Curso de Destilação
Curso de Destilação
Curso de Destilação
1) CONCEITOS
1.1) Constante de equilbrio
1.2) Volatilidade relativa
1.3) Refluxo mnimo e nmero mnimo de estgios tericos
1.4) Destilao multicomponente
2) PRATOS
2.1) Pratos valvulados
2.2) Inundao
2.2.1) Previso da inundao
2.2.2) Tipos de inundao
2.2.3) Downcomer backup
2.2.4) Downcomer chock
2.2.5) Downcomer sealing
2.3) Arraste por limite do sistema
2.4) Eficincia
2.5) Formao de espumas
2.6) Pratos X Recheio
2.6.1) Aplicaes tpicas de recheios
2.6.2) Aplicaes tpicas de pratos
2.6.3) Comparao entre pratos e recheios
2.6.4) Baffled trays X grid
3) RECHEIOS
3.1) Histrico
3.2) Capacidade
3.3) Eficincia
3.4) Inundao
3.5) Recheios estruturados - cuidados
4) LEITOS DE LAVAGEM
4.1) Vazes nos leitos de lavagem
4.2) Altura de zonas de lavagem
4.3) Balano de energia nos leitos de lavagem
4.4) Reduo de coqueamento em leitos de lavagem
5) DISTRIBUIO DE LQUIDO
5.1) Avaliao de distribuidores
5.2) Efeitos da distribuio de lquido
5.3) Tipos de distribuidores de lquido
6) BOCAIS DE CARGA
6.1) recomendaes de velocidade
6.2) recomendaes de arranjo de bocais
6.3) problemas referentes a bocais
OPERACIONAIS
1. CONCEITOS DE DESTILAO
1.1.
Constante de Equilbrio
iL * i * i * pio , onde
iV
P
iV = Coeficiente de fugacidade do vapor. Leva em conta o efeito da noidealidade do vapor na sua fugacidade. Geralmente estimado a partir
de uma equao de estado, e depende de temperatura, presso e frao
molar de vapor. Corresponde a um ajuste fino na presso parcial do
vapor. Para presses prximas da atmosfrica, usualmente adotado o
valor unitrio (= 1).
iL = Coeficiente de fugacidade do lquido. Leva em conta o efeito da noidealidade do vapor na fugacidade do lquido. Geralmente estimado de
modo similar ao coeficiente de fugacidade do vapor, mas baseado na
temperatura do sistema e presso de vapor dos componentes puros.
Para presses prximas da atmosfrica, usualmente adotado o valor
unitrio (= 1).
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componentes. Para dois componentes similares, como uma mistura ibutano/n-butano, o coeficiente de atividade do lquido praticamente 1.
Se os componentes so diferentes, o coeficiente de atividade pode
atingir valores muito superiores.
Na previso da constante de equilbrio, Kister recomenda:
1.2.
Volatilidade Relativa
i =
Ki
Kj
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0,70
0,45
.
O componente i passa de uma concentrao de 0,45 na fase lquida para 0,70
na fase vapor --> h um grande salto de concentrao de i na fase vapor,
portanto facil separar este componente por destilao, sem a necessidade de
muitos estgios tericos.
Apresentamos a seguir 2 exemplos ilustrando a importncia da estimativa
correta da constante de equilbrio.
1.3.
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N estgios
Nestgios
mnimo
Refluxo mnimo
1.4.
Refluxo
Destilao Multicomponente
no topo da coluna
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F rao
m o lar
C3
C4
N m ero d e E stgio s
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2. PRATOS
2.1.
Pratos valvulados
Corroso
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A1 = rea do furo
A2
A2 = rea do cilindro
Normalmente
A2 = 0,6 * A1 (Glitch, Koch e Nutter)
A2 = A1 (Norton)
Bubble Caps --> nunca utilizar em pumparounds (ou seja, nunca utilizar em regies
onde h muita vazo de lquido).
A1
2.2. Inundao
Flooding is a acumulation of the liquid !! - KISTER
g
C SB = u flood *
g
l
S
C SB = K *
hct
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0,35 a 0,42
0,25 a 0,35
< 0,25
( 16 in 24 in
+ 22% )
( 1 passe 2 passes
+ 10%)
( 8% 15%
+ 10%)
CSB A furada
( aumento marginal se A furada > 12-15% ou vazo > 6 gpm/in
CSB dfuro
(1/2 in 3/16 in
+ 10% tpico )
( o borbulhamento melhor com furos de menor dimetro )
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P do prato
P abaixo do downcomer
Se aumentarmos a rea do downcomer, nenhum destes parmetros afetado,
logo, o aumento da rea do downcomer NO afeta o DC backup.
Supondo que tenhamos 50 % de lquido e 50 % de vapor, teremos 400 mm de
altura de espuma sobre o prato. Como o espaamento entre os pratos de 610
mm, nunca deveramos ter DC backup floodind !!!
