Parto Normal X Cesario .

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P R É - PA R T O E PA R TO

PROFA. MONIKE
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DIRETRIZES COM
R E C O M E N DA Ç Õ E S PA R A O PA R T O
NORMAL;
• Parto (Portaria n° 353/2017)
• Adiretriz visa alinhar as condutas Obstétricas em todo
o país.
• Reduzir as cesarianas sem indicação;
• Oferecer assistência obstétrica baseada em evidências
científicas humanizada.
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A S D I R E T R I Z E S D O PA R TO D O M S
INCLU EM:
• Parto normal entre 37 e 42semanas,feto único e
cefálico.
• Gestantes com ruptura de membrana no termo.
• Gestantes com liberação de mecônio antes ou
durante o trabalho do parto.
• Anormalidades mais simples e comuns no parto
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CUIDADOS GERAIS
DURANTE O
TRABALHO DE PARTO
INFORMAÇÃO E
COMUNICAÇÃO

• Humanização
• Relação de confiança
• Participar das decisões
• Apoio emocional e físico
M E D I D A S DE A S S E P S I A
PARA O PARTO V A G I N A L

A água potável pode ser usada para a limpeza vulvar e perineal se houver
necessidade, antes do exame vaginal.

Medidas de higiene, incluindo higiene padrão das mãos e uso de luvas únicas
não necessariamente estéreis, são apropriadas para reduzir a contaminação
cruzada entre as mulheres, crianças e profissionais.
AVALIAÇÃO
D O FETO

• A avaliação do bem-estar fetal em parturientes de baixo risco deve ser


realizada com ausculta intermitente, em todos os locais de parto:
• Utilizar estetoscópio de Pinard ou sonar Doppler
• A ausculta dos BCF deve ser feita antes, durante e após as contrações.
• A duração da ausculta é de 1 minuto e deve ser vista a cada 30 minutos.
MÉTODOS NÃO FARMACOLÓGICOS PARA
O CONTROLE D A DOR
ANALGESIA INTRAMUSCULAR E
ENDOVENOSA
Os opióides não devem ser utilizados de rotina:

• Alívio limitado da dor;


• Efeitos colaterais na mulher (náusea, sonolência e tonteira) e para a criança
(depressão respiratória ao nascer e sonolência que pode durar vários dias)
• Interferência negativa no aleitamento materno.

Diante da administração de opióides (EV ou IM) utilizar concomitantemente um


anti-emético.
APIÓIDES

• As mulheres não devem entrar em piscina ou banheira.


• Aumento na complexidade da assistência ao parto, como por exemplo: maior
necessidade de monitorização e acesso venoso.
• Analgesia farmacológica é restrita ao complexo hospitalar.
ANALGESIA
INALATÓRIA

O óxido nitroso a 50% em veículo específico pode ser oferecido para alívio da dor no
trabalho de parto, quando possível e disponível, mas informar às mulheres que elas
podem apresentar náusea, tonteiras, vômitos e alteração da memória.
ANALGESIA
REGIONAL
• A analgesia regional deve ser previamente discutida com a gestante antes do
parto, e seus riscos e benefícios devem ser informados.
As seguintes informações devem ser oferecidas à mulher:
- a analgesia regional só está disponível no ambiente hospitalar;- é mais eficaz
para alívio da dor que os opióides;
- não está associada com aumento na incidência de dor lombar;
- não está associada com primeiro período do parto mais longo ou aumento
na chance de cesariana;
- está associada com aumento na duração do segundo período do parto e na
chance de parto vaginal instrumental;
- necessita de nível mais elevado mobilidade pode ser reduzida.
ANALGESIA REGIONAL
Antes da realização da analgesia regional de parto deve haver
acesso venoso pré- estabelecido.
Toda gestante submetida a analgesia de parto deverá estar com
monitorização básica previamente instalada (Pressão Arterial Não
Invasiva - PANI a cada 5 minutos e oximetria de pulso).
Toda gestante após analgesia regional deve ser avaliada quanto à
ocorrência de hipotensão arterial, sendo a necessidade de
hidratação ou suporte com substâncias vasoativas avaliada
individualmente.
A rotina de monitoração para iniciação da analgesia de parto deve
ser repetida nos momentos de doses de resgate via cateter
peridural.
Após constatado 10 cm de dilatação, devem ser estabelecidas
estratégias para que o nascimento ocorra em até 4 horas,
independente da paridade.
DIAGNÓSTICO DE TRABALHO

