resumo passo estratégico portugues
resumo passo estratégico portugues
resumo passo estratégico portugues
Autor:
Elizabeth Menezes de Pinho Alves,
Leonardo Mathias, Paulo Júnior,
Vinícius Peron Fineto
07 de Novembro de 2023
Neste material, trazemos uma seleção de bizus da disciplina de Língua Portuguesa para o
concurso do Colégio Pedro II.
O objetivo é proporcionar uma revisão rápida e de alta qualidade aos alunos através de tópicos
do conteúdo programático que possuem as maiores chances de incidência em prova.
Todos os bizus destinam-se a alunos que já estejam na fase bem final de revisão (que já
estudaram bastante o conteúdo teórico da disciplina e, nos últimos dias, precisam revisar por
algum material bem curto).
Este bizu foi confeccionado tomando-se como base os livros digitais elaborados pelo professor
Felipe Luccas, além das atualizações e revisões elaboradas pela equipe de professores de
Língua Portuguesa do Estratégia Concursos.
Leonardo Mathias
@profleomathias
ANÁLISE ESTATÍSTICA
Segue abaixo uma análise estatística dos assuntos mais exigidos pela Banca Colégio Pedro II,
Português
Assunto % de cobrança
Interpretação de Textos
30,62%
Classes de Palavras
23,32%
Redação Oficial
13,59%
Sintaxe
7,30%
Pontuação
5,87%
Ortografia e Acentuação
5,58%
Com essa análise, podemos verificar quais são os temas mais exigidos pela banca e, por meio
Segue índice da aula e baterias de questões, elaboradas em nosso Sistema de Questões, para
Como não temos questões da banca Colégio Pedro II, elaboramos cadernos com questões de
bancas similares.
Pontuação 4 a 10 http://questo.es/4g0l9j
Sintaxe 20 a 33 http://questo.es/fd4oyy
Apresentação
Olá, futuro(a) aprovado(a)! Antes de darmos início aos nossos trabalhos, farei uma breve
apresentação:
Meu contato com os concursos públicos começou cedo: aos 13 anos, em 2003, fui aprovado
nos principais certames militares de nível médio existentes no Brasil (Colégio Naval e EPCAr).
Após quase 13 anos de vida na caserna, decidi buscar novos horizontes de vida e voltei a
estudar para concursos públicos, tendo tido a felicidade de ser aprovado em alguns concursos,
inclusive da Área Fiscal, mas optei por tornar-me Auditor de Controle Externo do TCE-SP.
Como pode perceber, há pouco tempo, eu estava justamente aí onde você, concurseiro, está.
auxiliá-lo(a) na disciplina de Português. Fiz uma análise bem cautelosa dos pontos mais
queridos pela banca examinadora, e todos eles estão aqui! Cada questão no concurso vale
Leonardo Mathias
Interpretação de Textos
Antes de entrarmos, propriamente, nos bizus sobre esse tópico, gostaria de chamar a
sua atenção para um fato muito importante. Por fins didáticos, esse assunto costuma aparecer
Além disso, é um tópico com pouca teoria e, por isso, muitas vezes é deixado em
segundo plano. Mas, como você já deve saber, é o tópico mais importante da disciplina,
Aqui, o segredo está na prática, por meio da resolução de muitas questões de provas
anteriores, afinal, como já dito, não temos muitos assuntos teóricos referentes ao tema.
A principal dica para resolver questões sobre Interpretação de Textos é ter muita
extraia alguma informação do texto, de acordo com a sua literalidade, ou então se ela quer
que você faça alguma inferência a partir do que está escrito no texto, de acordo com o seu
entendimento.
Tendo atenção a esse detalhe, tenho certeza que o seu desempenho nas questões
melhorará muito.
o O leitor deve buscar no texto aquela informação, sabendo que a resposta estará
escrita com outras palavras, em forma de paráfrase, ou seja, de uma reescritura, ou
de informações implícitas;
o Extrapolar
▪ O texto vai até um limite e o examinador oferece uma assertiva que “vai
além” desse limite. O examinador inventa aspectos que não estão contidos
no texto e o candidato, por não ter entendido bem o texto, preenche essas
lacunas com a imaginação, fazendo outras associações, à margem do texto,
estimulado pela assertiva errada.
o Limitar e Restringir
▪ É o contrário da extrapolação. Supressão de informação essencial para o
texto. A assertiva reducionista omite parte do que foi dito ou restringe o fato
discutido a um universo menor de possibilidades.
o Acrescentar opinião
▪ O examinador parafraseia parte do texto, mas acrescenta um pouco da sua
própria opinião, opinião esta que não foi externada pelo autor. A armadilha
dessas afirmativas está em embutir uma opinião que não está no texto, mas
está na consciência coletiva, por ser um clichê ou senso comum que o
candidato possa compartilhar.