S h ocorrncia de DC backup se:
P nos pratos aumentar (fouling in trays)
h DC clear aumentar (fouling do DC)
2.2.4. Downcomer chock
Critrios para clculo da inundao por DC chock ( Referncia 1, pgina 288 )
: No h programas (softwares) que calculem este tipo de inundao!!! KISTER
recomenda adotar os critrios descritos na referncia 1:
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lquido arrastado
vapor
Problemas
que
apresentam: acmulo de sujeira e gua nesta regio.
estes
Soluo: Prever um
vertedor de entrada:
2 ft
3
VALVE TRAYS
vertedores
rasgo
no
vertedor de entrada
prato
1/4
SIEVE TRAYS
Referncias :
Kister, H.Z & Hower Jr, T.C., Unusual Operation Histories of Gas Processing
and Olefins Plant Columns,. Plant/Operations Progress , july/1987 , pg 151
a 161.
Manual de operao do Kister (Referncia 2, pginas 183-186)
Torres de Destilao a Vcuo => a relao L/V muito pequena (pouco
lquido e muito vapor) ==> temos gotas de lquido arrastadas pelo vapor, e
possivelmente, regime de escoamento de lquido em SPRAY.
C3 splitter ==> a relao L/V muito alta (muito lquido e pouco vapor) ==>
em plantas de gs, com presses de operao acima de 600 psi (C3 splitter,
deetanizadora), temos muito lquido, e regime de escoamento do tipo bubbly
ou escoamento de emulses.
Entre os dois extremos, fica a torre atmosfrica, com um escoamento misto :
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flooding
mixed
spray
bubbly
L
Em torres fracionadoras
que
operam com elevada presso,
pode ocorrer downcomer chock.
Em deetanizadoras, a presso de
operao prxima da sua
presso crtica, e pode ocorrer
tamponamento do downcomer.
Soluo : aumente a rea do downcomer, utilizando SLOPED DOWNCOMER:
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Evidentemente, o fornecedor s
apresenta o dado mais vantajoso
para o seu produto.
flood C
flood A
reas Mortas
Eficincia = 70 %
H um gradiente de concentrao
do componente i no lquido,
devido m mistura
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H um nico coeficiente de
transferncia de massa ao longo
do prato
vap.
A
vap.
B
Vapor do
prato abaixo
Lquido para o
prato abaixo
Figura 1
vap.
A
vap.
B
Vapor do
prato abaixo
Lquido para o
prato abaixo
Figura 2
Fig.1 : O vap A mais leve que o vap B. O vapor B est em equilbrio com o
lquido que desce do prato. O lquido que chega ao prato tem menos leves que
o lquido que sai do prato. Logo eficincia > 1,0 !!!!
Fig. 2: O vap A e o B esto em equilbrio com o lquido que desce. Logo
eficincia = 1. O efeito de no idealidade depende do comprimento do prato, o
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20/3/2008 08:02:00
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que no ocorre com os pratos de alta eficincia. Logo, pratos de alta eficincia
so menos eficientes.
Em torres atmosfricas de refinarias, a velocidade em vlvulas e furos de 7 a
10 ps por segundo. Como muito rpido, o tempo de contacto entre as fases
lquida e vapor muito pequeno. Deste modo, a no idealidade (mistura
deficiente no prato) desejada, para melhorar a eficincia global da torre. No
utilize pratos de alta eficincia !!!
Os mtodos para clculo de eficincia de pratos, existentes nos simuladores de
processo, NO so bons, SO PSSIMOS. Levam a temperaturas erradas nos
pratos.
Mesmo os mtodos da F.R.I. no so bons.
Utilizar estgios ideais na simulao.
Os modelos NON-EQUILIBRIUM no so bons !!!
Quando os modelos de equilbrio so utilizados, ns conseguimos determinar o
nmero de estgios tericos e, pelo HETP, a altura do leito. Com isso,
podemos determinar onde est ocorrendo o problema. Com os modelos de
no-equilibrio, voc no sabe o que est ocorrendo !! Exceo : em
absorvedoras de aminas, temos cerca de 3 estgios tericos==> os modelos
de equilbrio no do bons resultados. O uso de modelos non-equilibrium est
se tornando interessante para estas aplicaes.
Tambm na simulao de unidades de MTBE, regeneradoras de aminas e
destilao reativa, os modelos de no-equilbrio so interessantes.
Os modelos de no-equilbrio consideram que temos uma interface L/V, onde
ocorre a transferncia de massa e energia entre as fases, com um coeficiente
de difusividade que depende de parmetros do recheio, propriedades fsicoqumicas, etc. Esta modelagem fica escondida dentro da simulao, e o
engenheiro no tem condies de averiguar o desempenho da simulao.
Os pacotes de guas cidas e aminas dos simuladores existentes so
termodinmicos, ou seja, de equilbrio.
ONDE OBTER A EFICIENCIA ?