• O diagnóstico de trabalho de parto é um processo dinâmico, e compreende o período


que vai desde o início das contrações uterinas regulares, associadas ao apagamento e
à dilatação cervical, até a expulsão do concepto e da placenta.

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DIAGNÓSTICO DE TRABALHO
• existem os indicadores do trabalho de parto, como a perda do tampão mucoso e a
formação da bolsa de águas também conhecida como saco amniótico
• O tampão mucoso é uma secreção gelatinosa que se forma no colo do útero durante a
gravidez para proteger o bebê e impedir a entrada de bactérias. Quando o colo do
útero começa a dilatar, o tampão se rompe e é liberado, podendo ser um sinal de que
o trabalho de parto está próximo.

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ADMITIR PARA
ASSISTÊNCIA:

Estar em trabalho de parto estabelecido:


- ≥ 4 cm de dilatação cervical.
- há contrações uterinas regulares E
- há dilatação cervical progressiva a partir dos 4 cm.
D UR ANT E O P ER Í OD O DO PR É - PARTO
A EQUIPE DE ENFERMAGEM DEVE:
• ❖ Estimular a deambulação.
• ❖ Promover técnicas de relaxamento como banho e
exercícios (bola, cavalinho etc).
• ❖ Realizar massagem na região lombar ou orientar ao
acompanhante que o faça.
• ❖ Orientar as posições para o parto (vantagem do
parto de cócoras).
• ❖ Monitorar sinais vitais. Monitorar batimentos
cardiofetais. Avaliar perda de líquido amniótico ou
sangramentos. Administrar medicações conforme
prescrição médica.

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D UR ANT E O P ER Í OD O DO PR É - PARTO
A EQUIPE DE ENFERMAGEM DEVE:

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T I P O S D E PA R TO
• PARTO VAGINAL OU NORMAL:
• E o natural, quando não há nenhuma intervenção.
Existe ainda outra variação do parto natural, o
parto humanizado, baseado em um conjunto de
práticas que visam o nascer de forma acolhedora
onde a parturiente é a protagonista e determina
a melhor forma de parir. Permite posições
variadas (em pé, cócoras, deitada, na água etc), e
sem falar dos melhores benefícios para o
binômio mãe-bebê.

• Há certas condições onde necessita de


intervenção médica para auxiliar o parto, a
episiotomia é uma delas.

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EPISIOTOMIA:
• Episiotomia: uma incisão efetuada na região do períneo (área muscular entre a vagina
e o ânus) para ampliar o canal de parto. Seu uso se justifica em alguns casos, como
necessidade de parto instrumentalizado, sofrimento fetal, acesso para fletir a cabeça
do bebê. É geralmente realizada com anestesia local.
• Episiorrafia: sutura da episiotomia.

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PA R TO À F Ó C E P S
• O parto a fórceps é um procedimento obstétrico que utiliza
um instrumento para auxiliar na extração do bebê durante o
parto vaginal. O fórceps é indicado quando:

• O feto está em sofrimento


• O feto está em posição anormal
• O trabalho de parto está prolongado
• A mãe não consegue fazer força para descer o bebê
no canal vaginal

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PA R TO C E S Á R I A :
• O parto por cesariana é um procedimento cirúrgico que consiste na extração do bebê
através de uma incisão no abdômen e no útero da mãe. É normalmente indicado
quando há risco para a realização de um parto normal.

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PA R TO N O R M A L X C E S Á R I O :

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