS DA GESTÃO PÚBLICA ESPORTIVA


Primórdios e a evolução histórica da Administração. Campos de estudos da
Administração. Conceito de Administração Pública. Principais modelos de
administração: patrimonialista, burocrático e gerencial. Caracterização da gestão
pública: conceitos, objetivos e princípios. Ferramentas, procedimentos e métodos de
organização na gestão pública esportiva. Governança no Esporte. Teorias
administrativas aplicadas à gestão pública esportiva.

Referências Básicas
CHIAVENATTO, I. Introdução à Teoria Geral da Administração. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier,
2011.
MATTAR, M.; MATTAR, F. Gestão de Negócios Esportivos. São Paulo: Campus Elsevier, 2012.
MAZZEI, L. C.; BASTOS, F. C. Gestão do Esporte no Brasil: desafios e perspectivas. São Paulo:
Ícone, 2015.
MORALES, I. R. Liderança e Administração Esportiva. São Paulo: Ícone, 1997.
SANTOS, C. S. dos. Introdução à Gestão Pública. 1. ed. São Paulo: Saraiva, 2006.
PETERS, B. G.; PIERRE, J. (org.). Administração Pública: coletânea. 1. ed. Brasília: ENAP, 2010.

7 PROJETOS INCENTIVADOS E GESTÃO DE RECURSOS PÚBLICOS FINANCEIROS


Fontes de financiamento público e privado. Captação de recursos para o esporte.
Captação de patrocínio. Fontes de financiamentos (governo federal, estadual e
municipal). Leis de Incentivo ao Esporte (LIE), Política do Esporte do Estado do
Paraná, Programa Estadual de Fomento e Incentivo ao Esporte - PROESPORTE.
Articulação entre editais e o mercado de trabalho para o processo de definição de
projetos no campo do esporte e lazer. Elaboração de projetos: conceitos e aspectos
básicos. Ferramentas básicas para elaboração e acompanhamento de projetos:
medidas de avaliação e indicadores de eficiência, eficácia e efetividade. Teoria,
métodos, técnicas e tipos de avaliação. Métodos quantitativos e qualitativos.
Planejamento orçamentário. Leis orçamentárias. Gestão dos recursos públicos:
Marco Legal do Plano Plurianual (PPA), da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e
Lei Orçamentária Anual (LOA). Emendas parlamentares.

Referências Básicas
ANDRADE, N. de A. et al. Planejamento governamental para municípios. 2. ed. São Paulo: Atlas,
2008.
CASAROTTO FILHO, N. Elaboração de Projetos Empresariais: análise estratégica, estudo de
viabilidade e plano de negócio. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2016.

13
CONSALTER, M. A. S. Elaboração de Projetos: da introdução à conclusão. Curitiba: Inter Saberes,
2012.
GUIMARAES, T. B.; PORDEUS, I. A.; CAMPOS, E. S. A. (org.) Estado para Resultados: avanços
no monitoramento e avaliação da gestão pública em Minas Gerais. Belo Horizonte: UFMG, 2010.
LUCCK, H. Metodologia de projetos: uma ferramenta de planejamento e gestão. 7. ed. Petropólis,
RJ: Vozes, 2009.
PINTO, L. M. (org). Como fazer projetos de lazer: elaboração, execução e avaliação. Campinas,
SP: Papirus, 2013.

8 GESTÃO DE EQUIPAMENTOS E DE INSTALAÇÕES ESPORTIVAS E DE LAZER


Instalações e equipamentos esportivos e de lazer: Definições. Diagnóstico nacional
das estruturas esportivas e de lazer: Atlas do Esporte no Brasil. Espaços urbanos,
públicos e privados de esporte e lazer. Gestão das instalações e equipamentos para
esporte e lazer. Características e qualidade dos espaços e equipamentos esportivos
e de lazer. Políticas de Planejamento de espaço e Acessibilidade. Urbanismo e
lazer. Fundamentos, ferramentas, técnicas e tecnologia para a gestão de serviços e
espaços esportivos. Novas tendências em espaços esportivos. Realidade local e
regional, relativa aos equipamentos de esporte e lazer.