Dos dados experimentais
Mtodos rpidos : ver Referncia 1, pgina 377. O Grfico de OConnel o
melhor mtodo que existe.
EXEMPLO 1:
Fracionamento Nafta/Querosene --> volatilidade relativa baixa, viscosidade
baixa, logo a eficincia alta.
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Retificadora de guas cidas --> volatilidade relativa alta, viscosidade alta, logo
a eficincia baixa.
hole area
Loads, Reflux
, L
Tenso
Superficial
MUDANA
1 pass --> 2 pass
8 % --> 14 %
1,5 --> 3
EFICINCIA
5 - 15 % de decrscimo
5 - 15 % de decrscimo
0 - 5 % de aumento. S faz maiores
diferenas se houver tambm reao, onde o
tempo de residncia influi na eficincia
0,25--> 0,50
0 - 5 % de aumento ou reduo. Ainda no h
dados conclusivos sobre este efeito
~ 0 % . A eficincia no depende do loading
dividido por 2 - ~ 5 % de aumento na eficincia
aumento
de
presso
No h dados conclusivos
80
70
Eventualmente,
pode
ser
necessrio aumentar o nmero
flow path lenght, in
de passes devido necessidade
de se aumentar a capacidade.
Neste caso, ficar atento para a reduo na eficincia.
60
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carga de uma deetanizadora ocorria arraste de pesados ( mais de 8% de isopenteno ) para o topo causado pela m distribuio de lquido. A soluo foi
instalar chamins e redistribuidor de lquido.
EXEMPLO 2 :
mdio ~ 0,2 cP
~2
. ~0,4 ---> eficincia +- 63 %
60 %
Refluxo
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Sistemas Corrosivos
Embora pratos sejam fabricados em materiais no metlicos, as opes em
recheios so mais variadas e mais baratas ( plstico e cermica
principalmente).
Destilao em batelada
Por causa da menor reteno de lquido a recuperao de produto maior
no caso de recheios.
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Menor peso
Em geral as torres com pratos pesam menos do que as recheadas o que
leva economia em fundaes, suportes e material para o casco da coluna.
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splash baffle
picked-fence weir
DP (mmHg)
Presso (mmHg) TOP
BOTTOM
volatilidade relativa
Logo, reflux ratio menor
Energy save (*)
Feed (lb/h)
38000
162
(*)Temperatura(F) TOP
BOTTOM 252
STRUCTURED PACK.
40
45
85
aumenta (P menor)
< 3,2
56000
162
214
(*) Isso ocorre porque estamos trabalhando com vcuo. Com presses acima
da atmosfrica, no h grandes ganhos.
O grande indicativo para se ver se h potencial de ganho ===> quanto maior a
reduo na relao P/Ptopo, maior o ganho.
Exceo: Pratos para torres a vcuo de leos lubrificantes, devido a baixa
vazo de liquidos e presses maiores de operao.
Ref: Kister, H. Z. & alli, How do Trays and Packings Stack Up? Chemical
Engineering Progress, fev/1994, pags.23-32.
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C3 SPLITTER :
com bomba de calor ==> recheio estruturado reduz a P e aumenta a
recuperao de calor do compressor
convencional ==> pratos geralmente apresentam maior eficiencia que
recheio
Comparao de capacidade
HETP
trays
packing
Flow
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Chicanas Kellog
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Vapor
Vapor
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3. RECHEIOS
3.1. Histrico
Incio do sculo => anis de raschig / sela
BSF Company - 1960 Pall Ring Grande rea de passagem de vapor
NORTON Anis Sela com furos e rasgos - 1960 Devido sua
conformao, grande rea molhada com pequeno dimetro.
A partir de 1960 Muitas mudanas, mas com pouco ganho em eficincia.
por isso que ainda se usa Pall Ring e Selas. Todas so variaes destes
dois.
GLITSCH => segue mais a configurao PALL RING.
NORTON => segue mais a configurao SELA
KOCH
=> mistura dos dois.
1970 Recheios Estruturados
3.2. Capacidade
Referncia: Referncia 1, pgina 494, figura 8.19
Cs
Vapor
P leito/ft leito
L
PRATOS
Lquido
LQUIDO
d a
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3.3. Eficincia
Referncia : Referncia 1, pgina 526
Fatores que afetam a eficincia (HETP) de recheios:
Eficincia no depende das vazes de L e V, propriedades fsicas e
qumica.
Somente depende da geometria do leito (tipo, tamanho) e distribuio
Os mtodos de clculo de eficincia de simuladores de processo no
funcionam.
Os mtodos da F.R.I tambm no funcionam.
Usar:
(ver pginas 532 a 537 da Referncia 1).
