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3 Glossário Geotécnico

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3- GLOSSÁRIO GEOTÉCNICO

DHP
sigla para designar dreno horizontal profundo

O Dreno Horizontal Profundo (DHP), é um


dispositivo construído com tubos perfurados ou
ranhurados, revestidos com manta geotêxtil,
geossintética ou tela de nylon, que quando
instalados em perfurações sub-horizontais captam
e conduzem para fora a água contida no interior de
maciços. Normalmente, o dreno horizontal
profundo DHP é instalado com inclinação de 5 a 10
graus com a horizontal, em perfurações com
diâmetros que variam de 2 a 4 polegadas e
montados com tubos PVC ou metálicos de
diâmetro entre 1 ½ e 3 polegadas.
DHP VIDEO
FATOR DE SEGURANÇA (EM
RELAÇÃO À RESISTÊNCIA AO
CISALHAMENTO DO SOLO)

valor da razão entre a resistência (tensão cisalhante máxima disponível) e a resistência mobilizada (tensão cisalhante
atuante ao longo da superfície de ruptura
INCLINÔMETR
O

instrumento que serve para medir deslocamentos horizontais dentro do terreno, em profundidade, e a progressão de
movimentos de uma encosta
MEDIDOR DE NIVEL D
´ÁGUA

dispositivo para medição do nível do lençol freático. O local de medição deve estar em contato com a pressão
atmosférica
RETROANÁLISE

análise de estabilidade elaborada com o conhecimento da geometria da superfície de ruptura ocorrida e outros fatores que
estavam presentes no momento da ruptura, como sobrecargas, posição do nível de água, sismos e outros, visando
determinar os parâmetros de resistência e poro-pressão coerentes com o problema
REJEITO
todo e qualquer material descartado durante o processo de beneficiamento de minérios
DISPOSIÇÃO DE
REJEITO

forma planejada e organizada de acumular rejeitos com minimização de riscos estruturais e ambientais
SEDIMENTO

todo e qualquer particulado sólido gerado por erosão e carreado superficialmente pela água
BARRAGEM DE
MINERAÇÃO
barragens, barramentos, diques, reservatórios, cavas exauridas com barramentos construídos, associados
às atividades desenvolvidas com base em direito minerário, utilizados para fins de contenção,
acumulação ou decantação de rejeito de mineração ou descarga de sedimentos provenientes de
atividades em mineração, com ou sem captação de água associada, compreendendo a estrutura do
barramento e suas estruturas associadas.

NOTA As barragens podem estar localizadas em um curso permanente ou temporário de água ou também
fora de cursos de água em encostas ou platôs.
ALTEAMENTO DE
BARRAGENS

quaisquer incrementos de altura do maciço de barragens, a partir de um maciço inicial existente,


projetados e construídos para aumento de capacidade volumétrica, elevação de lâmina de água,
aumento de altura de amortecimento de cheias, ou outro motivo, tornando necessário ou desejável tal
procedimento
BARRAGENS PARA DISPOSIÇÃO DE
REJEITOS

estruturas utilizadas para reter, de forma planejada, projetada e controlada, volumes de rejeitos advindos
do processo de beneficiamento de minério
BARRAGENS CONSTRUIDAS COM
REJEITOS

barragens formadas com rejeitos, que possuem características geotécnicas que permitem que sejam
utilizados para a construção ou alteamento da estrutura principal de contenção
MÉTODOS PARA ALTEAMENTO DE
BARRAGENS
alteamento da barragem a partir do eixo do maciço inicial existente, podendo ser projetado e construído
por meio de três formas: métodos de alteamento a jusante, linha de centro e montante

4.4 Métodos de alteamento podem ou não utilizar os rejeitos para sua construção. No método de
alteamento a jusante, o material de construção é disposto a jusante do maciço inicial da barragem.

No método de alteamento de linha de centro, os materiais de construção são dispostos parte a jusante
e parte a montante do dique inicial e, finalmente, no método de alteamento a montante, o material de
construção é disposto a montante de um dique inicial.

4.5 O método de alteamento a montante envolve uma atenção especial nas fases de projeto,
construção, operação e desativação, e sua escolha deve ser pautada por um maior nível de detalhamento
na engenharia dos rejeitos, sejam eles utilizados como fundação ou como material de construção,
bem como nos elementos de drenagem interna e análise para solicitações de carregamento não
drenado. Para este método, o manual de operação deve ser incluído no projeto e deve ser detalhado
para evitar erros de operação.
MÉTODOS PARA ALTEAMENTO DE
BARRAGENS VIDEO
EMPILHAMENTO
DRENADO

estrutura construída hidráulica ou mecanicamente com rejeitos, que se configura como um maciço
permeável, dotado de sistema de drenagem de fundo, com formação de espelho de água reduzido,
podendo ser implantada em fundo de vale, encosta ou outra área
BARRAGENS CONSTRUÍDAS SOBRE OS
REJEITOS