Referências Básicas
LIMA, D. M. M. C. de; MAIA, L. F. dos S.; OLIVEIRA, M. V. de F. (org.). Políticas de lazer e suas
múltiplas interfaces no cotidiano urbano. Natal, RN: CEFET/RN, 2007.
MARCELLINO, N. C. Legados de Megaeventos Esportivos. Campinas, SP: Papirus, 2014.
MAZZEI, L. C.; BASTOS, F. C. Gestão do Esporte no Brasil: desafios e perspectivas. São Paulo:
Ícone, 2015.
RIBEIRO, F. T. Novos espaços para esporte e lazer: planejamento e gestão de instalações
esportivas, atividades físicas, educação física e lazer 1. ed. São Paulo: Ícone, 2011.
STOPPA, E. A et al. Gestão de esporte e lazer: análise dos espaços e equipamentos de esporte
recreativo e de lazer em Ermelino Matarazzo, zona leste de São Paulo. São Paulo: Plêiade, 2011.
138 p.

9 PLANEJAMENTO E GESTÃO DE PROGRAMAS E PROJETOS DE ESPORTE, LAZER


E QUALIDADE DE VIDA
Desenvolvimento de projeto e programas de esporte e lazer com base em preceitos
técnicos e teóricos de elaboração e desenvolvimento de projetos. Planejar,
monitorar e avaliar projetos e programas em esporte e lazer. Possibilitar o estudo e
a vivência da relação do movimento humano com a saúde, favorecendo a
conscientização da importância das práticas corporais como elemento indispensável
para a aquisição da qualidade de vida.

Referências Básicas
GIACAGLIA, M. C. Organização de eventos: teoria e prática. São Paulo: Pioneira Thomson
Learning, 2004.
LUCCK, H. Metodologia de projetos: uma ferramenta de planejamento e gestão. 7. ed. Petrópolis,
RJ: Vozes, 2009.
MATIAS, M. Organização de eventos: procedimentos e técnicas. Barueri: Manole, 2010.
PINTO, L. M. S. M. (org.). Como fazer projetos de lazer: elaboração, execução e avaliação.
Campinas, SP: Papirus, 2013.
ZINGONI, P.; RIBEIRO, C. A. Elaboração, monitoramento e avaliação de projetos sociais e de
lazer. Brasília: SESI/DN, 2006.

14
10 POLÍTICAS PÚBLICAS PARA O ESPORTE E LAZER
Conceito de políticas públicas. Estruturas de governança e políticas públicas do
esporte no Brasil. Sistemas brasileiro, nacional, estaduais e municipais de esporte.
Compreender o processo de construção das políticas públicas de lazer nos âmbitos
federal, estadual e municipal. Conferências nacional e estaduais de esporte.
Políticas de esporte de alto rendimento, educacional e saúde. Política do Esporte do
Estado do Paraná, Programa Estadual de Fomento e Incentivo ao Esporte –
PROESPORTE. Políticas de esporte para a inclusão social. Identificar mecanismos
de avaliação e monitoramento das políticas públicas. Políticas do esporte
desenvolvidas pelo Instituto Paranaense de Ciências do Esporte – Jogos Oficiais e
demais Programas e Projetos.

Referências Básicas
HOWLETT, M.. Política pública: seus ciclos e subsistemas. Uma abordagem integral. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2013.
DI GIOVANNI, G. As estruturas elementares das políticas públicas. Caderno de Pesquisa, n. 82,
Unicamp: NEPP, 2009.
MARCELLINO, N. C. Subsídios para uma política de lazer: o papel da administração municipal. In:
MARCELLINO, N. C. (org.). Políticas públicas de lazer. Campinas: São Paulo: Editora Alínea, 2008.
p. 11-16.
MARCELINO, N. C. (org.). Políticas Públicas setoriais de Lazer: o papel das prefeituras. Campinas,
SP: Autores Associados, 1996.
MEZZADRI, F. M. (org.). Políticas públicas e esporte. Várzea Paulista: Fontoura, 2014.

11 MARKETING, COMUNICAÇÃO ESTRATÉGICA E MÍDIA NO ESPORTE


Conceito de Marketing. Estratégias e programas de marketing, segmentação e nicho
de mercado. Mensuração de mercado. Composto mercadológico (produto, preço,
promoção e logística). Plano de marketing. Negócios no esporte: licenciamento,
franchising, espaços exibitécnicos e eventos esportivos. Criação e gestão de marcas
no esporte. Comunicação estratégica no esporte. Propaganda. Estratégias de
divulgação do meio esportivo. Agências de publicidade. Clipagem. Plano de mídia.
Vinculação da marca esportiva e do patrocinador. Mídia (impressa e eletrônica).