HETP (in)
= 1100/ ap
=1200/ ap + 4
entre X e Y)
ap = rea do leito(ft2)/volume(ft3)
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20/3/2008 08:02:00
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Para projeto,
com fatores de
segurana
Devido a tenso
superficial afetar
a molhabilidade
30 o
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Rec. Nmero
estgios
2X
2,2 m
de MEASURED RULES
SULZER
3
estgios 2,5
tericos
2,7
3,4
4
estgios 2 ~ 2,5
tericos
1,62+1,66
3,30
250X
1,1 m
2Y
1,0 m
250Y
1,68 m
~4
= 5,0
(problema)
3,3
4,0
200 ft2 / ft3 ===> HETP = 23,7 in x 1,35 ( safety factor for X)
250X => 250 x 0,3048 ==> HETP = 1200/ap + 4 ===> HETP = 19,8 in
No 1 Leito, 2,2 m de 2X equivale a 2,7 estgios tericos
No 2 Leito, 1,1 m de 250X equivale a 1,62 estgios tericos
No 2 Leito, 1,0 m de 2X equivale a 1,66 estgios tericos
No 3 Leito, 1,68 m de 250X equivale a 3,3 estgios tericos
Verificamos que h problemas em todos os leitos, devido a clculos otimistas
da SULZER, porm no 2 leito, a diferena to grande que pode haver algum
outro problema como a m distribuio.
KISTER recomenda usar recheios de 1 e maiores, nunca menor que 1. Para
1 ===> min torre = 8
OBSERVAES:
-
3.4. Inundao
Referncia 2, pginas 383 e 384.
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20/3/2008 08:02:00
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Retification Section P
2
1
PI
dP
dP
dP
dP
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Em torres de vcuo, nada opera bem, somente com manmetro de vcuo, com
coluna de mercrio. No use um manmetro de gua. dPCell no opera bem
em torres de vcuo devido ao coqueamento, condensao e vaporizao das
amostras. Nunca confie em dPCell eletrnicos em servios com vcuo !!!
Use manometro de mercrio com uma das extremidades fechadas. No use
medies relativas a presso atmosfrica, porque variaes nas condies
atmosfricas afetam as medies.
Na regio de Zona de Flash pode ser dificil de medir a presso, devido ao
efeito da carga de vapor. Checar se na seo acima tambm temos variao
(flutuao) na presso, pode ser problema de arraste de liquido pelo vapor
(como um ciclone), e pode acarretar em flooding.
Com DpCell difcil identificar o flooding em torres de alta presso atravs do
P na seo de topo, porque o P no aumenta muito. Infelizmente as torres a
alta presso costumam dar flooding pelo topo.
As torres fracionadoras a alta presso geralmente tem controle de temperatura,
e nesse caso, temos um comportamento como abaixo:
P
~ 0,5 psi
tempo
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(1)
(3)
Referncia
Referncia
tempo
tempo
P
P
(2)
(4)
Referncia
Referncia
tempo
tempo
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Instalao
316L e 317L ==> melhor para torre a vcuo com acidez naftnica, mas
Molibdnio resiste melhor.
Outro grande problema de recheios estruturados que no d para lavar o
leito antes de parar a unidade, pode ocorrer combusto espontnea. H
unidades que instalaram um distribuidor especial s para lavar o leito em
paradas. Na Petrobrs, esto sendo instalados termopares para monitorar a
parada das unidades. Algumas refinarias europias usam KMnO4 para
oxidar S e lavar antes da parada.
Ver a Referncia 2, pgina 383.
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4. LEITOS DE LAVAGEM
4.1. Vazes no leito de lavagem
Worthless wash = vazamento
Localizado na chamin devido
condensao do vapor na
superfcie das chamins, provocado pela diferena de temperaturas
entre o vapor e o lquido (cerca de
100 C). Esta condensao localizada, e deve ser minimizada.
1 ft
ponto de menor quantidade de lquido, deve
se ter pelo menos 0,2
GPM/ft2. No ltimo 1 ft do leito,
geralmente h arraste que
garante leito mido, no coqueia.
Reciclo de GOP
640 F
vapor
740 F
sobrevaporizado
arraste
qual a vazo de
leo de lavagem?
(*)
acmulo de lquido devido ao arraste
vazo medida
e controlada de
sobrevaporizado
igual ao sobrevap. +
o arraste
de
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EXEMPLO 1:
Consideremos que a produo de gasleo leve + pesado = 400. A vazo total a
ser vaporizada ser VMAX = LVGO + HVGO + W, onde W = vazo de lavagem
do leito de GOR.
Caso 1 : torre com 25 ft de dimetro e leito de lavagem tipo grade de 3 ft: 50%
de vaporizao, vazo vaporizada = 85. Logo, vazo total a ser vaporizada na
zona de flash = 485. A vazo de lavagem do leito ser de 0,4 GPM/ft.
Caso 2 : torre com 25 ft de dimetro e leito de lavagem tipo grade de 8 ft: 88 %
de vaporizao, vazo vaporizada = 340. Vazo total a ser vaporizada na zona
de flash = 740. A vazo de lavagem do leito ser de 1,6 GPM/ft.