o Contradizer o texto
▪ O texto original diz “A” e o texto parafraseado da assertiva errada diz “Não
A” ou “B”. Para disfarçar essa contradição, a banca usará muitas palavras do
texto, fará uma paráfrase muito semelhante, mas com um vocábulo crucial
que fará o sentido ficar inverso ao do texto.
o Tangenciar o tema
▪ O examinador cria uma assertiva que aparentemente se relaciona ao tema,
mas fala de outro assunto, remotamente correlato. No mundo dos fatos,
aqueles dois temas podem até ser afins, mas no texto não se falou do
segundo, só do primeiro; então houve fuga ao tema.
Pontuação
➢ Nunca separar:
➢ Qualquer termo que vier entre eles deve estar entre vírgulas, devidamente isolado
5) Vírgula
➢ Intercalação/deslocamento/anteposição
viu o mar.
➢ Isolar/Marcar
▪ Palavra denotativa: Todos desistiram, exceto eu. Então, vai estudar ou não?
Atenção!
o (Vírgula facultativa)
o (Vírgula obrigatória)
“segredo”).
coordenadas).
6) Ponto e vírgula
7) Dois-pontos
8) Reticências
9) Travessões e Parênteses
➢ Isolam termos explicativos acessórios. Nessa função, podem ser substituídos por
travessões não deve influenciar na pontuação normal da frase, por isolarem termo
acessório, suprimível.
Indicam que a palavra foi utilizada com uma “intenção especial”, um provável
Classes de Palavras
11) Substantivos
12) Artigos
➢ Por essa razão, a ausência do artigo deixa o enunciado indefinido, mais genérico.
▪ Não dou ouvidos ao político (com artigo definido: político específico,
definido) x Não dou ouvidos a político (sem artigo definido: qualquer político,
políticos em geral).
13) Adjetivos
➢ Classe variável que se refere ao substantivo, por isso, tem função sintática de
adjunto adnominal. Podem também ser predicativo.
Normal Alto
GRAU DOS
Comparativo Inferioridade Menos alto
ADJETTVOS
Tao alto
Igualdade
quanto/como
Superioridade
o mais alto
Relativo
Inferioridade
o menos alto
Superlativo
Sintetico
Altissimo
Absoluto
Analitico
muito alto
14) Preposições
➢ “Essenciais”: palavras que só funcionam como preposição: a, com, de, em, para,
por, desde, contra, sob, sobre, ante, sem...
▪ Gosto de ler. Confio em você. Refiro-me a pessoas específicas.
15) Advérbios
➢ Classe invariável que pode modificar verbo, adjetivo e outro advérbio. Normalmente
indicam a circunstância dos verbos. Podem ocorrer também as locuções adverbiais,
expressões iniciadas por preposição que exercem função de advérbio. O corrupto
morreu de fome (causa). O corrupto morreu fuzilado (modo).
➢ Palavras denotativas: muitas vezes são tratadas como advérbio. A retirada das
“expletivas” ou de “realce” não causa prejuízo sintático.
● Retificação/Explicação: aliás, ou seja; isto é, ou melhor, digo, a saber.
➢ A posição da palavra pode determinar sua classe e seu sentido, de acordo com a
“parte” da frase que está sendo modificada pela palavra. Compare:
➢ Oblíquos (foco nos átonos: me, te, se, lhe, o, a, nos, vos)
▪ Substituem complementos:
● o, a, os, as substituem somente objetos diretos.
● lhe (s) tem função somente de objeto indireto. Ex: Já lhe disse tudo
(disse a ele).
● me, te, se, nos, vos podem ser objetos diretos ou indiretos, a
depender da regência do verbo.
➢ Regra fundamental: ênclise > próclise > mesóclise. Em regra, use a ênclise.
Próclise deverá ser utilizada caso exista fator de atração na oração. Se não houver
fator de atração, é facultativa. Mesóclise será utilizada para verbos no futuro do
presente e no futuro do pretérito (se houver fator de atração, ainda assim use a
próclise).
➢ Outras regras:
▪ Não se inicia frase com pronome oblíquo átono. Me fale a verdade. Fale-
me a verdade.
➢ Pronomes Relativos:
▪ Representam substantivos já referidos no texto. Que, o(a) qual(s), cuja, onde,
aonde, quem.
▪ O pronome “cujo” tem como principais características:
● Indica posse e sempre vem entre dois substantivos, possuidor e
possuído.
● Não pode ser seguido de artigo, mas pode ser antecedido por
preposição.
● Para lembrar: nada de cujo o, cuja a, cujo os, cuja as.