Referências Básicas
BERTRAND, J. C. A deontologia das mídias. Bauru: EDUSC, 1999.
CAMPANA FILHO, C.; PINTO, N. A.; WAISSMAN, V. Estratégias de Comunicação em Marketing.
2. ed. São Paulo: FGV Editora, 2012.
COHEN, W. A. Marketing segundo Peter Drucker: lições estratégicas que revolucionaram os
conhecimentos de marketing. São Paulo: M. Books do Brasil, 2014.
MELO NETO, F. P. Marketing Esportivo: o esporte como ferramenta do marketing moderno. Rio de
Janeiro: Best Seller, 2013.
PUBLIO, M. A. Como planejar e executar uma campanha de propaganda. 1. ed. São Paulo: Atlas,
2008.
TAMANAHA, P. Planejamento de Mídia: teoria e experiência. 2. ed. São Paulo: Pearson Brasil,
2011.

12 LEGISLAÇÃO ESPORTIVA
Evolução do Direito Desportivo. Dimensões do Direito Esportivo. Esporte e a
Constituição Federal: história e atualidade. Direito ao esporte: formas,
manifestações e problemas jurídicos. As leis que incentivam a prática do esporte.

15
Estudo do Desporto e Lazer na Constituição Federal e na Constituição do Estado do
Paraná. Direito Desportivo e sua relação com os outros ramos do Direito.

Referências Básicas
CAVAZZOLA JÚNIOR, C. A. Manual de Direito Desportivo. São Paulo: Edipro, 2014.
MELO FILHO, A. Nova Lei Pelé: avanços e impactos. Rio de Janeiro: Ed. Maquinária, 2011.
PENTEADO, J. Direito Desportivo Constitucional: o desporto educacional como direito social. PUC-
SP, 2016.
SOUZA, G. L. P. de et al. Direito Desportivo. Belo Horizonte: Arraes Editores, 2014.
TUBINO, M. J. G. 500 anos de legislação esportiva brasileira: do Brasil Colônia ao início do século
XXI. Rio de Janeiro: Shape, 2002. 282 p.

4.4 Metodologia
O Curso a Distância de Pós-Graduação Lato Sensu em Gestão Pública do Esporte
será ofertado pela UEPG, em parceria com a Secretaria Estadual de Educação e do
Esporte, através do Instituto Paranaense de Ciência do Esporte e com a Superintendência
Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Este curso funcionará em uma turma
única composta por 300 discentes, todos servidores públicos municipais e/ou estaduais,
sendo composto por um módulo único, o qual se constitui de assuntos relativos à
Educação a Distância (EaD) e metodologia, além de disciplinas inerentes à gestão pública
do esporte.
O preenchimento das vagas destinadas aos Servidores Públicos Municipais e
Estaduais ocorrerá em conformidade com os critérios estabelecidos pelo Instituto
Paranaense de Ciências do Esporte – IPCE.
O curso será todo desenvolvido por meio de tecnologias de EaD, em Ambiente
Virtual de Aprendizagem, fundamentando-se, quanto aos aspectos metodológicos, nos
conceitos de interatividade, cooperação e autonomia, oferecendo condições para que
o aluno possa alcançar o aprendizado de forma efetiva, em ritmo individualizado, ainda
que dentro de prazos máximos delimitados para a melhor oferta de cada disciplina, em
interação com os professores, tutores e demais cursistas.
O Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Gestão Pública do Esporte utilizará
para sua consecução as seguintes mídias: webconferência; Ambiente Virtual de
Aprendizagem (AVA); materiais didáticos em PDF ou PDF interativo (conforme
planejamento do professor formador); videoaulas; Internet. A combinação de diversas
mídias visa favorecer a interação e a aprendizagem dos sujeitos envolvidos,
permitindo a aplicação de diversos recursos e procedimentos de ensino-
aprendizagem.