Se usarmos mais estgios na zona de lavagem, teremos maior vaporizao, e
portanto requer mais lquido. No primeiro caso, requeremos 485 m3/h, e no
segundo, com leito mais eficiente, 740 m3/h. No segundo caso, teremos menor
capacidade para futuros REVAMPs.
EXEMPLO 2:
Numa torre a vcuo, o projeto original instalou pratos do tipo grade de 2,5 ft na
zona de lavagem, em 1979.
Foi observada a ocorrncia crnica de coqueamento. A partir de ento, a perda
de presso nesta zona ficou em 18 mmHg (4 in H2O/ft grade), muito elevada. O
rendimento de gasleos caiu, e houve um escurecimento deste produto. O teor
de metais (Ni + Va) ultrapassou 10 ppm no leito de lavagem.
Aps a realizao de teste de aumento da vazo de lavagem do leito: no
houve degradao da cor de gasleo, no houve reduo no rendimento de
gasleo e nem aumento do rendimento de resduo. O vapor passou a deixar o
leito de lavagem 13 oF mais frio.
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20/3/2008 08:02:00
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Isso pode ser explicado porque a vazo de lquido de lavagem est, na nova
condio, vaporizando e reduzindo a temperatura do leito. Na condio
anterior, toda a corrente de lquido de lavagem estava sendo arrastada pelo
leito para a panela de gasleo.
Vo = 207.643 lb/h
T = 702 oF
Ho = 445 BTU/lb
V1 = 185.999 lb/h
T = 735 oF
H1 = 468 BTU/lb
Lo = x (no conhecido)
t = 702 oF (temp. sobrevaporizado)
ho = 345 BTU/lb
Balano de energia:
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proteo
termopar
vapor
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5. DISTRIBUIO DE LQUIDO
5.1. Avaliao de distribuidores
Before we do anything about vacuum towers, we must check the spray
distributor in any throubleshooting - Kister
Para avaliar distribuidores de lquidos:
Medir a presso @ montante do distribuidor spray. Descontar a coluna e
obter o P no spray.
Comparar a vazo e o P com o catlogo do vendedor.
Normalmente, os sprays so dimensionados para 16 a 20 psi de P.
Se P = 80 psi : alguns bicos esto entupidos
Se P = 3 psi : alguns bicos esto comprometidos ou o flange est
vazando.
O ideal medir o P para diferentes vazes.
Distribuidores tipo spray so difceis de projetar, e devem ser projetados de
forma a no se ter problemas de m distribuio, pois as consequncias sero
mais severas.
excesso de lquido
S h uma maneira de se
assegurar que os bicos
funcionam: copiar o projeto
de um bico que j funcione.
Tome muito cuidado com os
vendedores.
O
subresfriamento
do
lquido nos distribuidores
spray leva reduo do
ngulo do spray, de 120 o
para 60 o e levando ao
coqueamento do leito.
Atualmente,
est
se
utilizando bicos de 90 o de
abertura, com mais bicos e
menor ngulo de colapso.
Se to difcil dimensionar distribuidores spray, porque no utilizar
distribuidores gravimtricos? ---> H poucos casos de sucesso na aplicao de
distribuidores gravimtricos. Eles so muito mais sensveis a coqueamento e
no do boa distribuio quanto os sprays.
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L/V VariationPinching
f (system, reflux, purity,feed composition, feed
location, thermal state)
Lateral Mixing
f (Dt / dpacking)
DIAMETER &
HEIGHT
Liquid non-uniformity
f (distributor, packing, dp, L)
H
1
4
16
Maior
vazo
requer maior head.
Para aumento de
4x na vazo necessrio
aumentar 16x a altura de
lquido do distribuidor.
Q
1,2
3,08
SIDE 2
H
Q
1
1
9
3
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entupimento do distribuidor
subdimensionamento dos coletores
ondas na superficie do liquido
gradiente de liquido na superficie do liquido
EXEMPLO 1 :
Consideremos que temos 2 colunas operando em paralelo, exatamente iguais,
porm:
1 coluna com 55% de carga de lquido
1 coluna com 45% de carga de lquido
Ambas com as mesmas dimenses.
Assumindo: Vapor sempre bem distribuido
Problemas somente na seo de retificao
Especificada pureza de 95% de benzeno no liquido
Com 1 coluna somente, ns fazemos o servio com 5 estgios tericos.
Quando plotamos o grfico de Mcabe Thiele para as duas colunas, verificamos
que necessitaremos de 8 estgios tericos em cada coluna. Uma com 8
estgios e x = 0,93 (45% lquido) e outra com 8 estgios e x = 0,99 (55%) ===>
na mdia, x = 0,96 porm, com 8 estgios ===> Perdemos 40% de eficincia!
Em resumo: a m distribuio do lquido leva a um desbalano nas vazes de
lquido, e a torre com menor vazo pode se aproximar do PINCH:
Verificamos que, no
55 %
45 %
caso das 2 torres,
temos, para o mesmo
estgio terico (n=3),
x=0,45 numa torres e
x=0,70 na outra ! Para
evitar ou minimizar
este efeito=> alterar a
temperatura do prato
ou misturar os dois
lquidos.