estruturas construídas sobre os rejeitos, porém recuadas em relação ao maciço principal da barragem,
que, apesar de incrementarem a capacidade de disposição de rejeitos do reservatório, não incrementam
a altura da barragem. Estas estruturas são projetadas e construídas avaliando as potenciais
consequências para a barragem
RESERVATÓRIO

espaço criado a montante da barragem, destinado à contenção de rejeitos, sedimentos e/ou reservação
de água, que podem estar contaminados ou não
SÓLIDOS OU LIQUIDOS
CONTAMINADOS

concentrações de elementos químicos sólidos ou líquidos, incluindo os radioativos (conforme tabela


de contaminantes do Conama e outras instituições normativas) de interesse que têm o potencial de
afetar negativamente o meio ambiente ou a saúde humana
DISPOSIÇÃO DE
REJEITOS EM
BARRAGEM

conjunto formado pelos subsistemas necessários à disposição dos rejeitos, como barragem, diques intermediários, diques
selas, pilhas, adutoras, vertedouros, estruturas de drenagem e estações de bombeamento
AFLUENTE À
BARRAGEM

qualquer fluxo de água, de rejeitos ou de outros sedimentos, perenes ou sazonais, superficiais


ou subterrâneos, que convergem para o reservatório da barragem
EFLUENTE DA
BARRAGEM

fração líquida que retorna ao meio ambiente por via superficial e/ou subterrânea, após passar pela
barragem
VIDA ÚTIL OPERACIONAL DA
BARRAGEM

período compreendido entre o início da operação e o fechamento da barragem


DESATIVAÇÃO DA BARRAGEM

suspensão da operação, temporária ou definitivamente, quando a estrutura não está recebendo aporte
de rejeitos e/ou sedimentos
DESATIVAÇÃO DA BARRAGEM
VIDEOS
PLANO DE FECHAMENTO DA
BARRAGEM

conceituação, planejamento e projeto do conjunto de atividades necessárias para permitir o fechamento


da estrutura
ÁREAS DE
EMPRÉSTIMO

áreas selecionadas no projeto para a extração dos materiais de construção do maciço da barragem
SUPERFÍCIE FREÁTICA
NORMAL
superfície freática admitida para as condições normais de funcionamento da drenagem
interna em regime permanente, com fluxo em condições normais de operação, conforme
prevista em projeto

NOTA É importante considerar que há barragens nas quais não há sistema de drenagem interna e que a
superfície freática está diretamente relacionada às condições de drenabilidade da fundação e dos materiais
utilizados na construção da barragem.
SUPERFÍCIE FREÁTICA
CRITICA

superfície freática correspondente à rede de fluxo em condições críticas de operação, que introduz
condições severas de estabilidade e potencial de erosão interna admitida, como, por exemplo, para as
condições de mau funcionamento da drenagem interna da barragem prevista em projeto
CHEIA DE PROJETO

vazão ou hidrograma de dimensionamento de projetos hidráulicos, como, por exemplo, de um sistema extravasor,
correspondendo a valores significativos de vazão de pico, ou volume de dada duração, e associados a um período de
retorno, para os quais se estabelece o risco e a segurança das estruturas ou sistemas hidráulicos
PERÍODO DE RETORNO

conceito estatístico que representa o período médio, em anos, em que um determinado evento de
cheia é igualado ou superado, representando também o inverso da probabilidade de que este evento
seja igualado ou superado em um ano qualquer
BORDA LIVRE

altura livre entre o nível de água maximum maximorum calculado pelo modelo hidrológico, no momento
da passagem da cheia de projeto e da elevação de coroamento da barragem
VOLUME DE ESPERA

volume mínimo destinado ao amortecimento da cheia de projeto, situado entre a soleira do sistema de
extravasamento e o nível d´água maximum maximorum, utilizado no dimensionamento das estruturas
de vertimento. Nas barragens de rejeitos, os volumes para amortecimento de cheias devem ser maiores
que os volumes de espera no início da operação, sendo progressivamente reduzidos ao longo da
vida útil, pela ocupação dos depósitos de rejeitos
ALTURA DE
BARRAGEM

diferença de cotas entre a crista da barragem e o ponto mais baixo da fundação


ESTÉRIL DE
MINA
REJEIT
O
SEDIMENT
O
DISPOSIÇÃO DE ESTÉRIL
EM PILHA
VIDA ÚTIL OPERACIONAL
DESATIVAÇÃO DA PILHA DE
ESTÉRIL
FECHAMENTO DA PILHA DE
ESTÉRIL
PLANO DE DESATIVAÇÃO DA PILHA
DE ESTÉRIL
AFLUENTE À PILHA DE
ESTÉRIL
SURGÊNCI
A
BARRAGEM PARA CONTENÇÃO DE
SEDIMENTOS
EFLUENTE DA PILA DE ESTÉRIL
SUPERFÍCIE FREÁTICA
NORMAL
SUPERFÍCIE FREÁTICA
CRÍTICA
CANAL
TEMPORÁRIO
CANAL
DEFINITIVO
VAZÕES MEDIDAS
VAZÕES
CALCULADAS
DANO POTENCIAL ASSOCIADO (DPA)

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