16
As disciplinas envolvem momentos síncronos e assíncronos, mediados por
recursos tecnológicos, utilizados didaticamente, e estabelecendo uma dinâmica entre
estudos individuais, webconferências, vídeos, chats, produção científico-acadêmico-
cultural.
O AVA consiste em um conjunto de softwares integrados capazes de oferecer
interface de aprendizado para o aluno, com conexão controlada, em que somente o
aluno regularmente matriculado pode acessar os conteúdos e tarefas, via internet.
Disponibiliza-se, ainda, uma biblioteca virtual de conteúdos em arquivos eletrônicos
para download. O AVA consiste, também, em um dos principais meios de
comunicação e interação entre todos os envolvidos no curso.
Nas atividades online e nos e-books, são programadas leituras, reflexão,
elaboração de síntese, levantamento e solução de problemas e autoavaliação, dentre
outras. As webconferências, por sua vez, fomentam a interação entre equipe
pedagógica e estudantes, sendo prevista uma webconferência a cada 15 horas-aula
da carga horária de cada disciplina. As webconferências ficam gravadas e disponíveis
no AVA para os alunos que não puderem assistir à transmissão ao vivo ou que
queiram rever o conteúdo.
As videoaulas funcionam para apresentar a disciplina, o professor e para
complementar o material do curso, sendo um recurso de variação das formas de
aprendizagem, por aliar som e imagem, contribuindo na fixação de conteúdos e
familiarização com os professores formadores, além de ser funcional para conteúdos
demonstrativos.
Os conteúdos trabalhados e sistematizados e os materiais produzidos pelo
professor serão o ensejo para atividades de diálogo, exercícios reflexivos, trabalhos
em grupo, estudos de caso e/ou situações problema. O professor formador pode optar
por produzir material didático inédito, para ser disponibilizado aos alunos em formatos
digitais. Do contrário, o material didático consistirá nos textos de leitura obrigatória
indicados pelo professor, também disponibilizados em formatos digitais; bem como
todos os materiais que fizerem parte da arquitetura de disciplina planejada,
obrigatórios e complementares.
Para o melhor andamento dessas atividades, contar-se-á com a mediação dos
tutores a distância, disponíveis para orientar os estudos, sugerir fontes de informação,
avaliar respostas etc.
O aluno poderá navegar na internet, individualmente, de acordo com sua
17
disponibilidade de tempo, podendo realizar pesquisas de interesse acadêmico e
profissional, participar de fóruns de discussão orientados para a revisão dos conteúdos
e para a investigação. A pesquisa autônoma é amplamente encorajada, por
desenvolver no aluno habilidades desejáveis ao egresso (pesquisa, autonomia) e
direcionar, conforme as próprias decisões do estudante, suas leituras e
aprofundamentos.
Todos esses elementos acontecem sob uma organização de apoio institucional
e uma mediação pedagógica que garantem as condições necessárias à efetivação do
ato educativo.
Considerando que a metodologia adotada privilegia uma abordagem
progressista, que incentiva o aluno a construir o seu próprio conhecimento, nesta
proposta procura-se deslocar o eixo exclusivo do ensino centrado tradicionalmente na
figura do professor ou somente nos meios e técnicas, como se fez no passado pelo
uso indiscriminado de recursos e técnicas, para o processo de aprendizagem.
Dessa forma, o aluno assume o papel de aprendiz ativo e participante quando
se envolve nas webconferências e se instrumentaliza mediante o ambiente virtual,
textos, materiais didáticos e pela internet, além das discussões em sessões de fóruns.
São ações que o aluno realiza sozinho (autoaprendizagem), com o professor
(webconferência), com o tutor (fóruns e tutoria) e com seus colegas
(interaprendizagem), por meio das discussões em ambientes virtuais e presenciais dos
grupos mais próximos de seus locais de trabalho e na tutoria. Interações aluno-
professor-alunos-tutor-alunos..., “conferem um pleno sentido à co-responsabilidade no
processo de aprendizagem” (MASETTO, 2004, p. 141).
A escolha das estratégias e técnicas será realizada coerentemente com os
novos papéis do aluno, isto é, são focadas aquelas que privilegiam o papel do aluno
enquanto sujeito da aprendizagem e o papel de incentivador, mediador e orientador por
parte do professor e do tutor, nos diferentes ambientes do curso.
Um processo centrado na aprendizagem, como se propõe para o curso, prevê o
uso de técnicas que incentivam a participação e a interação entre os alunos, o diálogo, a
pesquisa, o debate; que promovam a produção do conhecimento; que permitam o
exercício de habilidades humanas importantes, como pesquisar em biblioteca, trabalhar em
equipe com profissionais da mesma área e de áreas afins, apresentar trabalhos, fazer
comunicações, dialogar, intercambiar experiências.
Para facilitar a comunicação entre alunos, tutores e professores no decorrer do
18
curso, serão utilizados todos os meios de comunicação disponíveis, como telefone,
ferramentas do ambiente virtual de aprendizagem, e-mail, aplicativos de celular para troca
de mensagens etc., além de eventuais contatos presenciais.