0,70
0,45
Evidentemente, esta
a
funo
do
REDISTRIBUIDOR de
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EXEMPLO 2 :
A
A coluna B
possui eficincia << A,
devido m distribuio.
7,0 m
14,0 m
Se colocarmos
distribuidores
de
liquidos,
perdemos
apenas 1m para o
distribuidos.
1m
de
distribuidor
bem
melhor que 1m de
recheio!!!
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7m
2m
Recuperao da Soda
vapor
gua
NaOH
Tratamento Custico
vapor
gua
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50 mm
feed
downcomer box
50 mm
Feed Liquid
O que fazer ? extender os tubos ao longo das caixas dos coletores com tubos
furados para evitar o gradiente:
caixa de coletores
tubos furados
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6. BOCAIS DE CARGA
6.1. Recomendaes de velocidade
Um estudo de Ellingsen mostrou que, num levantamento de 17 torres
operadas por pessoas experientes, mais de 50 % de ocorrncias anormais
foi devido a nvel alto de lquido no fundo. Esta a maior causa de
problemas em torres de indstrias qumicas. Quando estamos operando com
nvel elevado no fundo da torre, recomenda-se:
No injetar vapor quando o nvel estiver acima do HLL (nvel alto)
Drenar o fundo at que o nvel fique abaixo do HLL, e s ento voltar
a injetar vapor
Retorno de refervedores:
Se o bocal de retorno do refervedor ficar abaixo do nvel de lquido da
torre:
Se a camada de lquido for pequena, teremos m distribuio de vapor,
com ocorrncia provvel de arraste e inundao do leito.
Se a camada de lquido for grande, teremos a formao de bolses de
vapor, com possveis danos estruturais.
Evite problemas de danos devido a alto nvel de lquido, atravs de:
Instrumentos :
vapor)
drenar linha de vapor antes de alinhar
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Colunas -
NUNCA deve haver lquido da zona de flash sendo direcionado para baixo!!!
(ver exemplos na Referncia 2, pgina 85)
Liquid
Liquid
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P = 14,7 psia
H2O
H2O
PRATOS PERFURADOS
No apresentam grande perda
de carga na passagem de ar
ou nitrognio, em qualquer
sentido
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PRATOS VALVULADOS
As vlvulas fecham e o ar ou
nitrognio do grande perda de
carga e podem danificar os
pratos. Por isso pressurizar a
torre de baixo para cima !!!!
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vent
Hidroc.
LC
gua
# 100
# 60
Reflux
Na partida da unidade, estava com a sua
metade inferior cheio de lquido.
Quando o vapor de retorno do reboiler foi
alinhado --> derrubou os 100 pratos.
feed
#1
Reboiller
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FEED
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tempo de
residncia
~3a7s
tempo de
residncia
~ 1 minuto
side draw
side draw
lquido
Para saber qual o dimetro adequado da linha, utilizar a figura abaixo : (Ref.:
pgina 94 do Manual de Operao)
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Dim. linha, in
Problem
OK !!!
L, gpm
reta onde 2/(g.h) < 0,31
usual
Normalmente utilizado pelo CENPES
Quando vai para controladora ou
Carga de Refervedor
produto para tanque final
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Vapor
4
vent
1- vent
3
Q = 110 gpm
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8.
DIAGNSTICO
TROUBLESHOOTING)
DE
PROBLEMAS
OPERACIONAIS
medidor
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O problema pode ser flooding por jet flood (problema no Vapor) ou DC backup
(problema no lquido). Em ambos os casos, ocorre aumento de altura de
espuma e flooding, que pode comear no 1 prato ou no 4 prato e inundar.
A informao bsica obtida que o scan com resultado em linha tracejada foi
realizado para uma condio de operao com 30% da carga. A linha contnua
representa uma operao com + 10% de carga de lquido e do vapor. Ora, com
apenas 40% da capacidade, o prato est longe da inundao, e s pode ser
flooding por problema do DOWNCOMER.
Fazendo um SCAN no DOWNCOMER, podemos verificar se h plugueamento
do DOWNCOMER ou SHOCK.
Vapor limpo
5
Formao de
espuma estvel
prato
prato
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5
Vapor limpo
prato
prato
Figura 2: Gamma scan atravs do downcomer, paralelo ao vertedor aps aumento de seu
volume
2o gama scan
1o gama scan
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gama scan
X
Neutron scan
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L
3
6
Vapor -> o vapor escolhe a regio de menor
coluna de lquido. Isto acarreta em aumento da
velocidade do vapor, com arraste de lquido
(gotas) para o prato de cima : Entrainment.