● Não pode ser substituído por outro pronome relativo.
19) Conjunções
➢ Coordenativas:
▪ Conclusivas: logo, então, portanto, por conseguinte.
▪ Explicativas: pois, que, porque.
▪ Adversativas: mas, entretanto, todavia, porém, contudo.
▪ Alternativas: ou, quer...quer...; seja...seja...; ora...ora...
▪ Aditivas: e; nem; não; só...como...
➢ Subordinativas adverbiais:
▪ Finais: para, para que, porque.
▪ Temporais: quando, enquanto, antes que, depois que, desde que, logo que.
▪ Proporcionais: à medida que, à proporção que, ao passo que.
▪ Condicionais: se, caso, sem que, contanto que, desde que, a menos que.
▪ Concessivas: ainda que, apesar de que, embora, mesmo que, por mais que.
▪ Conformativas: conforme, como, segundo.
▪ Comparativas: que, do que, mais do que, menos do que, melhor que.
▪ Causais: na medida em que, porque, pois, como, visto que, uma vez que, que,
já que.
▪ Consecutivas: tal... que, tanto... que, tão... que, de modo que.
Sintaxe
20) Sujeito
Ex.: Faz tempo que não vou à praia. Ex.: Faz frio em Corumbá.
Ex.: Há tempos são os jovens que adoecem. Ex.: Está quente aqui.
✓ Complemento verbal com preposição. (a, de, em, para, com). Pode ter forma de:
o Nome: Gosto de comida. / Penso em comida. / Concordo com o policial.
o Pronome: Gosto disso. / Ela obedeceu-lhe. (a preposição está implícita)
o OI Pleonástico: Ao pastor, não lhe dei nenhum dinheiro. (lhe=ao pastor)
o Oração: Duvidava (de) que ele fosse passar. (Essa preposição pode ser suprimida)
✓ Refere-se ao verbo para trazer uma ideia de circunstância, como tempo, modo, causa,
meio, lugar, instrumento, motivo, oposição...
✓ Pode vir em forma de oração, então teremos as orações subordinadas adverbiais: finais,
temporais, proporcionais, causais, consecutivas, conformativas, comparativas,
concessivas.
✓ Na conversão da voz ativa para a passiva, o sujeito da voz ativa vira o agente da passiva.
O objeto direto da ativa vira sujeito paciente na passiva.
.
Ex: Derrotou-se o campeao eliminaram- se todas as esperancas.
. .
Pron Suj paciente Pron . .
Suj paciente
Apassivador Apassivador
✓ A voz passiva está ligada à existência de um OD na ativa. Não é possível voz passiva
com VTI, VI, VL e verbos que já possuem sentido passivo:
Ex: levar, ganhar, receber, tomar, aguentar, sofrer, pesar (massa), ter (posse), haver
(impessoal). Esses verbos, quando vêm com “SE”, geralmente indicam sujeito
indeterminado.
✓ CUIDADO: às vezes o sujeito paciente tem a maior “cara” de objeto direto. Lembre-se.
Na voz passiva, não há mais o objeto direto que havia na ativa. Ele vira SUJEITO!
- Não se espera novo concurso em 2017. (O termo destacado é SUJEITO PACIENTE)
- Não se espera que o governo resolva tudo sozinho. (A oração destacada SUJEITO
PACIENTE)
Vejam abaixo algumas diferencia oes muito importantes para sua prova:
^
A
A VOZ PASSIVA:
Analftica: SER+PARTICfPIO
LOCUQAO DE TEMPO
COMPOSTO:
TER/HAVER +PARTICfPIO:
V
r
(Casas sao vendidas)
Sintetica: VTD/VTDI+SE (Tenho andado distrafdo)
(Vendem-se casas) (Tern sido diffcil estudar)
1 r
AGENTE DA PASSIVA
Ex: os tres carros populares do meu pai foram carregados pela chuva .
Nucleo
✓ Os termos destacados são adjuntos adnominais, pois ficam junto ao nome “carros”
e atribuem a ele características como quantidade, qualidade, posse...
Ex.: A Prefeitura iniciou a construção de sua nova sede. ("de sua nova sede"
complementa o substantivo "construção")
Nao e exigido pelo nome ( ex.: " mulher de E exigido pelo nome ( ex.: "obediencia aos
branco" ) pais" )
Substitui'vel por adjetivo perfeitamente Nao pode ser substituido por um adjetivo
equivalente perfeitamente equivalente
✓ Pronome reflexivo: Minha tia se barbeia. Nesse caso, “se” tem função sintática de
objeto direto, pois o sujeito e o objeto são a mesma pessoa. Acompanham verbos que
indicam ações que podem ser praticadas na própria pessoa ou em outra. Não confunda
com verbos pronominais, em que o “se” é parte integrante do verbo, como levantar-
se, candidatar-se, suicidar-se, arrepender-se, materializar-se, reconhecer-se, formar-se,
queixar-se...