4.4.1 Metodologia das disciplinas


Conteúdos disponibilizados pelo Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) do
NUTEAD, com acesso on-line restrito aos inscritos e tutores, em período definido. O
professor formador planeja, produz e seleciona os conteúdos em formato de textos,
videoaulas, questionários, fóruns de discussão e tarefas individuais. O tutor
acompanha as atividades durante o período de oferta da disciplina, conduzindo fóruns,
orientando atividades, esclarecendo dúvidas e avaliando as atividades. O controle de
frequência se dá pela participação do aluno nas atividades previstas no AVA.

4.5 Avaliação dos subsistemas de EaD:


A avaliação dos subsistemas de EAD presentes no curso de Gestão Pública do
Esporte tem por objetivo controlar e aprimorar as etapas do processo pedagógico para
garantir o alcance dos objetivos propostos para o curso.
Para tanto, será aplicada a avaliação de forma continuada, realizada pelos atores do
processo ensino-aprendizagem, entre eles, estudantes, professores, professores
conteudistas, professores formadores e coordenador do curso, contemplando os seguintes
aspectos:
• Desempenho do estudante;
• Desempenho dos professores;
• Desempenho dos professores formadores;
• Adequação do Ambiente Virtual de Aprendizagem;
• Qualidade do material impresso e da multimídia interativa;
• Qualidade e adequação do atendimento administrativo;
• Desempenho da coordenação do curso; e
• Eficácia do programa.
A estrutura de EAD projetada para o curso possibilita a integração das ações dos
atores de EaD, permitindo controle e sinergia no processo ensino-aprendizagem, assim
como a prática de acompanhamento efetivo do estudante e sua avaliação em dimensão
sistêmica e continuada.

19
4.6 Avaliação de aprendizagem – disciplinas:
O processo de avaliação de aprendizagem na Educação a Distância, embora se
sustente em princípios análogos aos da educação presencial, requer tratamento e
considerações especiais em alguns aspectos.
As avaliações do desempenho do estudante serão regidas pela Pró-Reitoria de
Pesquisa e Pós-Graduação (PROPESP). Será concedido o certificado de conclusão de
curso ao cursista que cumprir todas as etapas do curso, que compreendem:

• Freqüência e realização mínima de 75% da carga horária nas atividades online de


cada disciplina;
• Nota igual ou superior a 7,0 (sete), correspondente a “aprovado” em todas as
disciplinas.

A avaliação da disciplina será efetuada em duas etapas:


1 - Avaliação processual - ocorrerá durante o desenvolvimento do aluno na disciplina e
será feita por meio da execução das atividades propostas no Ambiente Virtual de
Aprendizagem (AVA-Moodle). Valor compreendido entre 0 e 100,0 pontos (nota entre 0 e
10,0).
2 - Prova Online: ocorrerá no AVA. A realização da prova é obrigatória. Valor
compreendido entre 0 e 100,0 pontos (nota entre 0 e 10,0).
A 2ª OPORTUNIDADE DE PROVA pode ser requerida com justificativa (doença,
calamidade pública, morte de parentes de primeiro grau, participação em concurso público)
mediante comprovação (atestado médico, comprovantes de inscrição, atestado de óbito)
até 48 horas após a realização da prova.
A soma dessas duas notas dividida por dois resultará na média final do estudante.
• O aluno que alcançar nota igual ou superior a 7,0, numa escala de 0,0 a 10,0, será
considerado aprovado.