Ocorre tambm flooding devido laminao
do lquido pelo vapor
EXPERINCIAS DE CAMPO
O problema de downcomer plugging ocorre quando ocorrem simultaneamente:
Ahole > 11 %
LFP/TS > 2 => quanto maior o comprimento de lquido em relao ao
espaamento de pratos, menor o ngulo de escoamento do lquido, e
torna-se mais fcil ocorrer a sua laminao com o vapor:
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v
1
v
l
LFP
1 passe
l
LFP
2 passes
1 < 2
arraste 1 > arraste 2
L > 50 m3/m.h
P < 70 psia
Aumenta muito se a Ahole for aumentada. Como exemplo, se utilizarmos
vlvulas com maior rea de furos para tentar resolver o problema, na prtica
estaremos piorando.
Este tipo de problema antigo e foi detectado em bubble caps.
DAVIES afirma que se o gradiente hidrulico no prato for menor que 0,4 * P
vlvula sca (hd) , no teremos problemas de plugging do vapor (vapor cross
flow channeling)
Com pratos perfurados e
valvulados
no
h
problemas, mas com o
desenvolvimento
de
pratos
com
maior
capacidade,
este
problema voltou a ocorrer
!!!!
how
hw
hd
Usualmente, o how > 1,
e qualquer m distribuio do vapor pode elevar este valor, e causar o
problema !!!!
EXEMPLO 1: Kister, H.Z , Larson, K.F & Madsen, P.O. Vapor Cross-flow
channeling on Sieve Trays : Fact or Myth ? - Chemical Engineering Progress,
nov/1992.
quando a coluna parou, os pratos foram limpos e observou-se que houve um
aumento da rea furada de 13 para 16 %, devido corroso.
quando retornou operao, a produo de diesel reduziu e a de gasleos
aumentou. Por que ?
a simulao da unidade mostrava 85 % de flooding e < 5 % de wepping, ou
seja, estava OK.
pelos dados da planta, estava ocorrendo > 50 % weeping.
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mais leve
mais leve
IDEAL
FABRICANTE
test holes
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T real
calibration curve
103 oF
100 oF
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~ zero
FC
50 MM BTU/h
FC
500 F
FC
100.000 lb/h
LVGO
350 F
50 MM BTU/h
FC
300.000 lb/h
HVGO
60.000 lb/h
Q LVGO
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# 35
L = R = NP V = FRN + HN + W
Nafta pesada (NP)
# 23
Refluxo
circulante TPA
# 20
L = H TPA / = D V = D + (FRN + HN +W)
Diesel (D)
# 11
#9
#8
Refluxo
circulante BPA
L = H BPA / V = L + (D + FRN + HN +W)
#5
Vapor
Produto de fundo
O prato de retirada total foi selado com soldas, porm mesmo assim
apresentou problemas, porque as chamins foram instaladas muito prximas
do downcomer e o vapor que sobe entra em contato com o lquido que
desce pelo downcomer, ocasionando a perda de fracionamento.
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FEED
FEED
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240 oF feed
ocorre vaporizao e
Ver pgina 4 da seo
shock no downcomer TROUBLESHOTING
da
Apostila.
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9. Simulao
9.1. Modelos termodinmicos
GRAYSON STREED
SRK & PR
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- Em geral : Wilson
- Imiscveis : NRTL, UNIQAC
- Grandes diferenas de temp. em relao aos dados UNIQAC
- Sem dados UNIFAC
Para fraes pesadas de petrleo, pode-se utilizar GS, mas Kister prefere
IGS.
BK10 bom para unidades a vcuo. Porm, o BK10 utilizado em
simuladores (ASPEN, HYPROTECH e SIMSCI) apresentam problemas nos
pseudo-componentes. Portanto, NO UTILIZAR este modelo.
Temperature
= 30 oC => OK
= 30 oC => NOT OK
Stages
est = 0,5
est = 5,0
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Concluso:
Em zonas de lavagem :
- utilizar Aorifcio ~10 % rea ativa (reduzir diam. orifcio)
- Minimizar "weeping"
- Tomar cuidado com a selagem do "downcomer" !!!
# 140
Reflux
Reflux
# 140
# 55
Light Feed
# 55
Interreboiler
Para evitar o flooding abaixo
# 46
# 46
Feed
# 45
Heavy Feed
# 45
Ocorre perda de fracionamento, compensado
pela nova alimentao
#1
#1
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Vapor superqueecido
Sada do
Forno
Flash1
mixer
splitter
Flash3
Flash2
Slop
Wax
RV
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glicol
charge
residue
residue
glicol
water
Reboiler
Feed
#2
Condenser
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water
#2
charge
12
30
12
espuma
24
chamins reduzem
a espuma
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wash section
washing oil
@ (340 oC)
caixa de mistura
COMPUTER
+ 30 %
1,0 - 1,5
ACTUAL
+ 17 %
0,65
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gas rate Cv
0,90
#3
0,45
#2
#1
Bubble
water
liquid rate Cl
10
20
30
40
50
Os dados acima so obtidos experimentalmente, porm obtidos
em ensaios com leitos abertos para a atmosfera, onde o P no leito
medido no ponto de flooding. Evidentemente, a expanso para
a atmosfera leva a resultados diferentes que torres operando
pressurizados !!!