✓ Pronome recíproco: Irmão e irmã se abraçaram. Nesse caso, equivale a abraçaram um
ao outro e o “SE” terá função sintática de objeto direto.
✓ Parte integrante de verbo pronominal (PIV): Candidatou-se à presidência e se
arrependeu/Certifique-se do horário. Esse “se” não tem função sintática, é parte
integrante do verbo!
✓ Partícula expletiva de realce: Vão-se minhas últimas economias. Foi-se embora. Sorriu-
se por dentro.
Ex: Ou você mergulha no projeto ou desiste de vez. Seja por bem, seja por mal.
✓ As orações reduzidas são formas menores, pois não trazem esses “conectivos”
(pronome relativo, conjunções). Seu verbo vem numa forma nominal: infinitivo,
particípio, gerúndio.
c) Consecutivas: Aprendeu tanto a ponto de não ter outra saída senão passar.
Quero [ISTO]
Quem sabe, sabe alguma coisa. A oração tem função de objeto direto.
Discordo [DISTO]
Quem discorda, discorda de alguma coisa. A oração funciona como objeto indireto.
Ex. Meu amigo que trabalha no TRT me ligou. (restringiu: há vários amigos, um deles
é do TRT).
Meu amigo, que trabalha no tribunal, ligou. (não há outros amigos: é explicativa).
A oenetico . que ja vinha sendo usado contra o cancer em diagnostico e em avaliagoes de risco ,
conseguiu, pela primeira vez, realizar o sonho das drogas "inteliaentes" : impedir a formagao de
tumores.
Ortografia e acentuação
35) Acentuação
o Monossílabos: acentuam-se os terminados em: a(s), e(s), o(s) e ditongos crescentes ei(s),
eu(s), oi(s).
o Oxítonas: acentuam-se as terminadas em: a(s), e(s), o(s), em, ens e ditongos crescentes
ei(s), eu(s), oi(s).
o Paroxítonas: não se acentuam as terminadas em: a(s), e(s), o(s), em, ens.
o Outras regras:
36) Hífen
o Prefixos que SEMPRE tem hífen: vice, ex, sem, além, aquém, pós, pré, pró.
Redação Oficial
^ dareza e precisao;
^ objetividade;
s ;
concisao
s coesao e coerencia ;
s impessoalidade;
fo rma I idade e padroniza ao; e
^
s uso da norma padrao.
39) Pronomes de Tratamento
'* 1
I Art. 2° O unico
pronome de tratamento utilizado na comunicagao com AGENTES j
! PUBUCOS FEDERAIS e " senhor" , independentemente do nivel hierarquico, da i
j natureza do cargo ou da fungao ou da ocasiao.
I Art. 3° E vedado na comunicagao com agentes publicos federais o uso das formas -
-
j de tratamento, ainda que abreviadas:
-
-
f*
IV - doutor;
:
j V - 1 lustre ou ilustrissimo;
: i
-
VI - digno ou dignissimo; e
*
: 3
VII - respeitavel.
>
*' >
*' »
* > 41
•••••••••••••••••••••••••••••••••••••a -
41) Concordância
h) cores: os textos devem ser impressos na cor preta em papel branco. Impressao colorida
apenas para graficos e ilustragoes;
i) destaques: para destaques deve-se utilizar, sem abuso, o negrito. Deve-se evitar
destaques com uso de italico, sublinhado, letras maiusculas, sombreado, sombra, relevo,
bordas ou qualquer outra forma de formatagao que afete a sobriedade e a padronizagao do
documento;
j) palavras estrangeiras: palavras estrangeiras devem ser grafadas em italico;
k) arquivamento: dentro do possivel, todos os documentos elaborados devem ter o arquivo
de texto preservado para consulta posterior ou aproveitamento de trechos para casos
analogos. Deve ser utilizado, preferencialmente, formato de arquivo que possa ser lido e
editado pela maioria dos editores de texto utilizados no servigo publico, tais como DOCX,
ODT ou RTF.
L) nome do arquivo: para facilitar a localizagao, os nomes dos arquivos devem serformados
da seguinte maneira:
tipo do documento + numero do documento + ano do documento (com 4 digitos) +
palavras-chaves do conteudo.
Ex: Oficio 123 _2018_relatorio produtividade anual
Vamos ficando por aqui. Esperamos que tenha gostado do nosso Bizu! Bons estudos!
“Se não puder voar, corra. Se não puder correr, ande. Se não puder andar, rasteje, mas
Leonardo Mathias
|g) @profleomathias