Operacionalização da Avaliação do Rendimento Escolar:


Disciplinas sem exame
Nota Final = (Atividades AVA + Prova Online) / 2
Sendo:
Atividades AVA: entre 0 e 100 pontos
Prova Online: entre 0 e 100 pontos
20
Nota Final maior ou igual a 7,0 => APROVAÇÃO
Nota Final menor que 7,0 => REPROVADO
Em caso de REPROVAÇÃO, todas as disciplinas serão reofertadas no 1º semestre
de 2021. O aluno que não alcançar a média poderá realizar a reoferta da disciplina que
ocorrerá no 1º semestre de 2021.
ATENÇÃO: O aluno que reprovar em mais de 3 (três) disciplinas será desligado, conforme
Resolução CEPE 055/2015 da UEPG.

5 CORPO DOCENTE

LINK PARA O
TITULAÇÃO CURRÍCULO
ITEM NOME DO DOCENTE Instituição
MÁXIMA
LATTES (CNPQ)
Guilherme Moreira Caetano
Mestrado http://lattes.cnpq.br/
1. Pinto UEPG
8576459778160661

Bruno José Gabriel Mestrado http://lattes.cnpq.br/


2.
2275238733714796

Carlos Mauricio Zaremba Mestrado http://lattes.cnpq.br/


3. UEPG
3173665110535574
Cristiano Barros Homem
Graduação*
4. d’El Rei SEET

Edilson de Oliveira Mestrado http://lattes.cnpq.br/


5. UEPG
0206847160121617
Miguel Archanjo de Freitas
Doutorado http://lattes.cnpq.br/
6. Júnior UEPG
3535289084806834

Emerson Luis Venturini de


Especialização* http://lattes.cnpq.br/
7. Oliveira SEET
7535833189427159

Marcos Aurelio
Mestrado http://lattes.cnpq.br/
8. Schemberger UEPG
9531672402014145

Diego Petyk de Sousa Mestrado http://lattes.cnpq.br/


9. UEPG
8588601508401116

*
Com base no art. 4º da Resolução nº 1 do Ministério da Educação, de 8 de junho de 2007, por sua reconhecida
capacidade técnico-profissional, está sendo indicado como professor para este curso.

21
Dilson José de Quadros
Mestrado http://lattes.cnpq.br/
10. Martins SEET
3294591328272531

Fasani
Fabiano de Castro Pereira Especialização* http://lattes.cnpq.br/
11. Consultoria
0016133071300142
Esportiva

Rodrigo Sautchuk Especialização* http://lattes.cnpq.br/


12. CESCAGE
9877861268235552

Comissão
Alessandro Kioshi Kishino Especialização* Direito
13.
Desportivo
OAB

Rauli Gross Junior Doutorado http://lattes.cnpq.br/


14. UEPG
9027016395386483

Guilherme Amaral Alves Mestrado http://lattes.cnpq.br/


15. UEPG
3590611277680407

Gilmar Batista Mazurek Mestrado http://lattes.cnpq.br/


16. UEPG
4174254807390792

Augusta Pelinski Raiher Doutorado http://lattes.cnpq.br/


17. UEPG
2807884379340559

6 RECURSOS
A secretaria da PROPESP (Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação) junto ao
NTI (Núcleo de Tecnologia e Informação) colaborará na realização das matrículas dos
selecionados ao Curso, emissão das carteirinhas, além de prestar apoio administrativo ao
longo da execução do Programa.
O NUTEAD (Núcleo de Tecnologia e Educação Aberta e a Distância) ficará
responsável pela diagramação, manutenção e backup do Ambiente Virtual de
Aprendizagem. Irá desenvolver as atividades através do uso de seus recursos audiovisuais
(Exemplo: Webconferências) e resolução das demandas pedagógicas do curso.
6.1 Recursos físicos: Instalações do NUTEAD (salas e equipamentos do estúdio, suporte
tecnológico e pedagógico e apoio administrativo) e do Departamento de Educação Física
(Coordenação de curso).
6.2 Recursos materiais: Materiais de consumo.
6.3 Recursos humanos: Coordenação geral; coordenação de curso; coordenação de
tutoria; professores formadores; equipe de estúdio; equipe de suporte; tutores a distância;
apoio administrativo.

22
6.4 Recursos financeiros: Conforme plano de trabalho.

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