Alguns vendedores oferecem leitos que do Cv de cerca de 0,9 !!!
air
para Cv ~ 0,45,
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P, mmHg
16
12
incio de flooding
8
x
4
5800
6000
Vazo de carga
6200
6400
6600
6800
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Trocou p/recheio => OK. Mas poderia ser resolvido DOWNCOMER . Mas
aumentando a rea do downcomer a rea ativa reduzir. No poderia reduzir a
capacidade? No, pois geralmente o que limita a capacidade da torre a rea
do Downcomer, e no a AATIVA.
10.5. Torre de estireno
Referncia: Sadeq, Duarte & Serth, AIChe Meeting Paper, Miami Beach,
nov./1995.
Este estudo mostra os diferentes rendimentos que os simuladores de processo
apresentam, mesmo quando utilizam o mesmo pacote termodinmico.
portanto necessrio ajustar os parmetros dos modelos termodinmicos,
quando estamos trabalhando com sistemas com baixa volatilidade relativa.
Dados do estudo : modelo termodinmico de Soave:
SIMULADOR
PRODUTO DE TOPO
% ESTIRENO (molar)
ASPEN
19
HYSIM
29
PROCESS
37
Fixos e iguais em cada simulao :
- Nmero de estgios tericos
- Composio de carga e rendimento de produtos.
PRODUTO DE FUNDO
%
ETIL-BENZENO
(molar)
10
19
29
Economizador
Isso
ocorreu
porque
o
economizador
E elevou a
temperatura da carga acima
do normal pesados foram
vaporizados
e
ficaram
circulando ao longo da torre,
at que ocorre o arraste.
um
problema cclico, ocorrendo por ciclos de + - 1 hora.
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Nafta Leve
Nafta Pesada
Em 1993, o ponto final do produto de topo (nafta leve) foi reduzido de 340 oF
para 295 oF. Isso possibilitou um aumento de carga de 110.000 para 120.000
bpd.
O leito do refluxo circulante eram de monel sp., e o de fracionamento, de 410
sp. A seo do refluxo circulante corroeu-se rapidamente, e houve uma perda
na troca trmica desta seo.
Em 1994, o leito de fracionamento foi substitudo outro material, 316, e passouse a injetar inibidor de corroso no topo.
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Entrada de
refluxo
155 oF
190 oF
145 oF
200 oF
230 oF
200 oF
200 oF
290 oF temperatura do
vapor : quase
no h lquido !
165 oF
235 oF
160 oF
250 oF
255 oF
220 oF
235 oF
290 oF
Possveis problemas:
- corroso do recheio, pois a temperatura deveria ser mais uniforme
- spray no est operando adequadamente (mais provvel)
- chamin est com problemas de arraste (impossvel, pois se fosse
arraste, o perfil de temperaturas seria diferente na seo de baixo,
mas na seo de cima seria mais homogneo, devido mistura do
lquido no recheio)
Foi posteriormente efetuado um gamma scan, com o seguinte direcionamento:
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by-pass de vapor
by-pass de lquido
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Foi instalada uma tubulao com dimetro de 1,8 ft2 para by-passar a fase
vapor e dar a perda de carga adequada. A finalidade foi no parar a torre para
limpar o prato.
Para se determinar onde se localiza realmente o problema, alterar a vazo de
vapor e de lquido.
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11. INSTRUMENTAO
Referncia 2, pginas 124 a 126.
450 psi
on DC3
FC
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12. CONTROLE
Referncia 2, captulo 16
O que normalmente controlamos em torres de destilao:
- qualidade dos produtos de topo e de fundo
- temperatura
- presso => controla a demanda de vapor
- nvel => controla a demanda de lquido
- vazes.
Instalamos vlvulas de controle, que manipulam as respectivas vazes.
OBSERVAES :
a carga no pertence malha de controle da destilao
tentar controlar as 2 composies (topo e fundo) difcil, pois uma malha de
controle briga com a outra. Portanto, controlar somente uma. (e.g. produto
de topo).
o controle de presso o mais importante controle da coluna. Deve ser
conectado varivel mais sensvel presso : vazo de vapor ou taxa de
condensao (se for torre com condensao total).
Temos ainda 3 controles e 4 variveis. Deve-se fazer sempre um controle de
Balano Material, ou seja, se alimentarmos mais carga leve, deve-se aumentar
a retirada de produto de topo e reduzir a produo de fundo.
EXEMPLO 1:
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LVGO P.A.
FC
100 m3/h
400 m3/h
poor eficiency
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13. REFERNCIAS
1. KISTER, Henry Z. Distillation Design Mc-Graw Hill 1992.
2. KISTER, Henry Z. Distillation Operation Mc-Graw Hill 1990.
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